0
Browsing Tag

Restaurante

0 In Estilo de Vida

Busger Santo André: Hambúrguer sem complicação!

BUSGER SANTO ANDRÉ - destaque na grelha

Busger Santo André, conheci o meu mais novo vizinho no bairro!

Entre as melhores coisas que o blog me traz todos os dias estão pessoas e experiências. O Busger Santo André une exatamente essas duas coisas e soma com a melhor coisa da vida: comida boa!

A convite da assessoria de imprensa eu fui jantar no Busger Santo André. Quem me segue no Instagram passou vontade vendo os stories just in time!

A proposta do Busger é diferente de uma hambúrgueria tradicional. Á primeira vista, parece um food truck, mas é só entrar no espaço que os diferenciais ficam notáveis.

O nome não é a toa, toda a cozinha é montada dentro de um ônibus estilo americano, reformado e estilizado.

Mas, o Busger não é um food truck, a localização é fixa.

Você entra pelo estacionamento e se depara com uma área de convivência típica americana. Mas, conta com estrutura e atendimento de restaurante.

O Busger Santo André é recém chegado no bairro Jardins.

Mas, a casa tem tudo para se tornar um ponto de parada obrigatória.

O cardápio tem a medida certa, você não se perde nas opções, mas ninguém fica na mão. Tem comida e sabores para todos os gostos.

Para abrir os trabalhos provei os dadinhos de tapioca com geleia de pimenta, fritas crunch e mussarela sticks.

O dadinho de tapioca recheado com queijo coalho é crocante, quentinho e macio. A geleia de pimenta é divina, sabor de pimenta sem ardência excessiva, doce na medida.

As fritas são no formato canoa, estavam saborosas, com um toque de alecrim e cobertas com um queijo gratinado.

Acompanhadas de maionese que a casa apresenta em 3 opções.

Duas coisas que eu levo a sério no cardápio do Busger: a geléia de pimenta e a maionese.

Geleia de pimenta é um vício, tenho um estoque em casa. Já maionese eu gosto só das que são REALMENTE saborosas, não gosto de sentir gosto de ovo ou óleo.

Vocês vão ver que vou falar da pimenta mais vezes, mas a geleia deles é perfeita. Não deixa nada a desejar para a do buffet do Grand Mercure Rio, por exemplo.

Além do sabor eu memorizei as maioneses por cores. A típica maionese verde, uma branca e a mais deliciosa: a rosa!

Não são molhos só de acompanhamento, as maioneses tem muito sabor e dão o tom na batata e no hambúrguer.

BUSGER SANTO ANDRÉ FRITAS

A cor de rosa é maionese com pimenta, minha favorita ao lado da branca que é de alho me lembrou um sabor de blue cheese. Não sei dar detalhes dos ingredientes, por que o que fez a diferença pra mim foi o sabor. Todas ótimas, sem exceção!

Mussarela sticks é coisa séria, né? Não pode ser molenga, nem tostado demais. O Busger leva isso a risca e sabe fazer mussarela stick de verdade.

Os hambúrgueres do Busger Santo André

Sempre falo que hambúrguer é pra chegar, sentar comer e pronto. Quando o cardápio é complicado demais já perde o sentido. O Busger prima pelo exatamente pelo sabor de forma simples e muito bem executada.

Lembra que eu falei no começo do texto que no Busger Santo André ninguém fica na mão?

Tem opção de Hambúrguer Fit, feito no pão integral, carne com menos gordura e mussarela light. Além, do hambúrguer de falafel vegetariano, que eu desconheço ter visto por aí.

Aí senhoras e senhores: vamos falar de carne?

Então!

É Angus grelhado na brasa.

Jogo o microfoninho e saio andando,

…aqui começa a salivação excessiva…

O ponto da carne, a combinação dos queijos e o bacon do meu lanche estava de revirar os olhos! PQP sorry! Fui de Bacon Supreme, por motivos de Bacon!

BUSGER SANTO ANDRÉ - BACON SUPREME

Mas, provei o Busger – o tradicional da casa – e fico bem dividida de qual gostei mais.

BUSGER SANTO ANDRÉ BUSGER

Pra ser sincera eu nem gostei tanto assimsabem? Só um pouquinho muito do nível que nesse momento acabei de pedir no iFood!

Quer provas @?

busger santo andré ifood

Em casa, pedi um Star que so teve um problema: eu deveria ter pedido dois, por gula e por que estava divino!

Dois dias seguidos comendo no mesmo lugar? Mostrei no stories e repito aqui: o Busger me ganhou por que o hambúrguer é bom demais, descomplicado e suculento.

O Busger é uma franquia nacional, nascida da ideia de dois pequenos empreendedores, com a proposta de tornar acessível o hambúrguer bom, gourmet – no sentido de qualidade!

É comida de verdade, pra sentar comer e ser feliz.

O espaço do Busger Santo André é propício pra ir despretensiosamente, sentar e se perder comendo, conversando, bebendo.

Falando em beber, a carta de opções da casa é outro destaque. Tem vinho que um dos atendentes pode te ajudar a harmonizar 🙂 .

O Busger Santo André trouxe o rótulo especial Eisenbahn Oktoberfest Blumenau pro ABC! Fora que o chopp da casa é Baden Baden, também um expoente nacional da cerveja!

De sobremesa outra coisa simples, que se “emperequitar” muito fica ruim é o pudim, certo? A casa tem dois pudins fenomenais: nutella e o tradicional de leite condensado. Coma qualquer um e você vai repetir, com certeza!

BUSGER SANTO ANDRÉ SOBREMESA

A execução dos pratos é impecável, pontual e o melhor: comida com gosto de comida. Não tem muito o que completar além de dizer que o slogan: we have taste é bem real!

Antes que eu esqueça, o Busger tem dois modelos de atendimento que dão flexibilidade para o público da casa.

Você pode olhar o cardápio e pedir direto no caixa, se precisar de ajuda, pedir que um dos atendentes tire seu pedido.

Se você chegar na casa em um dia cheio e não quiser esperar, ainda pode pedir no caixa pra viagem!

Um ponto que em geral eu não falo aqui no blog, por conta da variedade dos locais que eu frequento, é o preço.

Pra dizer se o preço é bom ou não eu avalio o tamanho do hambúrguer, peso da carne, ingredientes, localização da casa e qualidade do atendimento.

Considerando só esses quesitos o Busger se destaca mais uma vez, os preços são acessíveis! O cardápio em tamanho gigante pra vocês conferirem:

BUSGER SANTO ANDRÉ CARDÁPIO

Apesar de ter todo o padrão e estilo Americano a franquia Busger prestigia produtos nacionais, cervejaria nacional, produtores locais… Até os ônibus são comprados e reformados aqui no Brasil.

Fora isso tive a oportunidade de conversar com os atendentes.

Perguntei como era o treinamento e preparo deles, perguntei do acompanhamento da franquia.
Quis saber se essa qualidade toda que vi vai ser mantida e auditada. Se realmente as pessoas vão ter a mesma experiência que eu!

Fato é que fiquei impressionada com a destreza do Rodrigo, o gerente, ao me falar dos valores que a franquia passa e que os donos da unidade Santo André reforçam. O Felipe, um dos atendentes da noite, foi de uma agilidade e simpatia impressionantes.

Não só desejo que o Busger Santo André prospere, como que ele puxe a qualidade do bairro pra cima e traga cada vez mais público pra nossa região!

Foi uma noite memorável, especialmente pra mim, muito mais do que para o blog. Eu tive a sorte de desfrutar de uma companhia e uma conversa que foi inspiradora em níveis que superam o blog. Ver o brilho nos olhos dos donos e o cuidado deles com tudo o que prepararam ali, sem dúvida, renova meu lado empreendedor!

Vale a visita, o pedido no iFood e a recomendação por aí!

Não faz sentido eu publicar algo só por que a assessoria me proporcionou a experiência, por isso aqui na tag RESTAURANTES eu falo de vários lugares diferentes que eu conheci por aí.

O Busger tem unidades em São Paulo e São Bernardo do Campo, endereços no site deles www.busger.com.br
1 In Estilo de Vida

Restaurante Argentino no Itaim: Bárbaro

Restaurante Argentino no Itaim Bárbaro - hall

Adoro sair e conhecer lugares, sempre me baseando nos aplicativos, né? Escondido numa rua tranquila eu esbarrei nesse restaurante Argentino no Itaim.

Acho que tenho uma predileção por restaurantes argentinos, junto com os japoneses são minhas melhores opções.
 
Cheguei no Bárbaro, no final de uma noite de sábado, bem perto do horário do encerramento da casa e me arrisquei a entrar.
 
Paredes vermelhas, uma música argentina ao vivo muito bem executada em voz e violão. A casa recebia famílias e casais que interagiam com o cantor e o clima era o mais agradável possível.

Uma simplicidade acolhedora, viu? A família Che Bárbaro é famosa, então não precisa de muita explicação.

O garçom foi muito simpático e solicito, mesmo estando quase no final do expediente. Eu sei que é chato 😔
 
Fui bem direta e pedi uma indicação de prato principal que não fosse exagerado, mas que fosse um bom indicador da casa. Ele foi certeiro em indicar o corte Biscuit e Papa Quimérica, duas especialidades da casa.

Mas, além de uma história bacana esse restaurante Argentino no Itaim se destaca pelo atendimento.

A cozinha foi generosa em atender meu pedido de variação no recheio das Papas Quiméricas e ainda foi super rápido.

Restaurante Argentino no Itaim Bárbaro - prato principal

 
Carne alta e no ponto exato que pedi era suculenta e as papas quiméricas são um deleite pra quem ama batata e queijo como eu. 
A sobremesa foi outro carro chefe da casa: panqueca de doce de leite. O melhor doce de leite da vida, nada enjoativo e acompanhado de sorvete.
Restaurante Argentino no Itaim Bárbaro - sobremesa
 

Foi uma visita rápida e suficiente para querer voltar mais vezes e valeu super o registro do restaurante Argentino no Itaim que salvou a larica de um sábado a noite. ♥

Outros pontos positivos: eles atendem pelo iFood na região e deixam o cardápio disponível no site pra quem quiser conferir antes de se descolocar até a casa.
Quer ver mais resenhas de lugares legais que já conheci? Tem a tag RESTAURANTES aqui no blog 🙂
0 In Estilo de Vida

Bardega Wine Bar | Conheci o famoso wine bar em São Paulo

Bardega wine bar

Bardega um dos poucos wine bars em São Paulo que tem a tal Enomatic.

Minha única referência pra começar a pesquisar sobre wine bars era ter a Enomatic.

Me aventuro no mundo dos vinhos há pouco tempo*, por isso queria ir onde pudesse provar vários rótulos diferentes. A Enomatic é uma adega automática que permite a venda de vinhos em taças e o próprio cliente se serve.

*beber a gente já bebe faz tempo, mas tentar entender um pouco mais sobre vinho é coisa recente aqui.

Como eu nunca havia ido em um wine bar, escolhi o Bardega porque era um dos mais famosinhos nos fóruns da internet .

Fui conhecer a casa em um sábado friozinho com a cara de São Paulo. Fiz reserva por precaução, mas não era necessário.

Pelo que vi, as mesas destinadas para reservas ficam no canto mais reservado do salão. Nas laterais, são mesas bem próximas e com luz de velas. Consegui uma boa mesa, mas muito longe da Enomatic e cercada de casais no maior clima romântico.

Definitivamente não era ali que eu queria ficar. Afinal, eu fui pra provar o máximo de rótulos que conseguisse e ficar andando pelo salão não era seguro :D.

Brincadeiras a parte, minha dica é: se você vai em um wine bar fique nas mesas mais próximas da adega e dos sommeliers.

bardega wine bar - enomatic

Vista da minha mesa, sentei bem colada nos vinhos? Siiiimmm!

No Bardega escolhi ficar nas mesas altas no meio do salão, bem colado na Enomatic. Foi mais fácil pra circular e com certeza mais seguro para minhas taças. Só não foi mais confortável do que as mesinhas laterais, nem intimista, mas essa não era minha intenção mesmo.

Outro ponto que o Bardega diz ter de diferente são “os sommeliers” que ficam a disposição. Bom, no dia me pareceu ter somente um e que não era nem simpático, muito menos acessível. Acabei usando só os aplicativos de vinho para tirar dúvidas sobre minhas escolhas.

A carta de vinhos me pareceu boa, mas eu esperava muito mais vinhos e muito mais da casa.

Até pelo status de ser o maior Wine Bar do Brasil e de ter a mais ampla oferta de vinhos em máquina de toda a América Latina.

A casa diz no site ter 110 rótulos do mundo todo. Mas, as opções na Enomatic aquele dia eram bem comuns, até pra uma leiga como eu. Na maioria Chilenos, Portugueses, Alemães, Brasileiros, Italianos e Argentinos.

Os brancos e rosés somavam cinco ou seis opções. Os rótulos mais raros e de classificação maior que, confesso eram meu objeto de desejo, deixaram a desejar. Dois, dos cinco TOP escolhidos pelo Sommelier da casa, não tinham para reposição.

Entre os rótulos disponíveis, tinham poucos de destaque na escala Robert Parker.

Provei umas 5 taças de destaque, que eu realmente salvei na lista para comprar. Mas, das mais de vinte consumidas, a maioria ficou na média. Não são rótulos ruins, pelo contrário eram vinhos bem gostosos, mas eu esperava mais.

  • eu assino club de vinhos, por isso, tenho acesso a rótulos muito legais e diferenciados. Mas, falo mais disso outro dia.

A proposta da casa é ser descontraída e ter variedade de rótulos e isso ela cumpre. As avaliações do TripAdvisor já indicam, as opções de comida no menu são fracas e o atendimento da cozinha é demorado.

Escolhi as Bruschettas, que eram o petisco mais simples e que atende uma pessoa bem. Mas, não espere nada excepcional no quesito comida.

Se você quer conhecer rótulos que normalmente não compraria, provar vinhos em variedade vale visitar o Bardega com certeza.

O preço varia por rótulo e tamanho das taças, 120ml, 60ml ou 30ml. Ah, a conta dos mais empolgados e bem dispostos como eu, passa dos 3 digito não chegando por bem pouco nos 4.

bardega wine bar - taças

Mas, eu nunca bebi tantas taças de 30/60 ml na minha vida 😀 provei 70% dos vinhos da Enomatic.

O Bardega fica no Itaim, escolhi ir de Cabify, mas vi que tem serviço de manobrista na porta.

Quer ver mais lugares bacaninhas pra comer e beber bem? A tag Restaurante aqui no blog tem os lugares mais diferentinhos que conheci.

Todos esse relato é baseado na minha experiência na casa e minha minha expectativa que era bem alta para um wine bar tão famoso em São Paulo.

1 In Estilo de Vida

Parrilla Del Carmem: carnes especiais no ABC

Parrilla Del Carmem - ambiente

Eu amo a região que moro em Santo André, é sem dúvida a melhor da cidade. Tenho tudo há poucos minutos de caminhada e eu sou frequentadora assídua do comércio local.

O restaurante Parrilla Del Carmem não é novo, mas levei dois anos morando no bairro para ir conhecer.

O lugar fica ao lado da clínica de estética que frequento há 8 anos! Mas, quase sempre, eu esquecia dele na hora de escolher onde jantar.

Não que não merecesse minha atenção, mas no quesito carnes nobres eu tenho o padrão Templo da Carne como favorito.

Escolhi o Parrilla Del Carmem para um jantar que não seria tão agradável quanto o local.

Mas, eu acredito que tudo regado a vinho e comida termina bem.

Foi uma quinta-feira a noite e, mesmo tendo evento no andar superior, o salão principal estava vazio. O que facilitou a conversa durante o jantar e o atendimento.

A decoração é simples, rústica e aconchegante. Um clima quentinho dos tons terrosos e a luz baixa harmonizam com a expectativa de boas carnes na brasa.

O atendimento foi ágil e muito cordial, teve paciência graças a só seis mesas com clientes. Para quem está conhecendo uma casa é sempre melhor esses dias de menor movimento. Eu pude perguntar características da casa, sobre o dono, sobre o cardápio e o garçom respondeu tudo com um sorriso.

Eu já sabia que o grupo Parrilla Del Carmem tem uma rede de açougues e um empório de carnes especiais na Rua das Figueiras. No próprio restaurante eles ministram cursos de churrasco, que muito me interessa. Preciso saber usar a churrasqueira daqui de casa, de churrasco eu só sei comer mesmo.

O cardápio é bem completo, de saladas a massas e tem carnes em três opções: nacional, Wagyu e argentino. A carta de vinhos é bem selecionada, com bons achados e garrafas de 375 ml a 750 ml.

Nas opções de taças são ofertados dois vinhos apenas, mas em garrafas a variação é respeitável.

Eu dispensei o couvert de queijos combinados com molhos e fui direto para as entrdadas. O que me chamou atenção foi variedade e versatilidade de pratos “iniciais”. Além de pratos de entrada, ainda tem tapas, achuras e saladas, para abrir o apetite.

Escolhi um carpaccio de rosbife Wagyu com molho de alcaparras e mostarda Dijon. Uma entrada satisfatória para duas pessoas, nada pesado, mas saboroso. O carpaccio bem fininho com molhos que casam bem com a carne suculenta do Wagyu.

 

O prato principal foi bife Ancho de Angus Uruguaio que era a sugestão do Parrilleiro no dia.

Parrilla Del Carmem - PRATO PRINCIPAL

Depois do prato principal eu ainda quis experimentar o mix de linguiças, por pura gula e curiosidade. Não me arrependi! Recomendo a linguiça Parrilleira, uma delícia, apimentada e saborosa.

Parrilla Del Carmem - mix de linguiças

Para acompanhar tudo isso foram duas garrafas de vinho. Um Uruguaio e um Chileno, muito bem avaliados no Evino e Vivino.

Parrilla Del Carmem - Vinhos

Fechei com a sobremesa especialidade da casa. Sfogliatine, uma massa folhada com creme de chocolate branco e morangos.

Parrilla Del Carmem - sobremesa

O Parrilla Del Carmem é, sem dúvida, uma das melhores opções em carne de Santo André.

Se não é a melhor, mas não sou categorica nesse nível.

É uma ótima escolha para ocasiões especiais, ou para comer muito bem e ter um bom ambiente pra conversar. É silencioso, mesas numa posição confortável, não muito próximas e que deixam o clima bem reservado. Pratos bem executados e bem servidos, porções que servem bem duas pessoas e sobremesas idem.

Uma dica: eles fazem mini eventos, me pareceu um ótimo lugar para casamentos charmosos ou pequenas comemorações!

Voltarei mais vezes e vou fazer o curso de churrasco, anotem!

Eu sempre escrevo aqui no blog sobre os restaurantes que conheço e gosto 🙂

0 In Estilo de Vida

Lámen em São Paulo é modinha: Hirá Ramen Izakaya

Lámen em São Paulo é modinha Hirá Ramen Izakaya - destaque

Lámen em São Paulo é modinha desde 2016. Temos opções variadas, dos japoneses na Liberdade aos points na Vila Madalena.

Eu nunca havia comido Lámen, 30 anos de quebrada e ainda tenho um mundo pra conhecer. Muito menos havia ido em um IZAKAYA, eu nem sabia o que era.

Naquela quinta feira eu vi uma foto de um Lámen tão bonita no Instagram que fiquei com vontade – a loka das lombrigas. Por coincidência, a noite eu estava em frente ao Hirá Ramen Izakaya e decidi me aventurar.

Primeiro pesquisei o que é Izakaya, né? É um típico bar japonês para beber e comer refeições rápidas, mas completas. Não é petiscar, é comer mesmo. Não é pub, nem barzinho, é uma mistura de Brasil com Egito dos restaurantes japoneses.

O nome “izakaya” é uma palavra composta de “i” (“sentar”) e “sakaya” (“loja de saquê”), o que mostra sua origem como estabelecimentos que vendiam bebidas alcoólicas e permitiam que os clientes se sentassem em suas dependências para bebê-las. Wikipédia <3

Espiei um pouco e olhei o cardápio disponibilizado do lado de fora da casa – ponto positivo. O ambiente é pequeno, mesas bem próximas em frente ao sofá que circula o salão.

Mas, me pareceu agradável, meia luz e mesas disponíveis, entrei.

Na mesa ao lado, um casal falava Francês, Inglês e Português. Tudo ao mesmo tempo com uma garrafa de saquê aberta. Os playboys na outra mesa falavam de drogas e baladas, as patricinhas topzêra da balada tiravam fotos dos pratos. Dois homens com pinta de executivo bebiam e conversavam no balcão.

A garçonete chegou, deixou o cardápio e se retirou.

Óbvio que fiquei perdida, entre os nomes dos ingredientes, molhos e opções eu precisei do Google, de novo. Quando a garçonete chegou ela deu uma explicação bem ruim, que me confundiu um pouco, mas consegui escolher.

– O atendimento não foi ruim, a moça era gentil, mas não se saiu bem ao explicar e o barulho da casa atrapalhou e me irritou um pouco.

Minhas opções foram básicas para conhecer o tal do Lámen em São Paulo no restaurante eleito o melhor Izakaya de 2016 pela Veja Comer & Beber.

Das bebidas eu destaco com louvor o Midori Citrus. Um suco de capim limão, gengibre na medida, limão tahiti e água com gás. Como entrada pedi o Tataki do dia, peixe com molho ponzu, shisso, gengibre e cebola roxa*.

– eu não gosto de gengibre em excesso, mas não pedi para maneirarem a mão e, ainda assim, estava na medida.

Agora o Ramen, Lámen, ou o miojo que subiu na vida como diz o Marco Gomes :).

Das inúmeras opções, o escolhido foi o Miso: macarrão no caldo ton tori paitan, temperado com miso dare, servido com chashu, ovo cozido, takenoko, chingensai, tomate picado e cebolinha*.

O que deacho é caldo ton tori paitan, miso dare, chashu, takenoko, chingensai… Google it! Sim, preferi buscar no celular do que pedir explicações e ficar ainda mais confusa.

Para completar pedi um peixe grelhado da casa, o Sanma que é cavalinha do pacífico grelhada inteira (importada do Japão)*. Que não me ganhou em nada, tem sabor de anchova e eu não gostei da apresentação inteira, espinhosa, com as vísceras e etc.

Lamen em Sao Paulo Hira Ramen Izakaya - Sanma

Fechei com um mix de sashimi do dia, os peixes frescos e bem saborosos em cortes largos, diferente do convencional.

*Informações do cardápio da casa.

De sobremesa a casa tem apenas três opções,  ganha ponto por ter uma sem glúten. Eu escolhi o doce que me pareceu mais apetitoso, o Choux Cream um pãozinho com creme de baunilha. Saboroso eu admito, bem saboroso.

Lámen em São Paulo - Hirá Ramen Izakaya - sobremesa

A luz do local não me ajudou a tirar fotos decentes, por isso recorri ao perfil do Hirá na internet para ter mais fotos no post 🙂

Uma avaliação geral?

Considerando o local, o atendimento, mas principalmente a comida: eu achei tudo SUPERVALORIZADO! Pagamos o preço do bairro badalado, da modinha, mas faltou o fator WOOOOWW na comida. É o fator wooowww que me diz que uma comida vale o preço, entende?

Fiquei desapontada com a modinha do Lámen em São Paulo, me senti enganada pelas fotos de comida. Achei o Lámen gostoso, sim, bem servido, mas o sabor não me ganhou muito não.

Os demais pratos da casa seguem a mesma linha, são saborosos, mas simples, sem aquele sabor que faz a gente voltar na casa. Entendem?

Super comeria Lámen de novo, mas que vou procurar uma casa mais tradicional na Liberdade para ver se acho meu fator wow!