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Lis

1 In Empoderamento

Ter mais mulheres ao meu redor me fez uma mulher melhor!

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Para completar esse texto, eu recomendo que você leia: O PROBLEMA DA FRASE “TENHO MAIS AMIGOS HOMENS”.

Mesmo tendo vindo de uma família matriarcal, a maioria é mulher e mulher porreta! Eu sempre tive mais amigos homens. Me torno “brother” dos caras com muita facilidade!

Minha natureza sempre foi ser bem moleca, boca dura e com personalidade de quem bate a pica na mesa (direta demais pra uma mulher).

Taí um padrão bem machista de que só homens podem ter uma postura assertiva, imponente ou durona, né.

Assim como a maioria das mulheres, cresci ouvindo que mulheres não são amigas, são rivais. Mulheres se vestem para competir com outras mulheres. Mulheres são cheias de dramas, de mimimi e só vivem pensando em homem. Mulheres não são, nem deveriam ser da zoeira. A mulher mais atraente sempre é aquela que destrói outras mulheres. Mulher não fala alto, não ri de piada suja, não sabe ser direta…

Usei muito mais roupas “de menino” enquanto crescia por depender das doações que ganhava. Sempre gostei de subir em árvore, soltar pipa, pular do telhado, andar de skate, tazzo, bolinha de gude, Cavaleiros do Zodíaco.

Cresci sendo comparada (e me comparando) com a minha irmã mais próxima de idade. Ela a delicadinha, gostava de vôlei, boneca e brincar de casinha. Boazinha de temperamento, amiga de todas as meninas na rua. Eu a irmã mais nova, a atentada, briguenta e não tinha espaço na roda das meninas.

Já adultas, minha irmã era a que tinha vocação para mãe e esposa perfeita (isso ela é mesmo e ainda é a melhor tia do mundo) e eu teria sorte se conseguisse ser ótima profissional com esse temperamento.

Por outro lado, mesmo sendo a única mulher da rodinha dos homens nunca carreguei o estigma de ser a vagaba promíscua. Nunca fui odiada pelas namoradas, pelo contrário, sempre fui a mina mais firmeza da banca pra todos!

Minha personalidade, postura e caráter me blindaram de certos julgamentos, mas me expuseram a outros tão pesados quanto.

Julgam que eu me porto de modo masculino e não sou feminina – oi? – só por não ser APARENTEMENTE de personalidade delicada ou frágil.

Sempre convivi em meios masculinos no trabalho, faculdade, internet, até na Igreja e ministério que exercia. Desenvolvi um bro code interno e reproduzi em mim o discurso de que eu “me dou melhor com homens do que com mulheres” justificando que tenho uma personalidade forte, não sou de dramas, gosto de ser direta e blábláblá…

Ou seja, eu interiorizei um julgamento como se fosse um defeito meu e me afastei de outras mulheres, por anos!

A American Pshychological Association diz que mulheres que tem mais amigos homens são propensas a ter uma deformação de caráter. São mais inseguras e tem padrões distorcidos em relação a outras mulheres e seu papel na sociedade.

Um estudo mostrou que mulheres que tem mais amigos homens acabam criando padrões mentais e de comportamento, como:

  • Sexualidade de aspecto negativo, são propensas a promiscuidade.
  • Não se relacionam de modo saudável com outras mulheres que julgam mais bonitas ou superiores.
  • Tendem a competir e depreciar, a todo custo, mulheres que enxergam como melhores em qualquer aspecto. Seja competindo diretamente, falando mal, menosprezando e etc.
  • São mulheres que não se enxergam bem como mulher (a história de ter um jeito masculino). Que associam fatores negativos ao ser mulher (cheias de drama, mimimi, sou mais direta e tal).
  • São mulheres que reforçam a rivalidade e camuflam seus defeitos no discurso de que são diferente das demais, como forma de chamar atenção.
  • Tendem a se dar bem e se relacionar apenas com mulheres que julgam inferiores, feias ou desinteressantes.

A neurociência afirma que mulheres que se cercam de homens tendem a ser mais desejadas por outros homens. Algumas usam isso a seu favor, criando mais rivalidade.

A psicologia diz que mulheres que se cercam mais de homens mascaram insegurança e inabilidade de ser decentes com outras mulheres e consigo mesma. São mulheres que se mostram “frágeis” ou mais “gente boa” com homens do que com mulheres. Por isso, fica a percepção de que elas se dão melhor com homens, por que elas se fecham para outras mulheres.

A meu ver, só se fecham por que não lidam bem com o seu jeito de ser mulher, com as próprias nuances delas mesmas.

É uma tristeza sem tamanho saber que (às vezes) aquela mina firmeza ali do grupo não lida bem nem com ela mesma! Por isso precisa estar ao redor de homens fingindo sua insegurança e carência afetiva.

E, o ponto mais tocante, é que algumas escondem seu medo, suas incapacidades e se perdem no ser mulher com outras mulheres.

Isso explica o bendito fruto de anos de machismo construído em todos nós! Anos de padrões não questionados que moldaram até a psiqué das mulheres. Moldou nossa percepção uma das outras para nos separar.

  • Estudem o contexto da rivalidade feminina desde a antiguidade e vocês vão ver que a sociedade se beneficia dessa separação entre mulheres em vários momentos.

Enquanto homens seguem unidos, vivendo seus BRO CODE a cena abaixo, de apoio mútuo em algo comum, ainda é um tabu entre mulheres.

A amiga Miss @KarenPorfiro tira foto da amiga Blogueira @cindereladementira. Só amor e parceria, sem exaltação, egotrip, rivalidade 🙂

 

É assim com todas as mulheres que tem mais amigos homens? Não generalizo! Existe culpa de todas as mulheres ou todos os homens? Não também!

Até destaquei aqui no texto pontos onde eu sou vista de modo “diferente” pro bem e pro mal

Mas, são raras as pessoas que conseguem questionar seu comportamento a ponto de sair do modo automático. Por isso EMPATIA é tão importante para TODOS os seres humanos!

Mas, SORORIDADE é algo que nós mulheres precisamos desenvolver e espalhar como um vírus!

ter mais mulheres ao meu redor me fez uma mulher melhor_sororidade_vamos juntas

Sororidade é a união e aliança entre mulheres A origem da palavra sororidade está no latim sóror, que significa “irmãs”. Este termo pode ser considerado a versão feminina da fraternidade, que se originou a partir do prefixo frater, que quer dizer “irmão”.

 

Respira e pensa comigo!

Feminilidade não tem nada a ver com fragilidade. Esses padrões criam mulheres cada vez mais inseguras e longe do seu sagrado feminino único.

A máscara de mulher bem resolvida e isolada de outras mulheres não cura nossas feridas emocionais.

Conviver com mulheres incríveis que tem histórias mais lindas ou tão feias quanto a nossa, nos ajuda a evoluir!

Só uma mulher curada ou tão ferida como nós estamos consegue respeitar, ajudar e nos levar a amar nosso jeito de ser mulher.

A pesquisa Strong Men Caring Woman, que postei no meu Linkedin, mostra que os mesmos adjetivos são usados de forma diferente para homens e mulheres. Por exemplo:

  • Powerful (poderoso) é 67% positivo quando associado a homens, mas é 92% negativo quando associado a mulheres.
  • Strength (força) é listada como uma característica positiva para homens e negativa para as mulheres.
  • Liderança e ambição são características mais valorizadas em homens do que em mulheres.
  • Agressivo e masculino são vistos como traços negativos em geral, mas são mais frequentemente utilizados negativamente para as mulheres.
  • Compaixão e cuidado são consideradas características positivas para as mulheres, mas são vistas negativamente para os homens.
  • Palavras como multitarefa, independente e promíscuo são majoritariamente atribuídas para mulheres.

Todos esses dados mostram que os padrões que nos limitam enquanto mulheres na essência da nossa personalidade ainda são fortes.

Em pleno 2018 traços relacionados à força e à ambição são especialmente valorizados para os homens. Já compaixão, bondade e responsabilidade são valorizadas, quase exclusivamente, para mulheres.

O que isso quer dizer?

Que por anos nos fizeram ir contra nossa real natureza. Nossa essência única, linda e que nos torna um universo imenso por nós mesmas! Cada uma a seu jeito, por isso, muitas vezes, só uma mulher vai entender o que outra mulher passa.

Eu tenho sorte de me cercar de mulheres empoderadas, com uma empatia ímpar e maturidade para me ajudar.

Mas, enquanto reproduzirmos o consenso de rivalidade entre mulheres não vamos longe. Pelo contrário, nos limitaremos cada vez mais.

Levei anos para construir uma relação saudável com o meu lado “oposto” do convencionado para as mulheres. Hoje questiono quando alguém fala que eu tenho que mudar meu tom de voz, que eu sou agressiva no trabalho, que eu sou dura demais…

Será que falariam isso para um homem na mesma posição que eu? Vivendo as mesmas situações?

Nos últimos dois anos eu me cerquei de mulheres incríveis! Mais inteligentes, mais bonitas, mais ricas, empoderadas e bem sucedidas que eu!

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a gente sai de olho fechado, mas com o sorriso tão sincero que nem liga <3

 

E, não me sinto nem um pouco menos que elas. Não me sinto competindo, nem em desvantagem, me sinto abençoada por ter cada uma delas no meu caminho.

Tenho resgatado o meu sagrado feminino do jeito que eu sou, com meus valores e com meu temperamento. Me vejo com outros olhos, muito graças aos olhos das mulheres que tenho a sorte de encontrar no caminho.

O melhor presente que a vida pode me dar <3 a pessoa que ressignificou minha noção de irmandade!

 

Incrivelmente hoje eu ouço que sou uma pessoa fácil de lidar, que sou companheira, leal e até cuidadora: VEJAM SÓ!

Não precisei mudar meu perfil de dar porrada a três por quatro pra isso. Só precisei me cercar de pessoas que me ajudam a olhar com amor para tudo que me torna única.

As mulheres maravilhosas que me cercam me dão porrada a granel quando preciso! Mas, também curam e apoiam cada dor, cada trauma, cada momento onde quero questionar se eu sou um mulherão da porra mesmo.

Quando não estou sendo a melhor mulher que posso ser, elas que me lembram o caminho. Com seus exemplos, seus sorrisos e as broncas.

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Sinceramente, hoje, me sinto tão mais segura de mim, dos meu fracassos e do meu jeito de ser. Graças a convivência com mulheres que são profissionais exemplares, mães, esposas, amigas! Mulheres que mostram em tudo que fazem um caráter admirável e me puxam cada dia mais pra cima.

É no meio das amigas que eu me sinto curada e empoderada para postar minha foto anual de biquíni!

Reconheço que, por ignorância, reproduzi um discurso que me excluía e excluía outras mulheres. Aceito que meu temperamento e personalidade não mudam meu sagrado feminino. Reconheço que tem homem que usa esse pensamento para me diminuir por medo de que eu cresça e diminua eles.

Lamento que existam mulheres que não conseguem conviver bem com outras e sofrem sozinhas com seus monstros. Se debatendo com inseguranças e carências para ter um lugar no mundo exterior e não no seu mundo interior.

Acredito num mundo onde todo mundo respeite o sagrado alheio, sem padrões, sem esteriótipos. Quero um mundo onde nossa mente, nossos medos, os padrões que nos impõe não nos moldem e nem nos mudem.

É isso! 🙂 Impossível não voltar inspirada de um encontro com mulheres do Brasil inteiro se apoiando e admirando em sua natureza!

Ame sua natureza!

Referências que vale ler:

DelPriore, D. J., Bradshaw, H. K., & Hill, S. E. (2018). Appearance enhancement produces a strategic beautification penalty among women. Evolutionary Behavioral Sciences. Advance online publication.
Fisher, M. L., & Candea, C. (2012). You ain’t woman enough to take my man: Female intrasexual competition as portrayed in songs. Journal of Social, Evolutionary, and Cultural Psychology, 6(4), 480-493.
Reiber, C. (2010). Female gamete competition: A new evolutionary perspective on menopause. Journal of Social, Evolutionary, and Cultural Psychology, 4(4), 215-240.
The insecurity of girls with only guy friends

 

Strong Men, Caring Women: How Americans describe what society values (and doesn’t) in each gender

 

 

 

PS: não abandonei meus amigos homens – os de verdade – pelo contrário! 🙂 Continuo fazendo novos amigos do sexo masculino com facilidade, mas já venci o mito de me dar bem (ou melhor) só com homens por conta do meu temperamento.

 

eles que marcaram meu aniversário de 2018 de um modo especial!

1 In Beleza e Bem-Estar

RoC Pro Correct: antirrugas uma realidade!

RoC Pro Correct antirrugas uma realidade

Roc Pro Correct Creme Antirrugas é mais uma experiência com um oferecimento da VIDA loka REAL do lado de cá.

Antirrugas é uma realidade que tenho que amar ou pelo menos tolerar 🙂

Amor eu tenho mesmo por produtos que funcionam. Se for daqueles de mercado, que acho fácil até em farmácia: melhor ainda!

Mas, na minha experiência, esses produtos de nicho, mesmo de alta qualidade, nem sempre são os melhores por definição. Sempre complemento o uso com soros, manipulados e peelings, se precisar.

É assim que eu crio um mix acessível de cuidados com a pele que funciona bem para mim. Personalização. 😉

Eu tive tempos difíceis, em particular nos últimos meses. Foi isso que deixou claro para mim que uma pele radiante não é apenas resultado de cosméticos e cuidados com a pele. Noites de estresse, preocupação e insônia também deixam minha pele sem brilho e envelhecida.

Em tempo, a vida tá mais calma, saúde e os hormônios se regulando aqui com ajuda médica.

Foi justamente nessa fase que comecei a usar o Roc Pro Correct Creme Antirrugas.

A embalagem é um tubinho bem prático com um pump de pressão que dosa bem ao aplicar. Além de ser o tipo de embalagem que eu acho mais higiênica, é uma das que mais faz o produto render. O formato da embalagem preserva a vida útil dos ingredientes junto com a sua durabilidade.

O Roc Pro Correct Creme Antirrugas é consistente quando sai do tubo. Mas, se transforma em creme leve e bem fácil de espalhar.

roc pro correct antirrugas retinol

O creme absorve rápido, não é pegajoso e deixa um brilho agradável na pele. Mesmo com a minha pele oleosa, não senti que ele aumentou a oleosidade. Aliás, usei muitas vezes antes da maquiagem e foi ótimo. Deixou a pele boa para aplicação da base, não formou massa nem acumulou nas linhas.

O produto tem um perfume que eu acho luxuoso e até intenso para um creme. O que muito me agrada, especialmente depois do banho a noite pra dormir cheirosinha 🙂.

Uma dica: evite os olhos, sério. Não sei porque catso eu consegui a proeza e passei bem dentro do olho, rolou lágrima por mais de uma hora.

A RoC não diferencia o Pro Correct Creme entre dia e noite e, portanto, eu aplico duas vezes ao dia.

A fórmula contém retinol e ácido hialurônico como principais ingredientes.

Segundo meu dermatologista, a quantidade de ácido hialurônico no produto é aparentemente pequena para mim. Mas, com o uso contínuo ele compensa o saldo e faz seu trabalho bem feito.

Noto pequenas rugas e linhas menos visíveis – especialmente onde eu sofro mais que é a região dos olhos. Poros da testa menores e uma sensação bem leve ao aplicar.

Desde o primeiro dia do uso, minha pele ficou com um viço saudável, um aspecto suave e toque macio. Como é um creme para peles acima dos 40 anos uso somente ele, 2 a 3 vezes na semana.

A Kutiz confia na minha avaliação real dos produtos que envia, por isso ela não tem responsabilidade no texto aqui escrito. O texto reflete somente minha opinião pessoal e nenhuma compensação financeira foi recebida por ele.
0 In Empoderamento

Pensamento de Startup: 5 lições de um jovem empreendedor pra nossa vida!

Pensamento de Startup 5 lições de um jovem empreendedor pra nossa vida!

Pensamento de Startup é uma habilidade que todo mundo deveria ter!

Startup Mind set se você quiser estrangeirismo @. Se essa habilidade ainda não foi catalogada pela psicologia, deveria ser!

Dia desses ouvi o Fernando Salaroli falando sobre a sua trajetória com a Lean Survey. De tudo que consegui absorver na apresentação eu defini algo como o pensamento de startup.

Eu estava em uma imersão em inovação que estamos fazendo na firma, mas as ideias tem rendido ensinamentos pra vida.

O Fernando é o típico jovem empreendedor que a gente vê nos filmes. Sei lá, 25 anos? Faz parte da “molecada” das startups que estão crescendo e mudando setores estagnados.

Primeiro conselho da tia Lis! Se você quer desenvolver o pensamento de startup, esquece esse lance de idade biológica.

Assim como o Busarello, o Fernando mostrou que idade não é nada. Ajuda com maturidade e experiência, mas quem tem vontade de fazer, vai lá e faz!

Primeiro pensamento de Startup

Inspire-se nas BOAS pessoas/ideias/postura.

O Fernando comentou que era estagiário na 99 táxis quando teve a vontade de fundar uma startup. Inspirado pelo sucesso dos seus, então, chefes. Ele viu o crescimento rápido da 99, a postura dos fundadores, o ambiente inovador e desafiador que a 99 tinha.

Tudo isso inspirou o Fernando. Mas, imagino que a possibilidade de ganhar muito dinheiro também*.

Ele destaca na sua apresentação que a hoje a 99 táxis é o primeiro unicórnio brasileiro.

*PS: eu só imagino a origem do Fernando, por puro julgamento. Ele fez Poli, pobre loko igual nóis de Utinga ele não é. Mas, garanto que “nóis” que é pobre associa que ganhar dinheiro não pode ser uma motivação, nós somos moldados assim. Eu repito pra mim todo dia: não é feio dizer que dinheiro motiva!

Todo mundo, não só empreendedores, tem que saber valorizar monetariamente o seu trabalho/produto/conhecimento! Vou falar mais disso em breve 🙂

Já emendando no segundo pensamento de startup.

Currículo é bom, ajuda, mas não é o diferencial amiguinhos.

Durante a fala do Fernando, curiosa fui olhar o Linkedin dele (como eu faço com todo mundo da minha área) e vejam só:

 Pensamento de Startup - o que eu aprendi ouvindo um jovem empreendedor!

 

Lembro de ter falado pra Aline que dividia a mesa comigo: “dá vontade de limpar a bunda com o meu CV”. Nesse francês fluente, bem polido e educado, tamanho choque de realidade que tomei.

Não que eu tenha um currículo INVEJÁVEL, pelo contrário sempre digo que estudei onde deu, quando deu e como deu. Mas, tenho experiência profissional, idade e blá blá blá padrões de “sucesso e fracasso” que vem à cabeça quando ouvimos um XÓVEM empreendedor falar.

Aqui entrou a lição de vida, que reforçou o que o Busarello já tinha mostrado (vai lá ler o texto linkado): currículo não é nada gente!

Os tempos mudaram! Certas habilidades não vem com a chancela de faculdade, nem sobrenome de família, nem idiomas que você sabe falar, muito menos, com o cargo que você ocupa.

Esforço, ética, foco, empenho, inteligência, visão e etc…

Claro que para fundar uma startup, ter um pouco de grana pode ajudar. Mas, não é também decisivo ou certeiro, existem casos de startups que nasceram em garagens com pouca grana.

Se você entendeu com isso que você não precisa estudar, volte quatro casas!

O terceiro pensamento de startup é um reforço contra-ponto.

Estude!

Falo muito que o que mudou minha vida foi estudar – sempre e muito! Foi o que abriu portas e oportunidades na minha família. A partir da minha irmã trabalhando e estudando, mesmo sem referências na família que tivessem chegado à faculdade.

Mas, sempre estudei e não só na faculdade, qualquer oportunidade que me dão de aprender eu agarro com unhas e dentes.

O Fernando contou que a ideia do que seria a sua startup surgiu numa mesa de bar, mas só nasceu depois de muito estudo, leituras focadas, discussões e análise de mercado.

É aqui que currículo não faz diferença, mas estudar faz!

A habilidade de aplicar conhecimento e explorar áreas são diferenciais que não vem com diploma. O melhor é que todo mundo pode desenvolver isso.

Entendido, né?

Se eu conseguir coloco a lista de livros que o Fernando mostra na apresentação dele 🙂

UPDATE: O Fernando gentilmente leu meu texto e mandou a lista de livros (os links são da Amazon pra quem quiser ver preços. Algumas versões estão em Inglês, outras em Português):

O quarto pensamento de startup é o mais aplicável na vida!

Foco no problema a ser resolvido = foco no que você resolve melhor.

O Fernando contou que a “expertise core” da Lean Survey era uma área completamente nova para ele e seu sócio. Fora que, nenhum dos dois era programador.

Fundar uma startup de tecnologia é, de cara, querer entregar inovação, disrupção e outros adjetivos que tenho ranço – de tão mal empregados.

Mas, o mundo, as empresas, as pessoas estão cheio de problemas e necessidades. Se você não souber o que você pode resolver, de fato, e qual é o problema real você vai ficar rodando atrás do rabo…

Nunca vai chegar no conceito mais incrível da gestão de inovação: O MVP, Minimum Viable Product.

Aqui o Fernando deu passos bem legais que servem para resolver problemas de todos os tipos:

  1. Divida o problema em partes.
  2. Estude tudo. Ache a parte do problema que vai causar mais impacto de mudança positiva.
  3. Foque em resolver essa parte do problema da melhor e mais simples forma possível.
  4. Faça análises e chegue no produto minimamente viável.

Fechando a palestra…

Eu perguntei se no mercado da Lean Survey existia a possibilidade de melhorar o processo. Com métodos mais humanamente apurados ou até mais tecnológicos.

A Resposta é a cereja do bolo: o método funciona até hoje não tem porque perder tempo tentando mudar.

#LOL 😄 rindo de nervoso com essa resposta.

Moral da história, o quinto pensamento de startup é:

Se não é um problema, não crie um problema!

Mas, startups tem muito de usa o que funciona, otimiza, melhora, mas não cria um problema onde não existe. Talvez você não possa resolver o problema que criou e vai desprender tanta energia, dinheiro e etc… Que não vai valer a pena.

E aí volta no pensamento anterior, foco no que você resolve melhor. O mundo, a vida, já tem problemas demais, não dá pra resolver tudo, mas dá pra não criar mais um. 😄

Isso não é uma bela lição pra vida?

Pensamento de Startup lições de um jovem empreendedor pra nossa vida!

(a metodologia usada para pesquisa de mercado quantitativa é a mesma desde sempre)
0 In Beleza e Bem-Estar

Revlon Uniq One Leave-in: vale mesmo a pena?

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O Revlon Uniq One é famoso faz tempo, eu sei.

7 anos atrás uma amiga já usava e ele já fazia sucesso no Brasil. Não é nenhuma novidade no mundo dos cabelos, mas certamente vale a minha avaliação honesta.

Atrasada eu?

Porém, contudo, entretanto: eu nunca fui de finalizar o cabelo após o banho, muito menos usar leave-in.

Sempre fui adepta do sair com o cabelo molhado e deixar ele secar e ser o que ele quisesse. Rebelde, meio armado e um tanto de frizz inimaginável é o que temos default aqui.

Mas, óbvio que hoje eu me arrependo por não ter cuidado melhor do pouco cabelo que tenho.

Desde que optei pelo cabelo curto como estilo de vida, está mais fácil cuidar e ao mesmo tempo mais difícil domar.

O cabelo curto, fino e seco arma com muita facilidade. Foi aí que eu comecei a comprar leave-ins para testar e o Revlon Uniq One ficou na lista, até que a Kutiz me mandou um de presente.

Famoso por ter 10 efeitos em 1 só produto, eu sempre desconfiei se ele era tudo isso.

Vou pontuar cada quesito e dar um parecer final sobre o Revlon Uniq One.

A embalagem spray é bem prática e ajuda o produto a render MUITO! Eu uso 4 borrifadas por ser exagerada e por quê eu quis ver se ele deixa a raiz oleosa.

Fora que a embalagem plástica é resistente. Coisa que meus gatos testaram muitas vezes jogando ela da penteadeira.

Sobre os 10 benefícios Revlon Professional Uniq One Leave-in:

  • Reparação para cabelos secos e danificados: Isso foi o que eu mais notei, não sei se é uma reparação imediata ou um efeito muito bom, só que foi notável. Meu cabelo estava bem ressacado antes de começar a usar ele e hoje está com outra aparência.
  • Brilho e anti-frizz: Brilho? Manda mais que tá pouco! AMO! Realmente, cumpre a promessa. Frizz ele controla também, mas tenho muito cabelo fino, novinho e aí não tem milagre que faça eles baixarem.
  • Proteção contra o calor: Não sabemos avaliar, mas tenho usado só ele antes de secar o cabelo. O protetor térmico fica só para dias que faço escova, ou seja, quase nunca.
  • Maciez e maleabilidade: Cumpre e cumpre muito bem! Desde o primeiro dia de uso eu notei o cabelo bem mais macio.
  • Proteção de cor com filtros UVA e UVB: A gente lê no rótulo e pensa: I hope so! Não temos como avaliar.
  • Escovação e suavização mais fáceis: Cumpre, apesar do meu cabelo ser liso.
  • Incrível capacidade de pentear: Sim, também! Tô até modelando as pontinhas do cabelo 🙂
  • Penteado de longa duração: Super sim, meu cabelo fica lindo até a próxima lavagem!
  • Proteção contra pontas duplas: Acredito que pelo potencial nutritivo da fórmula faz sentido ele prevenir pontas duplas.
  • Mais volume: aqui no cabelinho ralo eu acho que ajuda, mas não chega a ser notável.

Outro ponto positivo é a fragrância que fica nos fios, eu adorei. Além da textura não oleosa do creme. Meu cabelo que tem a raiz oleosa, não sofreu nesse aspecto.

revlon-uniq-one-leave-in-textura

Como eu uso o Revlon Professional Uniq One Leave-in:

No cabelo molhado, borrifo 3/4 vezes, solto os fios com as mãos e seco com secador. Quando deixo o cabelo secar sozinho sinto que fica menos rebelde. Mais ajustado e solto, aí sim tenho a visão real do quanto ele ajuda com meu frizz.

Com o cabelo seco borrifo 1 vez na palma da mão e espalho para dar uma ajeitada nos fios.

Parecer final

Eu tenho cabelos muito finos e frágeis. Costumo secar eles bem rápido com o jato do secador e por isso não faço escova com frequência. Evito mesmo a exposição ao calor por isso gosto do efeito Uniq One não estar associado a finalização com o secador.

Geralmente sou sempre cética com tudo, especialmente produtos que prometem mil coisas. Mas, depois de anos que o Uniq One tá no mercado eu testei mantendo a expectativa baixa. Afinal, poderia não funcionar no meu cabelo que estava ressecado.

A Revlon Professional define o Uniq One como leave-in de tratamento capilar, não só de finalização. O que me dá a entender que com o uso contínuo o cabelo vai sendo tratado com mais intensidade.

Sobre as 10 propriedades:

As propriedades realmente atendem, como descrevi ali em cima. Claro que ele não é capaz de salvar o cabelo completamente arruinado em frangalhos. Embora seja um tratamento, isso deve ficar claro! Mas, recomendo o Uniq One especialmente pra quem pinta o cabelo, faz luzes ou química frequente.

No meu caso, ele funcionou muito bem. Acredito que seja porque o ressecamento do meu cabelo é superficial. Graças a viagens, falta de tempo e etc. Mas, não tenho “dano” profundo aos fios.

Vale pontuar que o Uniq One é um pouco caro para um leave-in, mas honestamente acho que vale a pena. Especialmente para quem quer usar apenas um produto após o banho e ter mais do que somente a finalização.

A fórmula tem o famoso pantenol, aminoácidos da seda, quartenium-80 (condicionador) e um emulsificante derivado do coco.

Ah, não levei ele nas minhas viagens recentes e senti muita falta, quero um travel size.

Pra ver toda a linha da Revlon Professional, que sempre tem promo na Kutiz, clica nos links 🙂 o blog não ganha porcentagem sobre nada, tá?
A Kutiz confia na minha avaliação real dos produtos que me envia, por isso ela não tem responsabilidade no texto aqui escrito.  O texto reflete somente minha opinião pessoal e nenhuma compensação financeira foi recebida por ele.
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Vida online x Vida offline: a vida esfrega as coisas na minha cara!

vida real

Vida online x vida offline: uma longa história sobre como a vida esfrega as coisas na minha cara!

Faz uns 13 anos que mantenho meu diário virtual nessa internet. Via de regra, nunca falo exatamente do meu trabalho ou vida pessoal aqui.

Embora, tudo seja muito pessoal eu sei como publicar com reserva os assuntos.

Já comentei em textos, grupos e até no Instagram, que no passado enfrentei situações bem pesadas por conta do blog. Desde preconceito à constrangimentos. Por postar “look do dia”, selfies, por falar de produtos de beleza, expressar opiniões e etc.

Essas coisas são tidas como “fúteis, inúteis e inferiores”. Tive chefes que afirmaram que meu blog depreciaria minha identidade profissional.

Até clientes, que chegando aqui, me julgavam mal e usavam o que viam aqui para destilar maldade. Ouvi coisas como: “nossa você não tem nada a ver com esse meio, você é tão inteligente pra que manter um blog.?” ou “jura que você tem um blog de moda, mas trabalha com tecnologia?!”. “Você é tão novinha e bonita demais pra entender de finanças”.

Como se ter um blog fosse coisa de gente burra ou diminuísse minha competência na minha profissão.

Sem contar, as inúmeras chacotas e piadinhas de corredor. Dos colegas mais próximos, sempre levei na boa. Mas, a gente enxerga quando é maldade falada pra só pra diminuir e atacar.

Eu trabalho num meio majoritariamente masculino. Mas, por incrível que pareça, as piores críticas sempre vieram de mulheres.

Isso reflete bem o motivo que devemos ensinar mais mulheres sobre o que é sororidade.

Pra lidar com “o problema” eu desassociei qualquer tipo de trabalho daqui. Passei a usar só meu apelido e nunca publiquei nada sobre meu trabalho, estudos, temas que amo e etc.

Mas, aí vem a vida senhoras e senhores.

Dia desses no trabalho, recém chegada, não conhecia ninguém e uma pessoa fala: “você não é a Lis.Life?” e eu em choque falo “sim, como você sabe?”.

Mantive a cabeça baixa arrumando minha bolsa, extremante constrangida!

Pô já me “reconheceram” na rua, mas nunca no escritório, na frente do meu gerente ali.

Tremi!

Mas, olha só a contradição: num texto pouco antes desse eu escrevi que: bons profissionais não podem ser pessoas de merda!

E, me esconder, ter vergonha do meu hobby mais querido, faz de mim uma pessoa de merda! Claro, isso aqui é meu espaço de criação, de desabafo, é uma extensão do meu mind palace.

Vida online vida offline mental palace

Eu sempre falo que não podemos separar nossa vida em caixinhas isoladas. Somos o que somos e devemos nos posicionar no mundo com transparência.

Nunca menti sobre ter um blog, mas não falava dele pra quase ninguém. Escondia não por vergonha, mas por muita gente “atrasada” nesse mundo. Falava pra um ou dois colegas mais próximos. Mas, nunca levei ele numa apresentação ou quando me perguntavam qual o meu hobby numa entrevista.

Mas, que sorte a minha!

Eu aceito que a escrita terapia (ainda vou explicar aqui como funciona) é parte de mim. O blog carrega meu nome ponto life (vida em inglês) ou seja: é minha vida na internet!

Nesse mesmo trabalho, dia 20/06, me dei conta de que estou no lugar certo e na hora certa.

Depois de ser reconhecida como a Lis, do lis.life por uma Business Partner da minha área. Sentir um frio na barriga por medo de “me expor demais”. O meu gerente e novos colegas começarem a me seguir. Eu senti um medo imenso de expor quem eu sou de verdade, minha história e a Lis, essência da Elisangela.

Só que o mundo não é mais dos que fingem ser, que vivem vidas que precisem ser escondidas. O mundo é cada vez mais de quem se expõe, é de verdade e honestamente humano!

Foi assim que, depois de 10 anos atuando na mesma área, eu consegui me desvincular do medo do julgamento. Me desvinculei no susto, com a água batendo na bunda e sem chance de voltar atrás.

Olha que tem tanta coisa feia na minha história pessoal que cruza com a profissional, viu? Tanta cicatriz e ferida que eu até pensei que não fosse o momento de me “assumir“.

Sei bem que o mundo profissional que vivo é um ovinho de codorna. Assim como o mundo hoje é pequeno e quem se esconde (tem o que esconder) não vai longe, nem vive em paz.

Enfim, 13 anos de trabalho formal e eis a minha apresentação pessoal mais profissional da vida:

Vida online x vida offline

 

Eu, nunca tive o que esconder. Errados estavam os que me zoavam, por minha aparência, gostos pessoais e até pelo blog!

A louca dos sinais e significados, não poderia deixar passar o que o universo me mostrou com tudo isso.

Bem no dia 20/06 eu estava assumindo meus desafios pessoais e profissionais na Bahia. Sendo recebida por uma empresa nova, colegas novos e ouvindo a todo instante o Rei do Baião.

Lembrei do meu pai a cada segundo dessa viagem.

Vida online x vida offline LIS

* um dos maiorias sinais que eu poderia receber, na simplicidade das memórias que minha irmã compartilhou!

E, como diz no Nordeste, graças a Deus e a São João pela boa colheita depois de uma semeadura tão árdua!

A festa na cidade não era por minha causa, mas eu senti como se fosse <3 até um forrózinho bom eu dancei!

Quem viu meu stories com a vida do viajante sendo tocada por um trio de forró no meio do escritório? Coraçãozinho ficou mais feliz!