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2 In Beleza e Bem-Estar

Vida saudável sem hormônios

Vida saudável sem hormônios _ Lis Life

Quem está tentando ter uma vida saudável e sem hormônios levanta a mão \o/.

Meus limites de tolerância a dor foram exponenciados, viu?

POR ANOS defendi que anticoncepcional era a base da minha saúde e necessidade pra vida.

Amo um anelzinho aí que me deu uma liberdade que vôticontá!

Dores, cólicas, enjoos e náuseas me acompanhavam desde sempre. Sem contar, disfunções físicas que desequilibram os hormônios que naturalmente meu corpo deve processar e produzir.

Mas, graças a Deus, eu aprendi a questionar TUDO!

Entendi algumas coisas sobre a minha hipófise, tumor na tireoide e sobre SOP. Decidi entender meu corpo no geral e ouvir um instinto que me bateu tempos atrás.

Non hormones, more organics, less trash to me, my world and my life.

Desculpa o JoelSantanês Inglês, é que o texto nasceu num papo no trabalho com uma indiana! 😄

Resumi meu instinto como a vontade de viver sem hormônios, com mais orgânicos, produzindo menos lixo para mim, para o meu mundo e para a minha vida.

Parece que uma vida saudável sem hormônios não tem nada tem a ver com nada, né? Mas, tem!

A conversa que me ajudou a clarear esse instinto era sobre sustentabilidade e como não adianta abolir uma “coisa” e não mudar hábitos gerais.

Voltei as veredas das mudanças de hábitos, na verdade, nunca saí dela.

A busca por uma vida saudável é constante por aqui. A vontade de viver sem hormônios nasceu com o tempo e estudo, mas e a coragem de encarar?

Pra mim, a ideia de uma vida saudável sem hormônios passa até pela ingestão de hormônios nos alimentos como as carnes, por exemplo.

Pensa no quão difícil é conseguir isso?

Há anos venho diminuindo o consumo de carne vermelha (embora ainda ame churrasco). Escolho comer menos carne, mas comer carnes de melhor qualidade.

Meu consumo de orgânicos ainda não é exclusivo, mas sempre que posso priorizo orgânicos SIM!

Esse ano, por motivos de força maior, cortei os hormônios de reposição e contracepção. Foi o empurrão do Universo que me fez entrar no lema: non hormones!

Passei a SER OBRIGADA a acompanhar meu corpo e entender mudanças físicas enormes.

Tudo de ruim se acentuou! Queda de cabelo, unhas frágeis e até a acne adulta (típica do SOP). Óbvio que não está sendo bonito. Aliás, no momento, escrevo com uma cólica absurda.

Mas, o processo está sendo, no geral, prazeroso. Eu sou sadomasoquista? Acho que sim!

Claro que minha pele está bem estranha, com cara de adolescente cheia de espinha. Mas, está bem mais viçosa! Meu cabelo tá mais bonito, mas caindo como água… Vai entender?

Com os hormônios meu cabelo caia também (alopecia androgenética), mas um pouco menos. A acne estava controlada. O peso não oscilava muito (apesar do aumento até eu começar a tratar SOP, disfunção da hipófise e síndrome metabólica em conjunto). Eu associava esses “benefícios” ao bendito hormônio! Mas, era efeito colateral positivo apenas.

No meu caso, há a possibilidade de viver melhor sem hormônios por conta da bendita resistência a insulina.

Se, por um lado, os hormônios ajudam de um lado a SOP. Pele, regularidade de ciclo, dores e etc. pioram algo bem mais grave que é a síndrome metabólica e diabetes.

Fora isso tenho histórico familiar de varizes, trombose e até problemas cardíacos. Estou no chamado grupo de acesso ao risco dos hormônios.

Entendem a gravidade do meu dilema com hormônios?

Se vou ficar sem hormônios pra sempre não sei, vou esperar o parecer médico… Até aqui, estou aguentando bem as mudanças.

A alimentação é parte fundamental do processo. Comida de verdade é uma benção!

A resistência a insulina requer um cuidado com a alimentação específico, que eu me adaptei super bem. Ser orientada por uma nutricionista fez toda a diferença!

Mantenho minha alimentação com baixas quantidades de carboidratos e alta de proteínas. Prioritariamente, busco comer mais proteínas de origem vegetal orgânica. Quando vou comer proteína animal e, posso, busco por orgânicos também!

Ainda falho na hidratação, não bebo quase nada de água. Mas, ainda tento a meta de 2 litros por dia. Isso ajuda a melhorar a pele, o funcionamento dos órgãos e até as dores de cabeça típicas da transição dos hormônios.

Preciso melhorar com a atividade física. Manter o metabolismo ativo e acelerado ajuda ao corpo se adaptar e produzir mais hormônios.

Ah, e o sono também! Cientificamente provado que dormir é fundamental para equilibrar a produção de hormônios.

Fora minhas falhas com o sono e atividade física, tenho conhecido meu corpo como ele é! Percebi que, diferente do que me diziam, meu corpo é saudável nas suas limitações.

Hormônios sintéticos são “remédios” e um corpo com limitações não é um corpo doente.

Não vou me entupir de “remédio” para ter apenas menos efeitos colaterais. E, não vou tirar o hormônio de reposição e contracepção, sem mudar os outros hábitos que são muito maiores.

Entendem?

Resumindo, uma vida mais saudável sem hormônios é o começo – ou o meio – do caminho de mudança geral de hábitos.

E eu achando que esse ano já tinha me trazido conclusões demais, né?

Vamos lá pra mais essa. 🙂

 

Referência para quem quer entender um pouco mais do que é SOP:
Síndrome dos ovários policísticos, síndrome metabólica, risco cardiovascular e o papel dos agentes sensibilizadores da insulina.

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2 Comments

  • Reply
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    setembro 10, 2018 at 8:12 am

    […] sobre meu momento less hormones more organics. Estou tentando viver com menos hormônios e trocar alguns produtos para opções vegan/orgânicas. […]

  • Reply
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    setembro 24, 2018 at 10:52 am

    […] minha pele (antes de parar com os hormônios) ele segurava bem a oleosidade por 8 horas em dias normais e 6 horas em dias muito quentes. O que […]

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