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Inspiração

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A diferença entre gratidão e dívida

A diferença entre gratidão e dívida

A diferença entre gratidão e dívida faz muito sentido, pra mim, no dia de ação de graças.

Nos últimos 10 anos eu celebrei o Thanksgiving com uma atitude de gratidão. Poucas vezes tive a oportunidade de celebrar com um jantar. Na maior parte dos anos me fiz um brigadeiro e fui à Igreja agradecer.

Esse ano não comemorei nem mesmo coisas corriqueiras, como meu aniversário e outras datas.

Logo eu que amo uma data comemorativa? Amo um pretexto pra fazer algo especial, amo qualquer dia que seja festivo. Sempre gostei até das datas puramente comerciais para ter um pretexto de festa.

Eu fazia muita questão dos dias especiais serem marcados por pequenos prazeres.

Nunca foi a festa, presente, grana ou algo assim, sempre foi só a celebração das coisas simples com a maior empolgação do mundo.

Celebrar era como pagar uma dívida comigo mesma ou com o universo. Era como se eu devesse ao universo esse gesto de “gratidão” pela tal data feliz.

Mas, os acontecimentos desse ano mexeram com algo que era quase sagrado pra mim. Mudaram o quanto eu enxergava o “especial” na minha vida como um “favor”, seja de Deus ou da vida.

Já falei do meu passado aqui algumas vezes. Não só na infância e adolescência pobre que eu buscava ter esse olhar especial pras coisas, sabe?

Eu sempre levei uma vida ferrada pra caramba! Nunca foi easy peasy, sempre foi luta, suor e quase sempre all by myself! Ainda assim, eu achava que vivia um conto de fadas.

Sempre dei um jeito de ver que tinha sorte de estar onde estava e ter o que tinha. Eu tinha um encantamento, via um conto de fadas na minha vida, sabe?

Por isso que eu TINHA que ser grata, não que eu me forçasse, mas essa dívida intrínseca da felicidade estava ali…

Eu sempre tive facilidade de aceitar o karma ruim, a maldade ou até a falta de sorte na vida, mas não as coisas boas. Por isso a gratidão era como pagar uma dívida pelo bem recebido.

A diferença entre gratidão e dívida

2017 não foi um ano fácil, mesmo não tendo sido até aqui um ano ruim. Mas, foi um ano que me mudou naquilo que eu achava ser minha essência.

Aqui que a diferença entre gratidão e dívida começou a ficar latente pra mim.

Embora eu tenha muito a agradecer, sempre temos né? Eu não tenho mais a visão da dívida com nada, nem ninguém, nem mesmo com Deus tá?

Não que eu ache que sou a imensa merecedora de todo o bem do mundo.

Eu só tenho sentido que minha gratidão está mais associada ao que é meu – só meu – do que ao ato de agradecer por algo.

Dar graças à Deus é parte da minha rotina, dou graças constantemente em pequenos pensamentos e em ações concretas que faço no dia a dia… Não necessariamente para pagar uma dívida pelo bem recebido entendem?

Mesmo quando não recebo o bem, eu tenho dado graças, mesmo com raiva e sem o brilho nos olhos de antigamente.

Tá tudo bem comigo e tudo bem em eu me sentir assim.

Eu reconheço a grande dádiva que é ser quem eu sou e estar onde estou. Não sou ingrata com o universo, com Deus ou com a vida, pelo contrário!

Vejo até um divórcio como uma grande oportunidade, why not? Vejo as pessoas e situações que me fizeram mal como influencia na força que se mostrou em mim, why not?

Mas, não vejo com olhos fofinhos soltando arco-íris pela barriga.

A diferença entre gratidão e dívida

Não vou dizer que sou grata pela vida de quem me fez mal, mas tô tranquila com relação a existência dessas pessoas.

Aqui que eu começo a falar da gratidão que faz sentido pra mim esse ano:

Eu tô tranquila com tudo que acontece na minha vida, bom ou ruim. Seja o karma se manifestando ou se limpando pra vida poder seguir. Estou ainda mais tranquila com tudo o que fiz esse ano, por mim, pelos outros e no meu dia a dia.

Apesar de sentir que minha essência foi mudada, se é que isso é possível, eu me sinto tranquila com a mudança.

Me sinto tranquila com a raiva, com a cangaceira dentro de mim. Até com a tentativa diária de seguir adiante de um jeito diferente, sem conto de fadas e com sangue nos olhos.

É fácil espalhar paz e amor quando tudo é doce. Mas, sem o menor cuidado com a vida – relativamente feliz – muita gente não sabe ser grata pelo que tem e escorrega no quiabo desandando tudo.

É quase um circulo vicioso da vida.

Se você não se sente grata de verdade pelo que tem, dificilmente se empenha em manter ou melhorar as coisas. Se você se sente em dívida com alguém ou com a vida, dificilmente se sente tranquila pra viver o que lhe é merecido ou até mesmo imposto.

A gratidão não nasce da dívida, mas sim do reconhecimento do que tenho, do que sou e do que recebi no caminho. Na minha revisão das metas do ano e quando revejo os meus desejos para a vida eu consigo entender que vivi um processo de anos e que culmiram nessas mudanças em mim.

Os meus motivos pra agradecer são os mesmos, quem mudou fui eu, por dentro.

E, tá tudo bem em mudar!

Aliás, a capacidade de mudar é um dos motivos pelos quais eu mais me sinto grata hoje!

Vai ver minha essência não mudou… Só se alinhou com o sentimento de gratidão e não mais com o de dívida.

Não sei se vai fazer sentido, mas o texto abaixo meio que resume o que eu sinto em relação a diferença entre gratidão e dívida.

“Ontem eu destravei uma metralhadora em cima de uma pessoa, depois até fiquei com pena!
A pessoa, virou pra mim e falou que eu não sou a mesma Carol que morava no Preventorio. Falou que eu sou ambiciosa, falou que eu sou fria que não amo ninguém e falou que eu sempre to armada e que eu n sou mais humilde!

Muitas pessoas acham isso e realmente eu mudei! Mudei muito, na época que essa pessoa me conheceu a minha maior ambição era conseguir um emprego de carteira assinada no posto de gasolina. Comprar um dvd e comprar todas as cores da melissa/dona, que na época só quem tinha na favela mais de 2, era as mulher de Bandido.

Hoje eu tenho ambição de ter umas 2 mansões, na praia e no campo, ter uns 3 carroes, uma xj6, um onibus personalizado pra fazer show, um jatinho, uma lancha! Eu quero ter dinheiro pra contratar o Roberto Carlos pra cantar no aniversário da minha bisavó e sobre a melissa eu tenho ambição de ser patrocinada pela marca.

Sobre ser fria, não me acho tanto assim não, eu gosto de crianças e de pássaros! Eu nunca fui muito sentimental/carente, eu aprendi cedo a não precisar de ninguém pra ser feliz, a ter amor próprio e, se tiver que morar 1 anos nos Estados Unidos sozinha, pra fazer dinheiro, eu vou sem olhar pra trás.

Ganância é quando você pisa em qualquer um pra conseguir o quer.
Ambição é quando você se sacrificar sem pisar em ninguém para ter o melhor.

Se aquela Carol que morava, naquele barraco sem porta nem janela, agradava mais e era humilde, desculpe! Eu não vou me diminuir pra caber em ninguém, eu já aceitei muita humilhação nessa vida… Humilhação, assédio, opressão!

Sabe o que é cantar com 4 bandido passando o fuzil e a mão na sua perna? Sabe o que é um contratante da casa de show, querer tirar você do soro no hospital, te ameaçando armado?
Sabe o que é um cara passar a mão na sua xereca tu subindo pro palco pra trabalhar?
Sabe quando vem aquela vontade de ver a pessoa sangrando, quando você fica cego e só consegue ouvir sua respiração?

Isso aconteceu comigo, mas eu precisava daquele dinheiro pra pagar meu aluguel!
Eu segurei minhas lágrimas, minha personalidade! Segurei anos o leão dentro de mim, porque eu precisava da grana.

Eu durmo e acordo armada porque ninguém vai me esculachar nunca mais!”*

Cara, me identifico em tantos níveis com esse texto!

Lembremo-nos sempre que a diferença entre gratidão e dívida é que gratidão se sente e dívida se paga.

*corrigi algumas palavras e as pontuações, mas o texto na íntegra é da MC Carol!
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Ainda dá tempo de fazer em 2017!

Ainda dá tempo de fazer em 2017!

Um título afirmativo: Ainda dá tempo de fazer em 2017!

Sim, reforço mentalmente: dá tempo.

Li um texto esses dias, sobre o que ainda dá tempo de fazer em 2017…

Fiquei pensando o quanto a gente se desespera antecipadamente com o final do ano. Sou uma das pessoas que reclama que o ano passou rápido – não esse, 2017, nem 2016 que eu quero mais que fiquem lá no passado logo!

Mas, em 90% das conversas que tive, desde Outubro, teve alguém reclamando que o ano acabou e não fez nada.

Mas, gente? Como assim o ano acabou?

Aqui só acaba quando termina – tirando a merda de 2016 que se repetiu em 2017, 7×0 que não acaba…

(tô rindo de nervoso)

Falando sério.

Falta 1 mês (pelo menos) para o ano acabar e eu, que nem otimista sou, sei que ainda dá tempo de fazer um bocado de coisa em 2017!

Sou do tipo de pessoa que gosta de se puxar pra frente, que se desafia a fazer mais e melhor. Não vou deixar esse ano vai passar com a marca de ter sido um péssimo ano.

Fiz um compromisso mental, agora público, de coisas que dá ainda tempo de fazer em 2017.

Tenho de hoje até dia 31 de dezembro, 40 dias, para conciliar a vida/trabalho e fazer estas coisas:

  • Organizar meus objetos pessoais e meu closet.
  • Organizar roupas de cama e banho.
  • Organizar e limpar os armários da minha cozinha.
  • Separar tudo que puder ser doado nessa organização.
  • Fazer o backup e arrumar arquivos digitais.
  • Terminar, pelo menos, 3 cursos que comprei.
  • Ler mais 1 livro.
  • Pequenos cuidados pessoais – minha lista tem 5 coisas que preciso/vou me dar.
  • Fazer os exames do check up pedido pelo endócrino.
  • Adotar mais cartinhas do Papai Noel dos Correios.

Olhando aqui, de longe, parece pouco e até sem valor né?

Mas, essas coisas pequenas são as que eu fui deixando de priorizar, colocando de lado, mas que queria fazer! Só não dava tempo, nunca… Na verdade, eu não arranjava tempo!

Em 40 dias muita coisa pode acontecer e a verdade é que da tempo mesmo de fazer muita coisa!

Basta querer 🙂

Uma das atitudes mais empoderadoras e difíceis da vida é saber que nós somos responsáveis por como vivemos. A gente não controla o tempo, mas controla o que fazemos com ele e como vivemos apesar dele.

8 In Empoderamento

5 TED Talks para inspirar!

5 TED Talks para inspirar sua vida

TED talks são palestras curtas feitas por personalidades das mais inspiradoras possíveis ao redor do mundo.

Se você busca conhecimento e auto melhoramento contínuo TED Talks são uma excelente ferramenta. Além de temas como ciência, tecnologia, comunicação e psicologia, os Talks ainda trazem histórias de vida reais e inpiradoras.

Cada pessoa vai assistir e tirar proveito do conteúdo de acordo com sua vivência, crenças e maturidade. Eu, por exemplo, já assisti esses mesmos Talks várias vezes e ainda me surpreendo com o que retiro de cada um deles.

Sempre que busco esse tipo de conteúdo tento fazer um paralelo com a minha vida, com situações que vivi e tento analisar onde posso amadurecer a partir desse conhecimento.

Essa lista é o top five TED Talks que mais me tocaram nos últimos tempos.

São os que eu assisto para reforçar ideias que me inspiram e me colocam em movimento!

We should all be feminists – Chimamanda Ngozi Adichie

Se você ouviu a música Flawless da Beyonce deve ter decorado a frase: “Feminist: a person who believe in the social, political and economic equality of the sexes”, que é um trecho dessa palestra.

Constantemente, associam algum comportamento meu ou minha personalidade com o termo feminista. Sempre ouço comentários negativos sobre “quando baixa a feminista cangaceira” em mim. Em geral, vem como ofensa de algum homem com o ego fragilizado pelo meu comportamento…

Hoje quando assisti pela milésima vez esse vídeo eu lembrei que essas são algumas das as melhores características do meu comportamento. Exatamente as que me fizeram chegar até aqui, contrariando as estatísticas.

Como Chimamanda explica no vídeo, a criação dos homens dá “por direito” à eles satisfações e pretextos tão ridículos que oprimem eles mesmos. Moldam desvios de caráter no comportamento masculino que acabam oprimindo mulheres, mas também, homens. São comportamentos que parecem pequenos, mas que são tão enraízados na sociedade que moldam a cultura de opressão que afeta a forma como homens e mulheres são educados.

Exatamente por isso, todos deveríamos ser feministas!

Toda vez que assisto essa palestra eu me lembro que tenho que lutar muito, todo dia, só por ter nascido sob o gênero feminino da moeda. Já assisti milhares de vezes, mas assisto de novo e de novo! Para me lembrar da raiva e da não conformismo que é preciso ter para não me curva e criar um mundo melhor pra Isa e para as mulheres que virão depois de mim.

“Você pode ser ambiciosa, mas não muito. Você deve desejar ser bem sucedida, mas não muito. Caso contrário, você vai ameaçar os homens.
Se você for o arrimo em seu relacionamento com um homem, você tem que fingir que não é, especialmente em público ou você vai “castrá-lo”.
Porque sou do sexo feminino, esperam que eu almeje o casamento, esperam que eu faça as escolhas da minha vida. Mas, sempre tendo em mente que o casamento é o mais importante. O casamento pode ser uma fonte de alegria, amor e apoio mútuo. Mas, por que ensinamos as meninas a ansiar ao casamento e não ensinamos a mesma coisa para os meninos?
Criamos as meninas para serem concorrentes. Não para empregos ou para conquistas, o que pode ser uma coisa boa. Mas, para disputar a atenção dos homens!”

My philosophy for a happy life – Sam Berns

Assistam! Assim no imperativo. É um talk rápido, com uma fala simples e leve.

Sam traz lições que eu, constantemente, preciso me lembrar para não me deixar abater pela negatividade na dificuldade.

Ele abre com a frase: “a vida passa muito rápido. Se você não parar e olhar ao redor, de vez em quando, você pode perdê-la”.

Tem feito muito sentido na minha vida pensar desse modo. Tenho reconhecido muito mais felicidade no meu caminho, mesmo em meio as dores.

Nunca houve em mim uma busca pela felicidade externa, padronizada ou inatingível. Mas, já tive meus momentos de cegueira onde não vi a felicidade genuína presente na minha vida.

Pra mim, a grande lição aqui é a simplicidade de viver o melhor que se pode aceitando as dores e delícias da vida, como gosto de dizer. Vivendo e estando de fato presente é possível manter a firme esperança de que, em pequenas coisas, a vida se faz plena, mas não perfeita.

Associo essa filosofia ao texto que postei no stories essa semana:

Se as pessoas se separam tem uma série de incovenientes, se as pessoas não se separam tem uma série de incovenientes. Se as pessoas ficam juntas, tem algumas vantagens, se as pessoas não ficam juntas, também tem vantagens.

Qualquer opção é sempre uma opção dentro do samsara. O samsara é caracterizado por: tem algumas coisas das quais eu gosto, tem algumas coisas das quais eu não gosto, a gente quer o que gosta, não quer o que não gosta. Isso é o samsara. Não temos possibilidade de obter êxito nisso. Porque aquilo que a gente quer e parece favorável dali a pouco apresenta problemas. E aquilo que a gente não quer é desfavorável, é penoso, mas dali a pouco apresenta algumas vantagens. É assim. É melhor desistir disso. Não criticar o samsara. O samsara tem essa característica. – Lama Padma Samten.

Become who you really are | Andrea Pennington

O pior momento da minha vida foi quando eu percebi que as frases: “Podemos ser funcionais, mas não estamos realizados. Podemos ser bem sucedidos, mas não estamos satisfeitos” descreviam a minha realidade.

Eu já conhecia esse TED Talks e já havia tido as minhas experiência com fundo do poço e grandes adversidades. Mas, pouco tempo atrás o fundo do poço ficou mais fundo. Não por erro meu, mas por que alguém foi lá e cavou. Entendem a metáfora?

Revendo essa palestra eu encontrei o entendimento para a sensação de vazio, de falta, que eu vivi por algum tempo e que preencheu uma relação que era boa, mas se tornou ruim com o tempo.

Foi refletindo sobre ser eu mesma que comecei a ver que eu não tinha culpa elo que estava acontecendo e encontrei algumas respostas valiosas até sobre o comportamento alheio.

Esse vídeo é um super material de apoio para a terapia, viu? Mas, te adianto que pode ser um tanto too much autoajuda para pessoas céticas, como eu 😀

How to stop screwing yourself over | Mel Robbins

Eu resumo meu mantra motivador da vida com: faça o que tem que ser feito! Começo meus dias, bons e ruins, repetindo esse mantra.

Nesse talk Mel Robins soma a energia de “comece a fazer o básico”, ao comportamento adulto que é preciso ter quando se é um adulto (oras) e a outros comportamentos que ela vai explicando com bom humor.

Ela fala tudo com uma clareza hilária e dá tapas na cara do nosso comodismo. Todos os pensamentos desse discurso vem de encontro a minha crença de que o que estraga a nossa vida somos nós mesmos, com o nosso comportamento.

The Secret of Becoming Mentally Strong | Amy Morin

Todos os pensamentos desse TED podem ser aplicados em tantas áreas da nossa vida, tantos comportamentos, que nem sei numerar.

Amy começa explicando que o preço dos nossos pequenos hábitos/atitudes é o que rouba nossa saúde mental e emocional.

O que mais me tocou nesse TED Talks foi a história pessoal de Amy. Ela relata uma situação extrema da vida onde ela viu que ter bons hábitos/comportamentos não era o suficiente. Eu passei por alguns processos doloridos e tive as mesmas constatações.

Se manter de pé, fazendo o que é preciso ou até mais que isso, às vezes, não é o suficiente. É preciso ter força de não alimentar o que nos faz mal para nos mantermos fortes nos momentos mais necessários.

Ela explica que o segredo para ser mentalmente forte é abandonar de vez os pequenos mau hábitos, mau comportamentos, desde os menores e imperceptíveis que nos seguram no lugar que estamos ou nos fazem retroceder.

O top five mais autoajuda ever, eu sei!

Essa lista é bem pessoal e fala muito dos momentos recentes da minha vida, de coisas que superei ou não. Mas, cada um desses vídeos me ajudou tanto, que fazer esse compilado é uma forma de não esquecer os aprendizados.

Por mais que sejam simples a gente precisa desse reforço, né?

 

TED  é uma organização sem fins lucrativos que defende as “ideias que merecem ser compartilhadas”. Há 26 anos as conferências TED dão espaço para ideias que tem impacto positivo na sociedade; os eventos sob o nome TEDx são a versão independente e licenciada do TED, são eventos locais que reúnem um número limitado de pessoas para compartilhar experiências. TED é a abreviação de Technology, Entertainment and Design, mas os assuntos abordados nas TED Talks vão muito além disso.

 

2 In Empoderamento

Mudar a energia de dentro pra fora

Mudar a energia de dentro pra fora - energia

Não esse não é um blog esotérico, tão pouco, místico ou religioso. Embora eu seja uma curiosa da espiritualidade e tenha aqui muita fé nas coisas.

Descobri que é possível mudar a energia que sinto e emano para viver melhor, mesmo em meio as tribulações.

Esse aprendizado na verdade é a soma de práticas que eu acredito na vida, mas passando por um momento específico desse ano eu precisei resgatar tudo isso dentro de mim.

Eu chutei algumas bundas esse ano, tomei umas boas rasteiras também, travei batalhas imensas, perdi algumas, ganhei outras… A guerra ainda está em andamento e mudar a energia de dentro pra fora está fazendo com que eu me recupere cada vez mais rápido dessas batalhas.

Eu acredito no poder transformador das coisas simples e consideradas pequenas, são elas que nos mostram milagres no dia a dia.

Levou 3 meses até que eu percebesse que pequenas mudanças na minha energia pessoal me sustentaram nas decisões mais difíceis.

Aqui é tiro, porrada e bomba, mas mesmo assim, eu comecei do básico: ficando na merda!

A merda* é aquele momento em que tudo dá errado, você tá sozinha no lugar mais fundo do que o fundo do poço e fica onde? Na merda! 🙂

Mas, de merda nessa vida eu entendo! As maiores lições e bençãos da minha vida saíram de momentos como esse. Eu odeio quando acontece merda na minha vida, mas depois que passa eu entendo que quando não é benção, é lição – mas, pode ser as duas coisas ao mesmo tempo agora!

Mudar a energia é um gesto de amor próprio, é uma decisão intíma e que só depende de nós. Mas, os resultados não vem só para nós internamente, viu? Isso que é o mais lindo!

Mudar a energia de dentro pra fora - frase

Eu comecei a mudar a energia dentro de mim quando reconheci os meus monstros.

Eu aceitei que dentro de mim vivem monstros que crescem, às vezes. Eles me assustam, assustam os outros, mas foi olhando pra eles que eu entendi que preciso controlá-los.

Fácil? Óbvio que não! Mas, todo dia tô aqui olhando meus monstros e aprendendo tentando a controlar eles um pouquinho.

Mudar a energia de dentro pra fora - monstros

Eu achava que ter inteligência/maturidade/equilíbrio emocional era não sentir dor ou, pelo menos, conseguir não mostrar que esses montros existem. Já que não ter monstros em si é impossível pra nós humanos mortais.

Mas, eu, no meu processo de evolução, preciso me harmonizar com os MEUS monstros.

Seja a raiva, ódio, ressentimento, medo, violência, mau humor, falta de flexibilidade e etc… (Se eu for escrever todos os meus monstros daria duas Bíblias.)

Eu entendi que fugir é pior, que não deixar sair me corrói por dentro, que viver de aparência é mais nocivo que admitir o pior lado do meu temperamento. Quando fujo dos meus monstros eles ficam num cantinho da minha cabeça isolados e crescendo, uma hora eles podem voltar ainda maiores.

Por isso, hoje, quando um desses monstros aparece eu simplesmente tento entender de onde ele veio, o que atiçou a fera em mim? Quando consigo, eu respiro e faço uma oração. Eu ainda não evolui a ponto de controlar eles, mas sempre digo que matar é crime, então sou um ser humano controlado pelas leis… Brincadeira, mas é verdade!

Depois que os monstros saem de mim, às vezes, eu choro, ou fico aliviada, ou dou risada da situação ou fico envergonhada se julgar que me excedi. Essa sou eu reconhecendo que posso ser melhor, mas também sem fingir, sendo eu mesma.

Cada dia é uma reação e um aprendizado.

Encarando meus defeitos eu aprendo e evoluo com eles. Quando passa a tempestade eu tenho certeza que exorcizei um demônio de dentro de mim e dei um passo adiante.

Isso é mais um exercício de maturidade mental e emocional que qualquer outra coisa, quando não estamos maduros a gente foge da dor, dos problemas, dos nossos monstros e busca a forma mais fácil para se iludir.

Outra coisa que me ajudou a mudar a energia da minha vida foi ter uma prática espiritual e física.

Eu coloco no mesmo nível de importância, praticar uma atividade física e uma espiritual. São dois pesos que me mantém em equílibrio, que me organizam por dentro e por fora.

Ter uma atividade física traz inúmeros benefícios pra saúde mental. Libera ocitocina, o hormônio do bem estar, melhora a saúde, aumenta a concentração e tem me ajudado a ter algumas horas pensando só em mim e no meu corpo.

Se não dá pra ir na academia fazer aula de yoga uma vez na semana, eu caminho na rua ou no parque, é de graça e faz um bem enorme pra mim.

Mudar a energia de dentro pra fora - atividade fisica

Como atividade espiritual eu acredito que cada pessoa encontra o seu caminho. Eu oro, muito e sempre! Vejo Deus como uma força onipresente que eu posso me conectar o tempo todo. Até quando tô no meio de uma discussão acalorada eu tento pedir uma força do céu pra me acalmar, porque meus monstros me vencem nessas horas.

Acredito na meditação contemplativa e voltei a praticar há 1 mês, também não é fácil com a cabeça cheia de energia densa e ruim, mas ao final eu me sinto muito mais leve.

Para mudar a energia da minha casa eu tenho usado a aromaterapia, farei um texto só sobre isso. Os gatinhos adoram os cheiros novos pela casa, uso até uma essência só para eles. 🙂

Minha energia e da minha casa tem impacto na vida e saúde dos meus filhotes. Tanto que eles andam bem doentinhos e eu precisei aprender cuidados para melhorar a saúde deles, mas também a energia e a ansiedade dos gatos. O veterinário me disse esses dias que eles estão abatidos pelas mudanças, mas a energia vital deles está preserevada e muito bem cuidada.

Mudar a energia de dentro pra fora - aromaterapia

Uso óleos essenciais para deixar a casa mais aconchegante e trazer sensações positivas através do olfato. Minha mãe usava muito Alfazema e Lavanda em casa para “acalmar as energias” quando eu era criança. A Alfazema e Lavanda têm efeitos relaxantes, calmantes, antiespasmódicos, analgésicos e antidepressivos, uso no banho, na roupa de cama e até algumas gotinhas para inalar antes de dormir.

  • Os gatos dormem muito melhor quando faço uma massagem neles com lavanda. O Fritz – meu gato mais velho – está doente e tem tido dores, nele que eu vejo mais diferença no sono depois da massagem.

Também tenho feito limpezas constantes para tirar roupas, móveis e tudo que esteja parado e sem uso. Isso renova a vida! Fotos, livros e objetos quando ficam parados só acumulam energia e pó.

Aqui tudo que pode ser doado é doado para quem precisa e o que não pode vai pro lixo reciclável.

No carro, quando estou estressada no trânsito, eu procuro mudar a energia ouvindo músicas mais calmas.

Se eu colocar Rage Against the Machine, que eu amo, na hora do rush eu viro o Toretto e acho que tô em Velozes e Furiosos.

Mudar a energia de dentro pra fora - trânsito

Não só mantras ou músicas calmas, ouço músicas que gosto de cantar, alegres e até danço ao volante :D. Quem me acompanha no stories já me viu dançando axé no final do expediente pra exorcizar o mau humor!

Tenho uma rotina com 4 horas no trânsito, todo dia. Então, pela manhã faço minhas orações, cocnverso com o universo, ouço música gospel e áudio books/podcasts.

Mudar a energia também nos aparelhos tecnológicos.

No celular e no computador eu limpei tudo que não uso ou que não faz mais sentido guardar. Peguei minhas HD’s externas, cartões de memória e pen-drives e limpei todos. Armazenei só coisas úteis, como documentos.

Mudar a energia de dentro pra fora - redes sociais delete

Especialmente no celular eu criei o hábito de limpar meu histórico de ligações e conversas do WhatsApp todo dia. O que preciso arquivar eu faço um print e mando por e-mail.

Mudar a energia de dentro pra fora - redes sociais

Outra pequena grande mudança na minha energia foi deletar das redes sociais todas as pessoas que não fazem mais parte da minha vida e que, por qualquer motivo, eu julgue que não quero ter contato ou que vejam o que eu posto.

Eu me perguntei: “como eu conheci essa pessoa? Qual o contato que ela tem comigo hoje? Quero/vou/faz sentido ter contato com ela no futuro?” Fui deletando sem dó e muita gente só percebeu quando bateu a curiosidade de saber da vida alheia, aí vieram curiosar nas redes do blog.

É bem mais fácil barrar bad vibes assim. Nas redes do blog tudo é pessoal, mas é SÓ o que eu quero mostrar e ninguém tem culhão de vir aqui escrever coisas ruins pra mim publicamente, entendem?

Faço momentos de detox em casa para mudar a energia e me recompor.

Eu experimentei alguns dias sem comer carne, sem bebida alcoólica e bebendo mais água pra limpar o corpo. Nesses dias eu quis ficar mais quieta que o normal. Evitei TV, internet, assisti filmes leves e li livros que elevam a mente.

Mudar-a-energia-de-dentro-pra-fora-detox em casa

Virou um ritual de detox pra minha vida. A melhor coisa é que eu me alieno do mundo por uns dias e volto renovada. Não preciso sair da minha casa pra isso, só desligo o celular/TV e fico no meu cantinho fazendo vários nadas seguidos.

Nesses dias de detox eu bebo mais chás, escolho aqueles que se alinham com calma e limpeza. Faço meus banhos de ervas e tento comer tudo o mais natural possível. Além, de ter muitas horas de sono, relaxamento ae reclusão.

  • Sobre os chás e ervas eu dou também para os gatos, eles podem beber certos chás e incluí florais para nós também. A longo prazo tudo isso muda nossa energia, não é milagre é cuidado e dedicação mesmo.

O que isso mudou em mim?

Por dentro me sinto mais forte, mais determinada e assumi mesmo meu lado negro da força. Sinto que mesmo quando bate a bad ela não vem por motivos banais, pessoas pequenas ou raiva.

Se for pra deixar a bad entrar que seja pelos problemas reais, né?

Minha saúde mental, emocional e física melhorou. Parei de focar atenção nas batalhas que não valiam ser lutadas e comecei a focar na guerra que vale ser vencida.

Aprendi que olhar uma situação pelos ângulos pequenos das pessoas medíocres cansa e desgasta. Querer lutar batalhas inúteis é desperdício de energia. Escolho minhas lutas e não ligo de não lutar por certas coisas/pessoas.

Minha cabeça se organizou e meu foco está maior em mim e nas coisas que eu quero. Estou mais certa do que eu quero pra minha vida e para onde estou indo. A clareza mental que mudar a energia me trouxe melhorou até minhas finanças.

Por fora? Pessoas íntimas notaram coisas bem sútis em mim e me disseram isso com alegria. Um sorriso mais aberto, um olho mais brilhante, uma movimentação de sonhos e felicidade que eu havia parado. Um bom humor voltando aqui, uma mudança ali…

Mudar de dentro pra fora me trouxe pessoas novas, fechou ciclos e mesmo nos meus erros eu tive a certeza de que eu estava fazendo o que era certo pra mim e deixando claro quem eu sou (com seus defeitos e qualidades).

Vou seguir mudando minha energia e vibração, movimentando por dentro para refletir por fora. Espero te inspirar a fazer o mesmo!

 

0 In Vida em Casa

Flor de Lis na decoração

Eu uso a flor de lis na decoração aqui do blog (identidade visual né?) já faz um tempinho. É uma referência ao meu apelido carinhoso, Lis e símbolo de realeza, elegância e delicadeza.

A flor de lis é uma das minhas flores favoritas pela sua beleza e simbologia mesmo. Sua representação gráfica é um marco da decoração vintage e do século 18.

Dá pra incorporar a flor de lis na decoração com pequenos elementos e mudar a cara da sua casa ou de um móvel.

A flor de lis na decoração traz um toque do campo francês, aquela coisa clássica do ‘je ne sais quoi’ dos franceses, sabe? É uma beleza leve, que podemos usar em tudo, desde guardanapos, jogos de camaa até em metais ou aramados.

Os aramados são enfeites perfeitos para paredes lisas, que costumam ficar sem graça na área externa. Ou até para a porta da frente ou varanda de casa.

Essa arandela espelhada de flor de lis se tornou um objeto desejo aqui. Eu que sou toda das ritualísticas, colocaria na entrada de casa com uma velinha perfumada de boas vindas.

As arandelas com suporte para velas deixam o ambiente ainda mais vintage, mas não rústico, fica leve e elegante. Aliás, elegante é a palavra que me vem a mente quando penso na flor de lis.

Essa arandela gigante com 4 velas ficaria linda numa entrada ou corredor. A sugestão com um aparador logo abaixo é perfeita, não acham?

Eu andei espalhando velinhas aqui em casa, mostrei no stories, mas não tenho ainda um castiçal ou suporte lindo assim 🙂 estou na busca!

Espelhos com apliques ou formato de flor de lis, na minha opinião são a coisa mais clássica que existe na decoração. Eu gosto muito e estou desejando um desses para colocar no lavabo – mas, bem espelho com moldura é um pouco caro, preciso pesquisar bem.

Agora se você prefere pequenos detalhes de flor de lis na decoração, tem opção acessível e fácil de adaptar. É possível trocar maçanetas ou puxadores de móveis, ganchos de cortina, pesos de porta ou porta livros com a flor de lis.

Eu também prefiro objetos pequenos que tem a flor de lis em detalhe. Como vasos, capachos, jogos de lençol e cortinas.

Aliás, é uma pena que seja tão difícil achar coisas com essa estampa por aqui. Eu já vi jogos de cozinha ou de cama com a flor de lis na internet, mas nenhum entrega aqui no Brasil 🙁

Esse post é uma reunião de inspirações que eu ainda colocarei em prática na minha casa e espero inspirar vocês a acharem um detalhezinhi que gostem e sairem espalhando belezas na sua decoração 🙂