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Carros de 2017: o que eu dirigi esse ano?

Carros de 2017

Carros de 2017: uma pequena avaliação do que eu dirigi esse ano.

Em 2009 eu escrevi um texto com o título “carros para mulheres“. Era baseado numa pesquisa sobre o gosto de mulheres para carros e foi um dos textos mais lidos do blog!

Com o tempo e o conhecimento vi que a pesquisa era machista e o texto, mesmo bem intencionado, não cabia mais aqui!

Mas, eu amo dirigir e o assunto carros sempre aparece nas minhas redes sociais.

Dias atrás me despedi de mais um carro e algumas @s me perguntaram sobre os carros que eu já mostrei no stories.

Como o assunto é interessante quis fazer uma lista de recordação dos carros de 2017.

Que tive, dirigi, emprestei, aluguei e etc… Modelos bem diferentes, de preço e estilo!

Se você estiver pensando em comprar carro em 2017 vale ler as observações sobre cada um, do seguro ao uso no dia a dia.

Vou começar com meu eterno xodó, o Kia Picanto.

Foi o primeiro modelo de carro zero que comprei na vida. Sou suspeita pra falar dele. Tive um preto 2016/2017 e um branco 2017. Entre os dois modelos mudavam só pequenos detalhes.

Meu Picanto era automático, 1.0, pequeno, confortável e completo. É um carro super econômico, com um seguro na média de R$ 3 mil realidades (pro meu perfil). Escolhi ele depois de muita pesquisa e test drive, não me arrependo em nada.

É um modelo simples, mas como eu pego muito trânsito era ideal pro bolso. Além de caber em qualquer vaguinha na rua! Não pense que 1.0 automático deixa na mão na estrada, que nada, bravinho o motor viu? Eu tenho o pé pesado  e o bichinho andava, Rodoanel tá aí de prova!

Que me desculpe meu Uninho – Fiat Uno – meu primeiro carro da vida! Mas, o Picantinho tem lugar no meu coração.

Na lista dos que eu amei dirigir esse ano não poderia faltar o Kia Cerato.

Apesar de ser de uso compartilhado e eu só usar ele em dia de rodízio. Eu  escolhi o modelo e até a cor, um branco especial da Kia que parecia ter glitter.

Um motor 1.6, forte e não beberrão! Bom de estrada, 3 modos de ajuste da direção e um espaço interno excelente – o oposto do Picantinho . Eu só dirigia no modo conforto, o de fazer manobras e amava!

Melhor arranque, suave na troca de marcha e anda bem!

Só o seguro do Cerato é puxado, de R$ 4 a 5 mil dependendo do perfil. Roubaram as rodas de liga leve uma vez, aí comprei uma trava de segurança que evita esse tipo de roubo comum no ABC Paulista.

Sou a prova de que mulheres são parte decisava na compra dos carros da casa, como em qualquer outra compra! Influenciei não só familiares, como amigos a conhecerem os carros da Kia e da Nissan, por exemplo.

Foi nesses dois carros que eu gravei a maior parte dos meus talk shows matinais do stories!

Depois deles quero falar de dois populares que eu dirigi, ainda dirijo às vezes, na cidade e curti muito.

O Ford Ka, manual, leve e com um sistema de embreagem que não deixa o carro voltar nas ladeiras! Só esse sistema já me ganha num carro manual. Gostei do sistema de bluetooth e do painel bonitão azul da Ford.

Anda bem na cidade, acho que faz 10/13km por litro. Não acho que é um carro visado para roubos e o preço de venda dele é bem acessível.

Outro carro de 2017, popular e acessível foi o Onix 1.6, automático.

Era uma das minhas opções de compra em 2016, minha irmã – a mais velha – teve e adorava o carro.

O kit de conectividade é maneiro, áudio bem legal e a posição de dirigir altinha do jeito que eu gosto.

O modelo mais completo, com bancos com costura diferente e kit sport é um pouco salgado. Mas, é um carro bonito e bem confortável pra quem pega estrada ou trânsito.

Ah, o espaço interno dele é bom, a cadeirinha da Isa (que é um bebê grandão) ficava tranquilamente confortável.

A lista dos carros que emprestei esse ano é pequena, mas de respeito.

Um colega deixou eu dirigir o Honda Fit dele que era uma paixão antiga. Eu acho o design Honda  bonito e o Fit me chama a atenção desde os primeiros modelos.

O Fit na cor vermelha chama a atenção na rua, além de ser confortável e alto pra dirigir. Uma coisa que percebi é que ele consome mais que o normal na cidade, não sei por que… Motorização e tempo da embreagem, talvez?

Sem dúvida o Fit é um dos hatchs mais bonitos do mercado hoje.

Depois do Fit foi a vez do Fox, um pequeno robusto. Um carro mais simples no acabamento, sem um painel bonitão, mas muito confiável.

É altinho – como eu gosto de dizer – mas, bate muito. Não acho ele tão confortável quanto o Picanto, por exemplo.

O seguro gente, aqui no ABC, é caro! Acho que VW é visado na região por conta das peças, é o que dizem…

Agora, um carro que roubou meu coração: o Sentra.

Eu já havia tido Nissan Livina, mas o Sentra. O SENTRA! Que carrão! É outro nível de carro, de potência, de preço.

Mesmo sendo pesadão o motor 2.0 é incrível pra dirigir. Na estrada é a estabilidade em forma de carro, todo completo e enorme.

carros de 2017

cliquem na foto para ler a legenda de quando foi postada 🙂

Fiquei por dois meses com o modelo mais completo dele e mesmo sendo um carro menos moderno – na estética – me ganhou.

É um carro enorme, mas a direção é a mais confortável do mundo. Fiquei por 2 meses com a versão mais completa do Sentra e ele tem o melhor kit de acessórios!

Aí veio o tratorzinho, a Duster!

Foram meses de muita alegria, passeios, viagens e o tratorzinho me ganhou. Achava ele secão, sem nada de muito bonito.

Mas, o carro que passou enchente, alagamento, subiu em calçada pra sair de situação de risco, merece meu amor.

carros de 2017

Clique na foto para ler a legenda 🙂

Apesar de um defeito absurdo: o step do lado de fora numa gaiola super fácil de quebrar.

Lá se foi o step, contei aqui no post sobre ser independente um pouco dos perregues que passei com o Tratorzinho.

Mas, em compensação, melhor posição de dirigir! Não só na altura, mas no espaçamento do banco do motorista. Eu tenho as pernas longas, não é todo carro que meus braços e pernas ficam confortáveis de verdade.

O motor 1.6 chegou aqui amarrado, mas pego tanta estrada que ele amaciou e mesmo sendo um carro pesado o tanque de álcool rendia bem.

Agora os irmãos gêmeos – como diz a Isa – o HB20 e HB20s.

Tirando a traseira do sedan os dois são idênticos. São bonitos, confortáveis e bem servidos de acessórios nas versões básicas e medianas.

Só acho que eles são baixos demais! Tanto que refizeram o asfalto da minha rua e ele raspa na entrada da garagem o.O

Veja bem, a regulagem de altura do Picanto e Cerato é ótima, o assento realmente fica alto. Mesmo o Cerato tendo rodas de aro 16″ e suspensão mais baixa, por ser sport, eu não tinha a sensação de estar dirigindo perto do chão.

Nem no Sentra que também é um sedan e, na Duster então, eu tava nas nuvens!

Mas, os HB20’S me lembram a sensação que eu tinha no Civic rebaixado do meu cunhado. Tenho aflição de andar em carros que arrastam no chão.

Sem dúvida os HB merecem o sucesso que fazem, são lindos por dentro e por fora. Motor que dizem ser o mesmo padrão do Cerato, acelera bem e por ser um carro leve, ele voa nas saídas.

Um dia vou entender mais de motorização, quesitos de direção e escrever mais do que somente minha percepção de gosto.

Acho que nessa nova fase da minha vida vou fazer um curso de mecânica básica e quem sabe conseguir trocar um pneu sozinha? Tenho poucas amigas que conseguem, mas eu chego lá!

Uma lista grande de carros de 2017! Mas, também o tanto que eu dirigi esse ano não tá escrito…

Memórias de quando eu estava a procura de carro 🙂

Usar gênero no desenvolvimento de produtos, como carros, explora implícita ou explicitamente, um estereótipo.  O “isto é coisa para mulheres”, a visão binária de “homem” e “mulher”, segrega e reforça padrões negativos na sociedade.

Se você gosta do carro X, compre! Simples assim! Essa de carros para mulheres, já deu né?