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Motivação

2 In Empoderamento

Mudar a energia de dentro pra fora

Mudar a energia de dentro pra fora - energia

Não esse não é um blog esotérico, tão pouco, místico ou religioso. Embora eu seja uma curiosa da espiritualidade e tenha aqui muita fé nas coisas.

Descobri que é possível mudar a energia que sinto e emano para viver melhor, mesmo em meio as tribulações.

Esse aprendizado na verdade é a soma de práticas que eu acredito na vida, mas passando por um momento específico desse ano eu precisei resgatar tudo isso dentro de mim.

Eu chutei algumas bundas esse ano, tomei umas boas rasteiras também, travei batalhas imensas, perdi algumas, ganhei outras… A guerra ainda está em andamento e mudar a energia de dentro pra fora está fazendo com que eu me recupere cada vez mais rápido dessas batalhas.

Eu acredito no poder transformador das coisas simples e consideradas pequenas, são elas que nos mostram milagres no dia a dia.

Levou 3 meses até que eu percebesse que pequenas mudanças na minha energia pessoal me sustentaram nas decisões mais difíceis.

Aqui é tiro, porrada e bomba, mas mesmo assim, eu comecei do básico: ficando na merda!

A merda* é aquele momento em que tudo dá errado, você tá sozinha no lugar mais fundo do que o fundo do poço e fica onde? Na merda! 🙂

Mas, de merda nessa vida eu entendo! As maiores lições e bençãos da minha vida saíram de momentos como esse. Eu odeio quando acontece merda na minha vida, mas depois que passa eu entendo que quando não é benção, é lição – mas, pode ser as duas coisas ao mesmo tempo agora!

Mudar a energia é um gesto de amor próprio, é uma decisão intíma e que só depende de nós. Mas, os resultados não vem só para nós internamente, viu? Isso que é o mais lindo!

Mudar a energia de dentro pra fora - frase

Eu comecei a mudar a energia dentro de mim quando reconheci os meus monstros.

Eu aceitei que dentro de mim vivem monstros que crescem, às vezes. Eles me assustam, assustam os outros, mas foi olhando pra eles que eu entendi que preciso controlá-los.

Fácil? Óbvio que não! Mas, todo dia tô aqui olhando meus monstros e aprendendo tentando a controlar eles um pouquinho.

Mudar a energia de dentro pra fora - monstros

Eu achava que ter inteligência/maturidade/equilíbrio emocional era não sentir dor ou, pelo menos, conseguir não mostrar que esses montros existem. Já que não ter monstros em si é impossível pra nós humanos mortais.

Mas, eu, no meu processo de evolução, preciso me harmonizar com os MEUS monstros.

Seja a raiva, ódio, ressentimento, medo, violência, mau humor, falta de flexibilidade e etc… (Se eu for escrever todos os meus monstros daria duas Bíblias.)

Eu entendi que fugir é pior, que não deixar sair me corrói por dentro, que viver de aparência é mais nocivo que admitir o pior lado do meu temperamento. Quando fujo dos meus monstros eles ficam num cantinho da minha cabeça isolados e crescendo, uma hora eles podem voltar ainda maiores.

Por isso, hoje, quando um desses monstros aparece eu simplesmente tento entender de onde ele veio, o que atiçou a fera em mim? Quando consigo, eu respiro e faço uma oração. Eu ainda não evolui a ponto de controlar eles, mas sempre digo que matar é crime, então sou um ser humano controlado pelas leis… Brincadeira, mas é verdade!

Depois que os monstros saem de mim, às vezes, eu choro, ou fico aliviada, ou dou risada da situação ou fico envergonhada se julgar que me excedi. Essa sou eu reconhecendo que posso ser melhor, mas também sem fingir, sendo eu mesma.

Cada dia é uma reação e um aprendizado.

Encarando meus defeitos eu aprendo e evoluo com eles. Quando passa a tempestade eu tenho certeza que exorcizei um demônio de dentro de mim e dei um passo adiante.

Isso é mais um exercício de maturidade mental e emocional que qualquer outra coisa, quando não estamos maduros a gente foge da dor, dos problemas, dos nossos monstros e busca a forma mais fácil para se iludir.

Outra coisa que me ajudou a mudar a energia da minha vida foi ter uma prática espiritual e física.

Eu coloco no mesmo nível de importância, praticar uma atividade física e uma espiritual. São dois pesos que me mantém em equílibrio, que me organizam por dentro e por fora.

Ter uma atividade física traz inúmeros benefícios pra saúde mental. Libera ocitocina, o hormônio do bem estar, melhora a saúde, aumenta a concentração e tem me ajudado a ter algumas horas pensando só em mim e no meu corpo.

Se não dá pra ir na academia fazer aula de yoga uma vez na semana, eu caminho na rua ou no parque, é de graça e faz um bem enorme pra mim.

Mudar a energia de dentro pra fora - atividade fisica

Como atividade espiritual eu acredito que cada pessoa encontra o seu caminho. Eu oro, muito e sempre! Vejo Deus como uma força onipresente que eu posso me conectar o tempo todo. Até quando tô no meio de uma discussão acalorada eu tento pedir uma força do céu pra me acalmar, porque meus monstros me vencem nessas horas.

Acredito na meditação contemplativa e voltei a praticar há 1 mês, também não é fácil com a cabeça cheia de energia densa e ruim, mas ao final eu me sinto muito mais leve.

Para mudar a energia da minha casa eu tenho usado a aromaterapia, farei um texto só sobre isso. Os gatinhos adoram os cheiros novos pela casa, uso até uma essência só para eles. 🙂

Minha energia e da minha casa tem impacto na vida e saúde dos meus filhotes. Tanto que eles andam bem doentinhos e eu precisei aprender cuidados para melhorar a saúde deles, mas também a energia e a ansiedade dos gatos. O veterinário me disse esses dias que eles estão abatidos pelas mudanças, mas a energia vital deles está preserevada e muito bem cuidada.

Mudar a energia de dentro pra fora - aromaterapia

Uso óleos essenciais para deixar a casa mais aconchegante e trazer sensações positivas através do olfato. Minha mãe usava muito Alfazema e Lavanda em casa para “acalmar as energias” quando eu era criança. A Alfazema e Lavanda têm efeitos relaxantes, calmantes, antiespasmódicos, analgésicos e antidepressivos, uso no banho, na roupa de cama e até algumas gotinhas para inalar antes de dormir.

  • Os gatos dormem muito melhor quando faço uma massagem neles com lavanda. O Fritz – meu gato mais velho – está doente e tem tido dores, nele que eu vejo mais diferença no sono depois da massagem.

Também tenho feito limpezas constantes para tirar roupas, móveis e tudo que esteja parado e sem uso. Isso renova a vida! Fotos, livros e objetos quando ficam parados só acumulam energia e pó.

Aqui tudo que pode ser doado é doado para quem precisa e o que não pode vai pro lixo reciclável.

No carro, quando estou estressada no trânsito, eu procuro mudar a energia ouvindo músicas mais calmas.

Se eu colocar Rage Against the Machine, que eu amo, na hora do rush eu viro o Toretto e acho que tô em Velozes e Furiosos.

Mudar a energia de dentro pra fora - trânsito

Não só mantras ou músicas calmas, ouço músicas que gosto de cantar, alegres e até danço ao volante :D. Quem me acompanha no stories já me viu dançando axé no final do expediente pra exorcizar o mau humor!

Tenho uma rotina com 4 horas no trânsito, todo dia. Então, pela manhã faço minhas orações, cocnverso com o universo, ouço música gospel e áudio books/podcasts.

Mudar a energia também nos aparelhos tecnológicos.

No celular e no computador eu limpei tudo que não uso ou que não faz mais sentido guardar. Peguei minhas HD’s externas, cartões de memória e pen-drives e limpei todos. Armazenei só coisas úteis, como documentos.

Mudar a energia de dentro pra fora - redes sociais delete

Especialmente no celular eu criei o hábito de limpar meu histórico de ligações e conversas do WhatsApp todo dia. O que preciso arquivar eu faço um print e mando por e-mail.

Mudar a energia de dentro pra fora - redes sociais

Outra pequena grande mudança na minha energia foi deletar das redes sociais todas as pessoas que não fazem mais parte da minha vida e que, por qualquer motivo, eu julgue que não quero ter contato ou que vejam o que eu posto.

Eu me perguntei: “como eu conheci essa pessoa? Qual o contato que ela tem comigo hoje? Quero/vou/faz sentido ter contato com ela no futuro?” Fui deletando sem dó e muita gente só percebeu quando bateu a curiosidade de saber da vida alheia, aí vieram curiosar nas redes do blog.

É bem mais fácil barrar bad vibes assim. Nas redes do blog tudo é pessoal, mas é SÓ o que eu quero mostrar e ninguém tem culhão de vir aqui escrever coisas ruins pra mim publicamente, entendem?

Faço momentos de detox em casa para mudar a energia e me recompor.

Eu experimentei alguns dias sem comer carne, sem bebida alcoólica e bebendo mais água pra limpar o corpo. Nesses dias eu quis ficar mais quieta que o normal. Evitei TV, internet, assisti filmes leves e li livros que elevam a mente.

Mudar-a-energia-de-dentro-pra-fora-detox em casa

Virou um ritual de detox pra minha vida. A melhor coisa é que eu me alieno do mundo por uns dias e volto renovada. Não preciso sair da minha casa pra isso, só desligo o celular/TV e fico no meu cantinho fazendo vários nadas seguidos.

Nesses dias de detox eu bebo mais chás, escolho aqueles que se alinham com calma e limpeza. Faço meus banhos de ervas e tento comer tudo o mais natural possível. Além, de ter muitas horas de sono, relaxamento ae reclusão.

  • Sobre os chás e ervas eu dou também para os gatos, eles podem beber certos chás e incluí florais para nós também. A longo prazo tudo isso muda nossa energia, não é milagre é cuidado e dedicação mesmo.

O que isso mudou em mim?

Por dentro me sinto mais forte, mais determinada e assumi mesmo meu lado negro da força. Sinto que mesmo quando bate a bad ela não vem por motivos banais, pessoas pequenas ou raiva.

Se for pra deixar a bad entrar que seja pelos problemas reais, né?

Minha saúde mental, emocional e física melhorou. Parei de focar atenção nas batalhas que não valiam ser lutadas e comecei a focar na guerra que vale ser vencida.

Aprendi que olhar uma situação pelos ângulos pequenos das pessoas medíocres cansa e desgasta. Querer lutar batalhas inúteis é desperdício de energia. Escolho minhas lutas e não ligo de não lutar por certas coisas/pessoas.

Minha cabeça se organizou e meu foco está maior em mim e nas coisas que eu quero. Estou mais certa do que eu quero pra minha vida e para onde estou indo. A clareza mental que mudar a energia me trouxe melhorou até minhas finanças.

Por fora? Pessoas íntimas notaram coisas bem sútis em mim e me disseram isso com alegria. Um sorriso mais aberto, um olho mais brilhante, uma movimentação de sonhos e felicidade que eu havia parado. Um bom humor voltando aqui, uma mudança ali…

Mudar de dentro pra fora me trouxe pessoas novas, fechou ciclos e mesmo nos meus erros eu tive a certeza de que eu estava fazendo o que era certo pra mim e deixando claro quem eu sou (com seus defeitos e qualidades).

Vou seguir mudando minha energia e vibração, movimentando por dentro para refletir por fora. Espero te inspirar a fazer o mesmo!

 

0 In Estilo de Vida

Revisão das resoluções de ano novo!

revisão das resoluções de ano novo

Esse texto começou a ser escrito em Junho, mas sou supersticiosa e deixei o semestre virar para publicar!

Estava pensando sobre tudo o que desejei fazer este ano e esbarrei nas resoluções de Ano Novo mais procuradas no Google*

*Graças a uma empresa de dados chamada iQuanti:

  1. “Get Healthy” – over 62 million searches
  2. “Get Organized” – over 33 million searches
  3. “Live Life to the Fullest” – nearly 19 million searches
  4. “Learn New Hobbies” – over 17 million searches
  5. “Spend Less/Save More” – nearly 16 million searches
  6. “Travel” – nearly 6 million searches

Parece que todo mundo desejou as mesmas coisas que eu! Mas, claro né? Essas são as coisas mais genéricas que todo ano a gente deseja.

Mas, eu sou do time que gosta de realizar, mais do que desejar.

Por isso, o segundo semestre do ano é hora de revisão para saber se estou no caminho com as minhas resoluções de ano novo ou se preciso reajustar as rotas.

Antes de pontuar cada uma das 6 metas eu revi alguns textos que escrevi esse ano e que tiveram tudo a ver com as coisas que realizei até aqui.

O primeiro texto do ano foi sobre 10 atitudes simples para mudar a vida. Entre erros e acertos essas atitudes fizeram todo sentido na minha vida esse semestre.

Em Janeiro ainda eu escrevi sobre o que acontece depois do fim. Hoje eu reconheço que ali eu já estava amadurecendo algumas das vontades que eu concretizaria poucos meses depois. Não sem dor, mas com muita certeza de quem eu sou e pra onde vou.

Esse ano também contei muito aqui sobre minha nova rotina de vida saudável, reeducação alimentar e das atividades físicas que inclui no dia a dia.

Por isso, dei um check no “get healthy” e me tornei mesmo mais saudável! Apesar de ter começado esse processo de busca por emagrecer pelos motivos errados, o resultado foi incrível na minha saúde.

Minha diabetes tá lindamente sob controle, descobri e estou tratando a disfunção da hipófise e os adenomas da tireóide.

Inclui no meu dia a dia terapias alternativas, com meditação, floral e acompanhamento médico. Tenho sentido que mesmo quando rola um desequilíbrio monstro da ansiedade, tristeza ou estresse eu consigo voltar ao meu eixo mais rapidamente.

Outra coisa que é muito importante pra mim é a espiritualidade, que complementa meu tripé de vida saudável. Viver a espiritualidade, seja ela qual for, é tão importante quanto cuidar do corpo e da mente.

Ser mais saudável: estou no caminho!

Eu e o mundo sabemos que no caos pouca coisa se sustenta. Organizar o caos da vida, mesmo quando a gente cria o caos, não é fácil.

Eu escrevi aqui no blog, como me organizar melhor  mais um texto que nasceu dos ajustes que fiz na minha vida.

Hoje, minha rotina está completamente diferente, mais leve e mais livre. Mas, ainda tenho tarefas a cumprir e passo muitas horas longe de casa.

Mas, me vejo muito mais organizada em todos os sentidos: na rotina de cuidados da casa, comigo, com o trabalho e financeiramente.

Ser mais organizada: estou indo bem!

A minha resolução era algo como viver a vida adoidado… Mas, aqui eu achava que eu ia para baladas, conhecer mil corpos por aí e… Eu hein? Que morte lenta e horrível, eu não sou assim!

Na verdade, viver a vida ao máximo para mim sempre foi viver o presente. Encontrar brilho na minha rotininha ~sem graça~ e isso sim eu consegui.

Esse ano eu entendi mesmo a riqueza da minha simplicidade e tudo o que não dê valor a ela foi colocado pra fora. Estou no caminho de viver ao máximo meus potenciais, meus relacionamentos e de curtir muito minha casa, os gatos e meu dinheiro.

Sem loucuras, por que eu já passei dessa fase <3 thanks God!

Viver a vida REAL ao máximo? Sim, estamos! Com suas dores e delícias, lágrimas e sorrisos!

Na parte dos novos hobbies eu falhei. O Youtube era meu novo hobbie desse ano, mas não consegui manter uma regularidade lá, ainda tenho vergonha e falta tempo pra me dedicar. Acho que a vergonha ainda é meu limitador maior, sabem?

Mas, tenho alguns meses pra reverter isso.

Se tem algo em que eu me superei esse ano foi na parte financeira! Foi difícil, mas além de pagar todas as contas (minhas e de outras pessoas) por três meses eu ainda gastei ZERO com supérfulos por dois meses.

Nem vou entrar no mérito de responsabilidades que as pessoas não cumprem, só por que sabem que tem quem segure. Mas, eu me admiro muito no quesito sangue nos olhos e dinheiro! 😀

Até recebi um valor inesperado na minha conta e, no começo desse mês, quem devia me pagou. O universo é generoso com gente honesta, viu?

Gastar menos, poupar mais: Completamente DONE!

Eu só viajei uma vez esse ano, para passar o final de semana na praia com a família. Não posso considerar que realizei o desejo que fiz no final do ano passado, mas tenho alguns meses para fazer pelo menos mais uma viagem e chegar perto :).

No balanço do semestre eu tenho uma lista com mais de 100 tarefas que concluí e não daria para escrever aqui. O projeto principal do blog nesse ano, o concurso para dar 4 vestidos de noiva, está indo muito bem também!

Para completar a inspiração das revisões de semestre, deixo a revisão de trimestre da Thais Godinho bem detalhada e focada em projetos.

E você? Como foi o seu ano até aqui? Me conta pra gente conversar?

2 In Empoderamento

O que acontece depois do Fim?

o que acontece depois do fim - lis.life

2016 foi um ano de encerramentos, segundo a astrologia esse ciclo de finais vai até março de 2017, mas esse texto não é nada místico…

Ano passado vi casais se separando, amigos perderam o emprego, tive derrotas pessoais na bagagem e parece que o mundo inteiro passou por grandes finalizações.

O Brasil, em especial, viu encerramentos no cenário político e econômico bem difíceis, empresas faliram, sociedades se desfizeram e a povo ficou com aquela cara de “meu Deus do céu, onde isso vai parar?!”

Nos meus encerramentos pessoais alguns são fracassos e outros desapegos de deixar ir aquilo que não me serve mais. Nada que se compare ao sofrimento de perder um ente querido ou ver um sonho se desfazer, mas me fez pensar sobre finais e recomeços.

Acho que todo mundo em algum momento já se perguntou o que acontece depois do Fim? Pra onde a gente vai quando as coisas dão errado? Onde a gente se firma depois que perde o chão?

O Fim é uma força da natureza, é uma entidade poderosa e mal interpretada.

Ele, quase sempre, vem fazendo machucados e deixa uma bagunça na passagem. Mesmo pra quem deseja muito que o Fim chegue, quando ele se manifesta dói.

Todo o poder do Fim é também uma responsabiliade.

O Fim tem a obrigação incubida pelos céus desde todos os tempos de chegar, se instalar, fechar portas e abrir caminhos para outras duas fortes entidades.

O Começo e a Aceitação, não nessa mesma ordem.

O Começo é sempre o mais desejado, querido, celebrado. Porém, ele não tem o poder do Fim pra conseguir se movimentar e chegar na vida das pessoas.

a Aceitação é calma, quieta e eu acho que ela é muda, mas não tenho certeza. Vai ver ela é só incompreendida, porque a gente nunca abre os braços pra ela logo cara… Mas, os poderes da Aceitação são fortes e duram pra vida toda e libertam!

A verdade é que só o Fim tem o poder de dar espaço para a Aceitação e para o Começo.

O Começo não abre portas, nem chega em lugar nenhum sem ter tido o Fim por ali antes. Já a Aceitação não vem só com o Fim, ela vem com o Começo também, mas de formas diferentes.

Porque quando o Fim chega ele deixa o espaço sinalizado pra Aceitação. Mas, a Aceitação não vem assim rápido, correndo.

A Aceitação não é instantânea no Fim como ela é no Começo, porque com o Começo a Aceitação tá ali nos fazendo sentir merecedores e unindo seus poderes com o poder eufórico do Começo.

Já com o Fim, a Aceitação não soma forças, ela fica só ali olhando, em silêncio e se manifesta só com o Tempo.

O Tempo é aquele cara que está o tempo todo ali e não damos valor sabe? Não adianta lutar o Tempo está sempre trabalhando na nossa vida e não importa o que façamos. Não vou falar muito do Tempo porque ele tá aqui e aí, ao mesmo tempo… Ele é complexo, temperamental e tão poderoso que merece uma prosa só pra ele.

Na minha vida quando o Fim passou o Tempo demorou muito pra manifestar a Aceitação. Ou talvez eu que demorei pra ver que ela estava ali…

Só sei que quando ela chegou, aí sim eu vi, na minha cara, o Começo que estava ali.

E tudo fez sentido.

O Começo estava ali o Tempo todo, depois do Fim, imediatamente manifestado. Eu não vi. Que cega!

Pra viver o Começo eu precisava abraçar de verdade a Aceitação. Não só da boca pra fora e pensando lá no fundo do coração que eu não “merecia” esse Fim.

Quando a Aceitação entra de verdade, tudo se encaixa, a roda gira e a gente encontra até a Gratidão pelo Fim.

Só com a Aceitação a gente consegue usar um poder que é só nosso: o poder de abrir novas portas!

As pessoas acham que é o Começo quem abre novas portas, mas não, esse poder é nosso.

O Começo fica ali na esquina, depois do Fim, esperando a gente abrir novas portas que vão aparecendo com o Tempo.

Não falei que o Tempo era poderoso?

Ele traz umas portas por aí no lugar daquelas que o Fim fechou e ainda deixa a gente abrir… Mas, lembra que ele é temperamental, viu? As portas não ficam ali pra sempre.

O Tempo é generoso e se encarrega de mostrar que, mesmo quando o Fim não é uma uma visita desejada e machuca nossa alma, ele, o Tempo, sempre traz a Aceitação e nos faz ver que o Começo estava o tempo todo aqui, junto com o Fim esperando a gente abrir nossas portas.

Se eu posso responder, de algum jeito, a pergunta do título é que o que acontece depois do Fim é movimento, são forças agindo e nos levando pra outro lugar, outro momento…

Quem está agindo na sua vida com você hoje? O Fim, o Tempo, a Aceitação ou o Começo?

*Esse texto nasceu da minha reflexão sobre quando perdi meu Pai e todo o processo de me despedir dele. Sempre me lembro de como minha mãe passou por esse momento sentindo cada dor e depois enfrentando suas lutas diárias. Já faz alguns anos que isso aconteceu, mas o aprendizado é forte na minha vida e me ensina como passar por esses momentos de finalização.

Todo fim chega trazendo um começo.
Mesmo sem saber ou se movimentar, quando algo acaba estamos já indo pra outro momento.
Mesmo que seja empurrado, forçado, sem vontade, depois do fim sempre vem um começo.
Precisamos entender isso com gratidão.
Mesmo no sofrimento do momento da partida, existe ali depois da esquina um lugar pra recomeçar.

Se você teve um final “voluntário” ou um fim inesperado e dolorido saiba que existe um começo para você e ele está logo ali.
Qualquer final por mais amigável e consensual que seja dói, deixa um vazio, uma vontade de ficar parada esperando a ferida fechar.
Mas, eu te digo: não fique parada no final.
Levanta chorando e sentindo a dor do fim, mas, vai atrás do seu começo.
Deixe a dor te acompanhar por um tempo e em algum momento ela se solta e você nem se lembra mais dela.
Faça coisas que te ocupem e acalmem.
Ache um novo lugar pra viver, corta o cabelo, arrisca um novo tempero na cozinha ou senta no sol um pouquinho.
É o movimento que nos renova.

8 In Empoderamento

Atitude de Gratidão: Motivos para agradecer!

atitude de gratidão

Hoje é dia de ação de graças, uma celebração que faz parte da minha vida desde 2007. Nessa dia eu faço de tudo para manter o coração cheio de uma atitude de gratidão.

Eu tento mostrar essa gratidão para as pessoas com cartões/e-mails, ligações e até sorrisos gratuitos. Também escrevo uma lista das coisas pela qual eu sou grata e não deveria, nunca, esquecer.

Quero dividir minha lista de ação de graças desse ano aqui no meu diário e sempre que precisar eu volto pra ler.

2016 foi um ano de resiliência, de aceitar o que eu não poderia mudar e trabalhar muito pelo que estava ao meu alcance.

Foi um ano de ótimos resultados financeiros, no meu ponto de vista, claro. Não tô falando de formar riqueza, mas  de contas pagas, avanços na minha economia pessoal e algumas aquisições importantes pra mim.

Pude dar suporte pra minha mãe onde ela precisou e ainda dar presentes pro Gu (meu sobrinho) e um apoio a mais pra pra Isa (minha sobrinha/afilhada).

O dinheiro não sobrou, mas também não faltou e isso é motivo de muita gratidão!

Eu sempre digo que ter um emprego e viver minha independência é um dos maiores motivos de gratidão.

Ainda mais com a economia atual do Brasil.

Com os preços mais altos só reforcei minha filosofia de comprar do pequeno empreendedor e mercados alternativos.

Especialmente comida, compro tudo pertinho de casa, mais fresco e em menor quantidade.

Desenvolvi muitas habilidades pessoais esse ano.

Estou cozinhando mais e melhor. Melhorei meu inglês. Comecei a estudar para abrir uma carteira de investimentos (além dos conservadores que eu tenho hoje). Fiz cursos de branding, estilo pessoal e auto maquiagem!

Foi um ano de começar a investir em mim, na minha felicidade e no meu desenvolvimento.

Uma coisa que eu nunca pensei que fosse dizer é que estou aprendendo a ser um pouco egoísta.

Eu sempre gostei de cuidar dos outros, dar oportunidade para os outros, investir nos outros, ser leal e ajudar todo mundo. Mas, cansei de não receber o mesmo tratamento.

Estou me cuidando, me dando presentes e pequenos mimos que são só meus!

Foi esse ano que eu percebi que todas as conquistas da minha vida só aconteceram por mim. Essa independência me fortaleceu para me libertar do peso de esperar que “alguém um dia vai me ajudar”.

Comecei a cuidar da minha saúde depois de ouvir o diagnóstico de Bournot ou estafa, disfunção da prolactina e uma piora na síndrome do ovário policístico.

Precisei que meu corpo e minha cabeça dessem um shut down. Mas,  caí em mim e comecei a olhar pra pessoa mais importante da minha vida: eu!

No trabalho eu melhorei minhas habilidades técnicas e de gestão. Tomei a frente de decisões e até comprei umas brigas com o meu chefe indiano. Não que brigar seja algo bom. Mas, numa cultura machista e nada justa como a dos indianos e do mundo corporativo, se impor é necessário.

Em consultoria a gente costuma dizer que “toda pró atividade será castigada”. Mesmo isso não me impediu de ser exatamente como eu sou. Fui pró ativa onde eu quis ser.

Minha avaliação de desempenho provou que meus resultados superam meu temperamento. E, eu não mudei meu jeito de ser para conquistar os Indianos ou o cliente.

Maior motivo de gratidão da minha vida: Minha mãe!

Como foi gostoso estar com ela esse ano. Fiquei o máximo de tempo possível colada nela, grudada, cuidando e sendo cuidada. Que sorte eu tenho por ser filha dessa Dona Helenice! A gente até briga, ela manda eu parar de falar palavrão, mas a gente se ama.

Gratidão também é ver a Isa crescendo cheia de saúde, doce e educada. Toda vez que olho a Isa e minha mães juntas, eu sei que minha atitude de gratidão precisa criar um mundo novo pra Isa!

Além desses sentimentos que estão transbordando eu tenho dias memórias marcantes de 2016. Foram dias de luta, dias de glória…

  • Pequenos prazeres

Na virada do Ano eu fiz o primeiro churrasco familiar na casa que ainda era “nova”.

Contratei o Fábio para comandar a cozinha no dia 31 e 1 de Janeiro. Ele cuidou de tudo com tanto carinho que foi o primeiro motivo de gratidão do ano.

Dar esse “luxo” aos meus amados não tem preço!

Lembro do olhar de orgulho e amor que minha mãe me olhou quando veio me dar feliz ano novo. Graças a Deus ela me olha assim todo dia, não só pelas conquistas financeiras, mas por tudo. Preciso filmar pra eu nunca esqeuecer!

  • Metas

No meio do ano passado eu precisei vender meu primeiro carro, com 5.000km, pra conseguir pagar a obra da casa. O sentimento de frustração quase superou a alegria de conseguir mobiliar a casa.

Eu havia colocado como meta comprar um novo carro em 1 ano, o que aconteceria no meio desse ano.

Mas, em Dezembro eu consegui comprar outro carro, zero! Sem milagre, só com trabalho e foco! O carro chegou como meu presente de natal!

Outra meta que eu me dei foi de voltar a viajar 2 anos depois da compra da casa. Seria só em 2017.

Mas, com 1 ano eu consegui realizar o sonho de conhecer uma Ilha! Uma viagem desejada e que veio para coroar um ano difícil pessoalmente, mas que me mudou completamente!

Preciso dar graças, todo dia, por ver e viver dos resultados do meu trabalho.

  • Carreira

Foi um ano difícil na empresa, mas, eu esperava não durar 3 meses nesse projeto e já estou há um ano e com méritos. Eu recebi uma avaliação muito positiva da Índia e dos gestores aqui do Brasil. Dois gestores, um do cliente e um da empresa que trabalho, vieram pessoalmente para me elogiar e elogiar minhas entregas.

Mesmo com problemas pessoais eu mantive um padrão de qualidade em tudo que fiz.

  • Blog

O blog cresceu, os acessos aumentaram e o número de contatos que recebo de empresas aumentou. Foi uma grata surpresa! Pela primeira vez na vida eu recusei convites de publicidade no blog! Sim, eu me libertei do peso do blog “comercial” e recusei 2 publiposts que não tinham nada a ver comigo.

Sou grata por poder manter esse espaço livre, com meu investimento e conseguir colocar meus valores acima do dinheiro.

  • Pessoas

Cada pessoa que entra em contato dizendo que eu as ajudei ou toquei de alguma forma seus corações é uma força imensa na minha vida. Pessoas que me pedem opinião, ajuda e dicas fazem eu me sentir tão especial e fazem com que eu agradeça por toda minha experiência de vida.

Eu agradeço pelas dificuldades que me trouxeram até aqui e fizeram de mim quem eu sou.

Esse ano eu cresci e sofri internamente ao mesmo tempo. Crescer dói, mas é necessário e libertador. Esse ano eu abracei meu temperamento “difícil”. É parte de quem eu sou e pronto, não é um defeito, é uma qualidade! Os problemas de relacionamento que eu tive esse ano (sociedades furadas, pessoas desonestas, interesseiras e eu sendo trouxa) me mudaram pra melhor.

  • Amadurecimento

Esse ano teve decepção? Teve!

Mas, de uma forma mais leve sem sofrimento. Exatamente porque eu mudei a minha forma de encarar as relações.

A sensação de liberdade que é poder virar as costas para coisas e pessoas que não agregam, só sugam e não ter prejuízo algum por isso, é única!

É mais que desapego, é liberdade, independência e segurança!

Posso dizer que desapeguei das pessoas em geral. Aprendi que só posso me sentir livre, quando dou o meu melhor pra todo mundo. E se, eu não recebo o melhor de alguém, a “culpa” não é minha.

Cada um dá o que tem!

  • Desapego

Foi a palavra do ano, não material, mas emocional.

Precisei começar a lidar com o fato de que minha mãe não é eterna. Me preparar pra um dia ela não estar mais aqui. Anda sinto um medo terrível só de imaginar isso.

Por isso meu maior motivo de gratidão é ver minha mãe que segue vencendo as batalhas que a vida dá. Só de pensar na minha mãe eu sinto a atitude de gratidão transbordando.

Imediatamente, eu quero chorar de alegria pela vida dela. Sou grata por ter minha mãe comigo até aqui!

“até aqui nos ajudou o Senhor” (1 Samuel 7.12).

Esse é meu agradecimento ao Universo por conspirar a meu favor. É a forma que eu tenho de reforçar a minha atitude gratidão e me lembrar que mesmo nos momentos ruins eu tenho muito a agradecer.

Quando você achar que não tem nada para sentir gratidão comece uma lista. Escreva as coisas simples e as coisas cotidianas, são elas que nos mostram o quanto a vida é boa!

Happy Thanksgiving <3

10 In Empoderamento

Autoestima e padrões de beleza

Autoestima e Padrões de Beleza

Autoestima e padrões de beleza nos cercam o tempo todo. A autoestima está ligada a tudo que fazemos, somos e como nos comportamos com os outros e conosco.

A autoestima e padrões de beleza vivem dentro da nossa cabeça. Fazendo dela um campo de batalha, ativando emoções das mais fortes possíveis.

Você já se olhou no espelho e não se achou bonita?

  • Já entrou em pânico provando as roupas do seu armário, não gostando de nada e achando que a culpa, no fundo, é da sua falta de beleza?
  • Você não se vê bonita em nenhuma foto?
  • É comum você querer se vestir e se sentir como (parecem) aquelas garotas do Instagram, da TV, da revista?
  • Você já desejou se olhar no espelho por uma única vez e ter a sensação de “wow, eu sou muito linda” e não aquela sensação de “não sou bonita de verdade”?

Se você respondeu não à essas perguntas, muito bem, esse texto não é pra você.

Eu respondi sim pra todas as perguntas e acho que não estou sozinha nesse mundo.

De vez em quando, ainda tento culpar a roupa, a cor, o tecido, mas no final me pego pensando: “sou tão comum, normal, não sou bonita, meu corpo, essas olheiras… Affeee chega desse espelho.”

Existe uma linha bem definida na sociedade/blogs/cultura/mundo sobre aparência e padrões. Ou você se encaixa ou não.

Eu não me encaixo. Nunca me encaixei, por vários motivos.

Isso criou um sentimento-monstro aterrorizante que só aumentou com a pressão social ao longo dos anos.

Quem conhece esse sentimento sabe que a pressão se torna interna e vira uma força esmagando nossa personalidade pouco a pouco.

Essa força vai nos empurrando e aos poucos olhamos a caixa do padrão “aceitável” e queremos estar dentro dela, a qualquer custo.

A gente acorda abre o armário e escolhe aquela roupa que ficou linda no outfit inspiração do Pinterest. “Mas, não funciona em mim porque não tenho esse corpo, sabe?”

A maquiagem simples de todo dia é feita pra garantir aquele glow da pele das famosas. Ou pelo menos parecia que ia ficar naturalmente bom no tutorial. “Ah, minha pele tá péssima, preciso mesmo de muita maquiagem, vai.”

Se for pra fazer foto pra internet, maquiagem pouca é bobagem. Precisa cobrir tudo pra ter a pele perfeita e parecer uma TUMBLR GIRL. “Ah e manda mais maquiagem que tá pouco.”

Puts, mas eu preciso dessas calças que deixam todo mundo magro e lindo e alto… “Ah, mas minhas coxas grossas não entram nelas. Mas, vou lá experimentar e compro um tamanho maior com uma cinta porque minha bunda tá imensa.”

Aí na hora do almoço, pensando bem… Preciso corrigir minha dieta e tentar viver sem chocolate, açucar, lactose e glúten… Caraca como comer bem é caro, né? É não, eu que devo ser pobre mesmo, ah vou tomar chá e muita água pra aliviar a fome.

Uma olhadinha no Instagram antes de dormir, com a luz apagada, sem edredom fofo e quarto decorado. “Mas, por quê eu não posso ter uma imagem e vida perfeita? Talvez, eu não esteja destinada à admiração. Nada funciona bem comigo, nada fica igual ao feed da senhora perfeita do blog X.”

“Eu acho que alguns foram destinados a assistir e outros a desfilarem confiança e beleza pelo mundo…”

Fim.

Assim nasce uma pessoa insatisfeita consigo mesma.

Mas, não, não é o fim.

Todos os dias a gente pode lutar contra os padrões de beleza. E, principalmente, contra esses pensamentos destrutivos.

A única coisa que está sob nosso controle somos nós mesmos e nossos pensamentos. Tudo o que podemos fazer é nos esforçar para não nos comparar, não nos diminuir e não nos deixar derrubar.

Eu também enfrento esses pensamentos e, às vezes, eles vencem. Mas, já foi pior!

Eu já senti isso 24 horas por dia, eu já me permiti ser diminuída por pessoas achando que elas estavam certas sobre mim, meu peso, meu corpo, minhas roupas, minha inteligência, meu futuro…

Em algum momento da mnha vida eu parei de chorar escondido. De perder oportunidades por não me achar boa o suficiente ou adequada o sufiente. [Tweet “Eu engoli o choro junto com o suor das minhas lutas.”]

Parei de fazer dos meus pensamentos meus inimigos e de tornar as coisas mais difíceis para mim o tempo todo. Aproveitei e parei de seguir uma galera na nternet e parei com algumas revistas também.

Desde então eu tenho colocado minha personalidade em tudo e não me desculpo pelos caminhos que escolhi. Aceito o estilo que me abraça a cada dia que eu acordo diferente.

Eu assumi qu é uma escolha não me deixar derrubar. Seja por causa de uma mudança de peso, uma perda no trabalho, um relacionamento mal sucedido.

  • Eu tenho o poder de evitar pensamentos de derrota quando não entro no biquini, no vestido, na calça.
  • Eu tomo o controle da minha cabeça pra não me deixar derrubar por “conselhos de amiga”. Aquelas críticas cheias de amargura disfarçada de mel.
  • Eu tenho o poder de não ir para lugares escuros da minha mente, mesmo que as “circunstâncias” queiram me levar pra lá.
  • Eu tenho o poder de reagir positivamente a circunstâncias negativas ou simplesmenta manter a minha paz interior.

Não é tão fácil fazer quanto é falar. A gente é quase condicionada a destruir nossa autoestima atrás dos padrões exteriores.

Porém, acredite em mim, é possível mudar essa chave. Tudo o que é preciso é prática, paciência e muito amor conosco.

Uma das formas que eu encontrei para mudar minha autoestima e padrões de beleza foi criar um exercício:

Lembro rapidamente das situações onde minha autoestima e padrões de beleza me jogaram pra baixo. Onde eu me senti frustrada, dimuida, inútil.

Depois, eu penso, por alguns minutos em formas de desconstruir aquilo, reverto os pensamentos na minha cabeça e faço afirmações do tipo: “essa situação passou, eu cresci, aprendi com ela, agora eu vou seguir em frente melhor do que eu era antes”.

Parece forçado e é mesmo, é quase que reprogramar uma memória.

Eu troco frases negativas que eu disse ou ouvi sobre mim, por frases positivas. Trago pra consciência que eu sou o melhor que eu posso ser hoje, amanhã eu me torno ainda melhor.

Lembre de alguma situação aí na sua vida.

Pense em todas as vezes que alguma situação destruiu sua autoestima, te fez se sentir frustrada e gritar para si mesma na frente do espelho chorando por horas.

Em vez de reagir do jeito que você normalmente faz, tente dizer pra si que você é maior do que essas questões.

Faça isso várias vezes, todos os dias.

Nenhuma negatividade vale um segundo das nossas adoráveis 24 horas. Acredite em mim quando digo que não vale a pena eu aprendi isso da pior forma possível.

Encontre a sua aceitação em você!

Publique suas fotos no Instagram porque você simplesmente não consegue resistir a quão bem você ficou na sua roupa.

Use maquiagem para se agradar.

Encontre sua voz dentro da sua personalidade e coloque ela pra fora.

Acredite em você <3 se você está buscando mais informação pra não se sentir sozinha nesse mundo, recomendo esse texto da Geledes.Org que fala sobre padrões de beleza, autoestima e feminismo.

Eu tô fazendo isso por mim, todo dia um poquinho e escrever isso aqui me deu uma força imensa, obrigada por ler!