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Subindo a Serra do Rio Rastro

A decisão de subir a Serra do Rio Rastro só aconteceu pelas dicas preciosas do Instagram.

Ainda em Laguna começou a esfriar e era uma oportunidade única de conhecer “a estrada mais espetacular do mundo”. (Segundo a revista Espanhola 20minutos.)

A Serra do Rio Rastro é a estrada mais bonita que meus olhos já viram!

O vídeo acima está em 4k, pode aumentar a resolução aí 🙂

Eu já estava encantada com a Serra da Graciosa, mas foi na Serra do Rio Rastro que eu sorri conversando com o Universo sobre o quanto nossa Terra é linda.

Basicamente subir a Serra do Rio Rastro foi apreciar a estrada, tirar algumas fotos corridas e ainda assim ficar encantada com o que meus olhos estavam vendo.

A Serra está dentro de uma área de preservação ambiental chamada de EcoMuseu Serra do Rio do Rastro e tem alguns números impressionantes:

São 1421 metros de altitude em relação ao nível do mar. 705 metros de altura entre o pé da serra e o mirante. O percurso tem 8.100 metros de extensão e 256 EXATAS curvas.

O GPS dá uma dimensão das curvas!

Serra do Rio Rastro

Estava um dia lindo, do jeito que eu gosto, fresco e com Sol. Mas, eu queria mesmo era ver o frio e a neblina, apesar do medo.

Aquele nevoeiro real oficial é de deixar qualquer um com medo. Mas, a estrada é ótima, bem cuidada e sinalizada!

Aproveitei o trajeto vazio de carros e parei no recuo da pista – ponto de apoio para comboios – para fazer algumas fotos antes da neblina tomar conta.

Ao longo da estrada tem alguns recuos com a vista do vale abaixo, é uma das paisagens mais lindas da vida.

A vista do vale é para orar com os olhos!

Serra do Rio Rastro

A parada no Mirante da Serra do Rio Rastro é imperdível, mesmo que o clima esteja todo branco. Eu gosto da visão da neblina, do frio e da água gelada – parece cena de filme de terror.

Mesmo filmando com a GoPro não dá pra ver muita coisa na estrada além da neblina. Mas, fiz o vídeo e vou guardar nos não listados do Youtube.

Não dá pra ver nada no vídeo, mas eu vou lembrar do que foi essa viagem 🙂 Toda a paisagem é linda! Prepare a câmera, o celular e os olhos pra captar tudo!

Subi a Serra tendo a sorte de pegar trechos com Sol e a minha tão esperada neblina e o frio.

Abaixo estão as fotos do Mirante, que bem, também não dá pra ver nada. Mas, eu amei estar ali e você tem que parar no mirante!

O vento frio, aquela garoa gelada da neblina me deu uma noção do que é a Serra Catarinense no inverno!

O estacionamento sumindo na névoa. A paisagem do fundo fazendo um painel barnco na selfie. O torresmo da lojinha de souvenir.

São essas coisas simples que formam as minhas melhores memórias de viagem!

Aliás, na lojinha do Mirante vende shots de bebida – a Natasha que mostrei no stories é de lá! Acho que o pessoal que sobe a Serra de bicicleta precisa de incentivo no frio.

Tem aqui o texto sobre um ponto de parada no pé da Serra que vale a visita: Rota Da Cervejas de Santa Catarina.

Nesse link você consegue ver a Serra do Rio Rastro ao vivo com a vista do mirante e do pé da serra.

Ah, no final da subida da Serra, parei de novo para mais fotos aleatórias da paisagem.

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Rota das Cervejas em Lauro Müller

Rota Da Cervejas de Santa Catarina Lauro Müller

Descobri a Rota das Cervejas de Santa Catarina quando estava em Laguna.

A dica que a Eli Rodrigues me deu no Instagram era conhecer a Serra Catarinense e eu fui pesquisar pontos de parada.

De link em lin eu li sobre a Rota das Cervejas de Santa Catarina.

A Rota das Cervejas passa por 16 cidades e tem cervejarias de todos os tamanhos e especialidades.

Entre Orleans e Lauro Müller, bem no sul de Santa Catarina foi onde escolhi almoçar antes de seguir pra Serra do Rio Rastro.

Foi lá que conheci a Lohn Bier e me apaixonei. Eu casaria com um barril do chopp pilsen deles! ♥

Escolhi almoçar um hambúrguer que é imenso, com batatas e provar cada um dos chopps disponíveis. O atendimento foi gentil em explicar as combinações possíveis com o cardápio.

Fora a vista do local, néam?

Rota das Cervejas - Santa Catarina

Até o metade do almoço eu já tinha certeza que a Lohn tinha comida boa, atendimento primoroso, cervejas de qualidade com um preço excelente.

Pra me gamar de vez, haveria um tour guiado pela fábrica naquela hora. Aí eu pude conhecer a linha de produção com direito a degustação, por meros R$ 30!

Eu, que nunca havia visto nada sobre a produção de cerveja, adorei provar e saber exatamente o que é o lúpulo, malte e suas “versões” e o fermento.

Me apaixoneeeeeeeiiiiii…

O processo de produção das cervejas Lohn Bier segue os princípios da lei de pureza alemã – chamada de Reinheitsgebot. Esse padrão estabelece que a cerveja deve ser feita apenas com quatro ingredientes: água pura, malte, lúpulo e fermento.

Copiei isso do site deles, mas vi que é verdade, tive uma aula sobre esse processo no tour pela cervejaria.

Ah, no tour a guia nos explicou que a água usada na produção é de fonte mineral da Serra com um PH controlado. Fora que para aproveitar e diminuir a ociosidade do maquinário (caro e de ponta) que eles tem a Lohn envasa e terceiriza vários processos de cervejarias menores.

A Lohn Bier entrou para a Rota das Cervejas com méritos e tem uma história que me encantou.

De produção local e administração familiar a pequena grande Lohn tem altos padrões de qualidade e valores que deixam muita empresa grande no chinelo.

Uma das inocações da Lohn foi essa cerveja artesanal em lata com nitrogênio, uma das premiadas da casa!

Entre as premiadas da Lohn Bier tem cervejas com sabores e ingredientes típicos dessa região do Brasil como Uva Goethe, Jabuticaba e Bergamota!

Fiquei na vontade de provar a Catharina Sour de Uva Goethe 🙁 estava em falta.

Meu destaque foi para a Carvoeira!

Uma Imperial Stout que é uma explosão de sabor, cremosa, intensa e ganhou meu coração na degustação. É uma das cervejas mais premiadas da casa, com louvor!

Rota das Cervejas - Santa Catarina

 

Os pontos que mais me chamaram a atenção foram

Toda a água da produção é reutilizada e tratada para voltar ao meio ambiente. Tudo o que pode ser reutilizado, como insumos orgânicos, volta para a fazenda da família ou é doado como adubo ou comida para os animais de sítios da região.

O preço médio das garrafas é entre 23/26 reais, o que eu acho bem justo.

Rota Da Cervejas de Santa Catarina Lauro Müller

Na mesma região que está a Lohn tem alguma cervejarias e bares menores com muita opção de cerveja para provar.

Voltei pra estrada com +600 reais de cerveja e com vontade de voltar pra Lauro Müller um dia!

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Laguna, um paraíso no litoral de Santa Catarina

Laguna litoral de Santa Catarina

Quase desisti de ir até Laguna litoral de Santa Catarina e teria me arrependido muito disso.

 

Laguna é famosa por suas paisagens paradísiacas e pela Pedra do Frade, foi pra lá que o GPS me mandou no entardecer e foi assustadoramente lindo.

Peguei o pôr do Sol e depois um breu absurdo no meio do nada! Mas, valeu a ida mesmo no final do dia.

 

Essas fotos sem foco aqui de cima foram uma tentativa de mostrar o visual da Pedra do Frade a noite. Usei o flash, o farol do carro e tentei de tudo, mas essa vista e o breu de dar medo só vivendo pra saber.

Em Laguna eu me hospedei bem no Farol, um dos principais pontos turísticos da cidade. A vista, o clima e a simplicidade da vila do Farol me lembraram da minha viagem pra Ilha do Tinharé!

 

Laguna litoral de Santa Catarina

 

Apesar do Farol ficar afastado do centro de Laguna e do agito da praia do Sol, a balsa funciona pontualmente. São só 5 minutos flutuando, não dá nem pra perceber que é uma balsa. São 12 reais cada trecho e o serviço é rápido e eficiente.

Na Vila do Farol tem poucos restaurantes que ficam abertos até tarde nos dias úteis. Feriados e final de semana as opções aumentam, tendo até uma baladinha bem praiana pra ir.

As praias da Vila ficam todas próximas e dá pra fazer passeios a pé tranquilamente, só ter disposição de subir as ladeiras!

 

Laguna litoral de Santa Catarina

Vila vista do quarto em Laguna

 

Sobre as praias é legal falar é que não são todas que tem quiosques e restaurantes perto. A maioria tem campings, mas são afastados. Por isso tem que levar cadeira, guarda-Sol e tudo que puder ter com você.

Banheiros? Então… Não são todas, mas as praias mais próximas do centro e na entrada da cidade tem um pouco mais de estrutura.

Mas, não espere serviço pé na areia como temos em outros locais. Laguna ainda é um paraíso inexplorado até nesse sentido.

Cada uma das fotos abaixo é uma praia veja a extensão de vazio e me diga sé ou não o paraíso para recompor as energias?

Laguna litoral de Santa Catarina é mais do que um paraíso de praias e mar geladinho.

É um local histórico! Cidade marco da Guerra dos Farrapos, Laguna tem museus, caasarões e muita história do Brasil, da colonização e da sociedade.

Por isso preciso confessar que foi por Anita Garibaldi que me interessei pela cidade. A história da atuação política e ativa na guerra, da articulação de forças e armas, por uma mina de menos de 27 anos naquela época é, no mínimo, interessante.

Laguna litoral de Santa Catarina

A casa que Anita viveu (acima) é um museu, que hoje está fechado para reforma. Mas, todos os museus da cidade fazem alusão a ela de algum modo. Senti falta de saber da personalidade dela, dos pensamentos, da atuação mesmo nos conflitos.

Tem muita coisa de Giuseppe Garibaldi, seus ideais e personalidade, mas dizem que Anita era analfabeta por isso existe pouco material a respeito dos pensamentos da jovem.

A imagem de jovem romântica de Anita ainda se sobressai a de mulher foda que ela foi. Espero que na Itália isso não aconteça, lá existem cartas que ela teria ditado dando inclusive conselhos de guerra!

Laguna litoral de Santa Catarina

 

Outro ponto turístico da cidade é o Mirante da Glória. Mesmo com uma neblina que tomou conta do lugar em poucos minutos valeu a visita. Uma vista de agradecer aos céus mesmo 🙂

Mas, sim, é o visual natural das praias que chama a atenção em Laguna litoral de Santa Catarina.

 

 

A Pedra do Frade é um espanto, o lugar tem uma vibração incrível. Talvez eu tenha sido influenciada pelas lendas a respeito da Pedra, mas a verdade é que a opulência daquele rochedo é de deixar qualquer cético impressionado!

Vale a visita e o passeio pelo rochedo, se você tiver coragem! O medo de cair, o mar batendo com força na borda foram a cena perfeita pra não me arriscar.

Fiquei três dias na maior pasmaceira, entre praias vazias e lindas, museus, o centro histórico e restaurantes. A cidade é pequena, tem cafés gostosos e um clima delicioso.

Já quero voltar pra Laguna? Quero e vou voltar no verão <3 meta! Tem mais da minha viagem pelo Sul de carro aqui no blog, vem ver!

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Quase um dia em Joinville: uma parada rápida demais

Um dia em Joinville

Nem posso chamar esse post de roteiro de um dia em Joinville!

Foi uma noite e meio dia que, deixaram um gosto de quero mais. Mas, depois de visitar Morretes e Antonina, seria muito cansativo seguir viagem direto.

A parada estratégica foi um dia em Joinville e, apesar do pouco tempo, fiquei encantada.

Desse um dia em Joinville só tenho boas impressões.

O clima estava ótimo, a cidade tem uma estrutura de turismo excelente e meu passeio inicial, foi para comer, óbvio!

O destino certeiro era a via gastronômica com opções de pubs e restaurantes de todo o tipo. Fui a pé do hotel e achei a região vazia, por ser um centro de cidade.

A via gastronômica fica perto do Shopping Muller. Pra quem não quer arriscar o shopping tem uma arquitetura linda, opções de lojas e restaurantes famosos.

Pela manhã fui conhecer a Rua das Palmeiras e visitar o Museu Nacional do Imigrante.

Um dia em Joinville - Rua das Palmeiras

Na Rua das Palmeiras eu bem que tentei usar o tripé para fotos (com as Palmeiras), mas não foi uma boa ideia.

Essa moça atrás de mim na primeira foto sentou exatamente onde eu havia posicionado a câmera, ficou ali e nunca mais saiu (tava fazendo stories/selfie) aí eu desisti das fotos.

Tá vendo como eu não tenho talento pra ser blogueira? Paciência zero!

Acima a foto do busto da Princesa Francisca Carolina Joana Leopoldina Romana Xavier de Paula Micaela Rafaela Gabriela Gonzaga de Bragança (ufa). Ou só Dona Francisca. A escultura de Fritz Alt foi criada em 1926 e precisou ser restaurada depois de sofrer vandalismo, mas retornou a praça presenvando suas características originais.

A região onde hoje é Joinville fazia parte do dote que foi dado por ocasião do casamento da Princesa Dona Francisca com um Príncipe Francês, vale a leitura na Wikipédia.

Um dia em Joinville - Museu do Imigrante

No Museu Nacional do Imigrante eu fiz uma tour VIP, por que o museu estava vazio. O guia contou histórias, explicou muito não só sobre o museu e o acervo como também sobre a colonização de toda a região.

O museu tem quatro grandes casas que remonta a vida dos imigrantes com os objetos históricos, a tecnologia, os transportes e tudo o mais próximo possível da época da colonização.

Me apaixonei pelos quadros e bordados com frases e poemas em alemão e pela estrutura charmosa das casas de enxaimel.

Fiquei encantada com a preservação dos móveis e do chão da antiga casa de enxaimel que foi instalada ali manualmente.

Clique nas fotos para ver em tamanho ampliado:

Segui para o Mirante da Boa Vista, já que não consegui subir na Torre Panorâmica de Curitiba.

O Waze me mandou pra dentro de um bairro, com rua de terra e não achou a localização do Mirante.

Um morador do local que me orientou a colocar no GPS como Torre da TV.

Um dia em Joinville

Rua sem saída onde o Waze achou que era o mirante!

A pontualidade do ônibus turístico que leva até o Mirante impressiona. Dá pra subir a pé, mas no calor que estava eu nem cogitei. Dentro do Parque do Mirante ainda tem o Zoobotânico, que fiquei com vontade de visitar.

Um dia em Joinville - Mirante

Depois de esperar no ponto de ônibus com essa vista agradável (acima), contemplar a vista do Mirante foi recompensador!

Um pedido aos pais que forem ao Mirante de Joinville com crianças pequenas: segurem na mão das suas crias. Sério! O Mirante não tem redes de proteção nas escadas e nem no parapeiro, dá um medo danado ver uma criança correndo por ali.

Eu quase segurei na mão de um menininho que estava com o pai e o irmão, mas que dava um baile no pai e saia correndo como doido. Só não quis fazer a louca, né? Mas, fiquei com medo por ele.

Continuei a viagem depois de almoçar as tradicionais empadas Jerk, para ver minhas avaliações de locais durante a viagem confere meu perfil no TripAdvisor!

Joinville é uma cidade encantadora e que não perdeu os ares de cidade pequena. Mantém uma arquitetura preservada e misturada com prédios modernos.

Como sempre, a Paulista aqui se impressiona com cidades limpas de verdade. Mais uma cidade organizada e onde todo mundo pára na faixa de pedestres.

A cidade me lembrou muito Blumenau no seu “jeitão”.

Joinville, preciso te conhecer melhor, viu?

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Serra da Graciosa, Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Desci a Serra da Graciosa de carro com destino a Morretes e Antonina.

A Serra da Graciosa ou PR-410, uma rodovia que atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil. Foi declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e tem 28km de extensão em mata fechada.

Esse trajeto até Morretes pode ser feito por um trem turístico saindo de Curitiba. Mas, quem puder viver a experiência e a emoção de descer a Serra da Graciosa não vai se arrepender.

A estrada existe desde 1721 e era chamada de Trilha da Graciosa.

A Serra da Graciosa é bem cuidada e limpa. Embora eu ache que tem trechos de paralelepípedo que deveriam ser asfaltados.

 

No trajeto da Serra da Graciosa tem recantos com mirantes, quedas d’água e pontos de comércio. Todos os recantos são públicos, com mesas, churrasqueiras e espaço para camping.

No final dos 1050 metros de altitude da Serra está São João da Graciosa e as nascentes do  rio Nhundiaquara.

Rio, aliás, que é um dos mais limpos do Brasil em toda sua extensão e percorre as cidades ao redor.

No final da estrada, na bifurcação você escolhe se vai para Morretes ou Antonina.

Serra da Graciosa: Viagem de carro pelo Sul do Brasil

Segui primeiro para Morretes, onde almocei e passei parte da tarde.

Morretes é uma cidade pequena e encantadora, que parece ter parado no tempo.

Tudo em Morretes é simples, mas não se engane! A cidade é turística e tem opções de hospedagem e alimentação que dá pra se perder na escolha.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

As @’s do Instagram me mandaram para Morretes indicando o famoso prato da cidade: o barreado. Entre um passeio pelos bairros, parei na praça da Ponte Velha e almocei com vista para o Rio Nhundiquara!

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Como não é alta temporada poucos restaurantes estavam abertos. Entrei para conhecer o Madalozo, que é bem tradicional na cidade.

– o nome Madalozo, lembra o Madalasso, o restaurante que almocei em Curitiba, mas não são “parentes”.

No Madalozo escolhi a opção rodízio com barreado na mesa, pra ter toda a apresentação tradicional do prato.

A vista encantadora é de uma paz incrível, o atendimento foi super simpático e me trouxe uma pinga de banana divina!

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Pela segunda vez comprovei que a história do rodízio de comida é levada muito a sério no Sul do Brasil.

Segui pelas ruas de tijolo com ar de novela das 6 da tarde. Tirei tantas fotos dos casarões antigos que nem consigo escolher o que postar aqui.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Ainda estava acontecendo uma feira de artesanato e flores no centro. Comprei um doce e andei pela feira até a Igreja, passando pelo marco zero da cidade e pelo hotel mais antigo da cidade.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Morretes vale a vista pra quem gosta desse ar de passado, de ver a arquitetura local e de andar sem rumo. O museu da cidade é pequeno, mas tem peças interessantes e objetos bem conservados.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

 

A parada em Antonina foi exclusiva para fotos e bem rápida.

Menos de 20 mil habitantes: já diz muito sobre Antonina, né? A cidade tem uma Baía que de tão calma dá pra meditar só olhando a paisagem.

Foi esse meu destino inicial.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Seguindo pela orla já dá pra ver as ruínas do Casarão Macedo. Que além de alimentar minha imaginação com histórias de terror, rendeu fotos lindas pro meu arquivo pessoal!

Leiam esse texto completíssimo para saber a história do Casarão. 

Serra da Graciosa: ruínas de Antonina

Andei pelas ruas do setor histórico e, diferente de Morretes e Curitiba, achei os prédios mal conservados e as ruas sujas.

O que é triste, afinal Antonina tem tudo para ser um refúgio igual a Morretes.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

A cidadezinha litorânea vale a visita de pelo menos meio período, para conhecer as igrejas e a prefeitura.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Um plus, nessa viagem foi a subida da Serra da Graciosa com chuva.

Já falei que carro deslizou a menos de 20 km/h, né? Foi um cagaço absurdo pra subir, mas com emoção é bem melhor!

Pra ver mais lugares que visitei, onde comi, dormi e etc. passa no meu perfil do TripAdvisor eu vou avaliando tudo por lá 🙂

Um vídeo que não vai ficar listado no Youtube: