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Lis

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Quase um dia em Joinville: uma parada rápida demais

Um dia em Joinville

Nem posso chamar esse post de roteiro de um dia em Joinville!

Foi uma noite e meio dia que, deixaram um gosto de quero mais. Mas, depois de visitar Morretes e Antonina, seria muito cansativo seguir viagem direto.

A parada estratégica foi um dia em Joinville e, apesar do pouco tempo, fiquei encantada.

Desse um dia em Joinville só tenho boas impressões.

O clima estava ótimo, a cidade tem uma estrutura de turismo excelente e meu passeio inicial, foi para comer, óbvio!

O destino certeiro era a via gastronômica com opções de pubs e restaurantes de todo o tipo. Fui a pé do hotel e achei a região vazia, por ser um centro de cidade.

A via gastronômica fica perto do Shopping Muller. Pra quem não quer arriscar o shopping tem uma arquitetura linda, opções de lojas e restaurantes famosos.

Pela manhã fui conhecer a Rua das Palmeiras e visitar o Museu Nacional do Imigrante.

Um dia em Joinville - Rua das Palmeiras

Na Rua das Palmeiras eu bem que tentei usar o tripé para fotos (com as Palmeiras), mas não foi uma boa ideia.

Essa moça atrás de mim na primeira foto sentou exatamente onde eu havia posicionado a câmera, ficou ali e nunca mais saiu (tava fazendo stories/selfie) aí eu desisti das fotos.

Tá vendo como eu não tenho talento pra ser blogueira? Paciência zero!

Acima a foto do busto da Princesa Francisca Carolina Joana Leopoldina Romana Xavier de Paula Micaela Rafaela Gabriela Gonzaga de Bragança (ufa). Ou só Dona Francisca. A escultura de Fritz Alt foi criada em 1926 e precisou ser restaurada depois de sofrer vandalismo, mas retornou a praça presenvando suas características originais.

A região onde hoje é Joinville fazia parte do dote que foi dado por ocasião do casamento da Princesa Dona Francisca com um Príncipe Francês, vale a leitura na Wikipédia.

Um dia em Joinville - Museu do Imigrante

No Museu Nacional do Imigrante eu fiz uma tour VIP, por que o museu estava vazio. O guia contou histórias, explicou muito não só sobre o museu e o acervo como também sobre a colonização de toda a região.

O museu tem quatro grandes casas que remonta a vida dos imigrantes com os objetos históricos, a tecnologia, os transportes e tudo o mais próximo possível da época da colonização.

Me apaixonei pelos quadros e bordados com frases e poemas em alemão e pela estrutura charmosa das casas de enxaimel.

Fiquei encantada com a preservação dos móveis e do chão da antiga casa de enxaimel que foi instalada ali manualmente.

Clique nas fotos para ver em tamanho ampliado:

Segui para o Mirante da Boa Vista, já que não consegui subir na Torre Panorâmica de Curitiba.

O Waze me mandou pra dentro de um bairro, com rua de terra e não achou a localização do Mirante.

Um morador do local que me orientou a colocar no GPS como Torre da TV.

Um dia em Joinville

Rua sem saída onde o Waze achou que era o mirante!

A pontualidade do ônibus turístico que leva até o Mirante impressiona. Dá pra subir a pé, mas no calor que estava eu nem cogitei. Dentro do Parque do Mirante ainda tem o Zoobotânico, que fiquei com vontade de visitar.

Um dia em Joinville - Mirante

Depois de esperar no ponto de ônibus com essa vista agradável (acima), contemplar a vista do Mirante foi recompensador!

Um pedido aos pais que forem ao Mirante de Joinville com crianças pequenas: segurem na mão das suas crias. Sério! O Mirante não tem redes de proteção nas escadas e nem no parapeiro, dá um medo danado ver uma criança correndo por ali.

Eu quase segurei na mão de um menininho que estava com o pai e o irmão, mas que dava um baile no pai e saia correndo como doido. Só não quis fazer a louca, né? Mas, fiquei com medo por ele.

Continuei a viagem depois de almoçar as tradicionais empadas Jerk, para ver minhas avaliações de locais durante a viagem confere meu perfil no TripAdvisor!

Joinville é uma cidade encantadora e que não perdeu os ares de cidade pequena. Mantém uma arquitetura preservada e misturada com prédios modernos.

Como sempre, a Paulista aqui se impressiona com cidades limpas de verdade. Mais uma cidade organizada e onde todo mundo pára na faixa de pedestres.

A cidade me lembrou muito Blumenau no seu “jeitão”.

Joinville, preciso te conhecer melhor, viu?

3 In Estilo de Vida

Serra da Graciosa, Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Desci a Serra da Graciosa de carro com destino a Morretes e Antonina.

A Serra da Graciosa ou PR-410, uma rodovia que atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil. Foi declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e tem 28km de extensão em mata fechada.

Esse trajeto até Morretes pode ser feito por um trem turístico saindo de Curitiba. Mas, quem puder viver a experiência e a emoção de descer a Serra da Graciosa não vai se arrepender.

A estrada existe desde 1721 e era chamada de Trilha da Graciosa.

A Serra da Graciosa é bem cuidada e limpa. Embora eu ache que tem trechos de paralelepípedo que deveriam ser asfaltados.

 

No trajeto da Serra da Graciosa tem recantos com mirantes, quedas d’água e pontos de comércio. Todos os recantos são públicos, com mesas, churrasqueiras e espaço para camping.

No final dos 1050 metros de altitude da Serra está São João da Graciosa e as nascentes do  rio Nhundiaquara.

Rio, aliás, que é um dos mais limpos do Brasil em toda sua extensão e percorre as cidades ao redor.

No final da estrada, na bifurcação você escolhe se vai para Morretes ou Antonina.

Serra da Graciosa: Viagem de carro pelo Sul do Brasil

Segui primeiro para Morretes, onde almocei e passei parte da tarde.

Morretes é uma cidade pequena e encantadora, que parece ter parado no tempo.

Tudo em Morretes é simples, mas não se engane! A cidade é turística e tem opções de hospedagem e alimentação que dá pra se perder na escolha.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

As @’s do Instagram me mandaram para Morretes indicando o famoso prato da cidade: o barreado. Entre um passeio pelos bairros, parei na praça da Ponte Velha e almocei com vista para o Rio Nhundiquara!

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Como não é alta temporada poucos restaurantes estavam abertos. Entrei para conhecer o Madalozo, que é bem tradicional na cidade.

– o nome Madalozo, lembra o Madalasso, o restaurante que almocei em Curitiba, mas não são “parentes”.

No Madalozo escolhi a opção rodízio com barreado na mesa, pra ter toda a apresentação tradicional do prato.

A vista encantadora é de uma paz incrível, o atendimento foi super simpático e me trouxe uma pinga de banana divina!

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Pela segunda vez comprovei que a história do rodízio de comida é levada muito a sério no Sul do Brasil.

Segui pelas ruas de tijolo com ar de novela das 6 da tarde. Tirei tantas fotos dos casarões antigos que nem consigo escolher o que postar aqui.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Ainda estava acontecendo uma feira de artesanato e flores no centro. Comprei um doce e andei pela feira até a Igreja, passando pelo marco zero da cidade e pelo hotel mais antigo da cidade.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Morretes vale a vista pra quem gosta desse ar de passado, de ver a arquitetura local e de andar sem rumo. O museu da cidade é pequeno, mas tem peças interessantes e objetos bem conservados.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

 

A parada em Antonina foi exclusiva para fotos e bem rápida.

Menos de 20 mil habitantes: já diz muito sobre Antonina, né? A cidade tem uma Baía que de tão calma dá pra meditar só olhando a paisagem.

Foi esse meu destino inicial.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Seguindo pela orla já dá pra ver as ruínas do Casarão Macedo. Que além de alimentar minha imaginação com histórias de terror, rendeu fotos lindas pro meu arquivo pessoal!

Leiam esse texto completíssimo para saber a história do Casarão. 

Serra da Graciosa: ruínas de Antonina

Andei pelas ruas do setor histórico e, diferente de Morretes e Curitiba, achei os prédios mal conservados e as ruas sujas.

O que é triste, afinal Antonina tem tudo para ser um refúgio igual a Morretes.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

A cidadezinha litorânea vale a visita de pelo menos meio período, para conhecer as igrejas e a prefeitura.

Serra da Graciosa: visitando Morretes e Antonina.

Um plus, nessa viagem foi a subida da Serra da Graciosa com chuva.

Já falei que carro deslizou a menos de 20 km/h, né? Foi um cagaço absurdo pra subir, mas com emoção é bem melhor!

Pra ver mais lugares que visitei, onde comi, dormi e etc. passa no meu perfil do TripAdvisor eu vou avaliando tudo por lá 🙂

Um vídeo que não vai ficar listado no Youtube:

 

2 In Estilo de Vida

Carros de 2017: o que eu dirigi esse ano?

Carros de 2017

Carros de 2017: uma pequena avaliação do que eu dirigi esse ano.

Em 2009 eu escrevi um texto com o título “carros para mulheres“. Era baseado numa pesquisa sobre o gosto de mulheres para carros e foi um dos textos mais lidos do blog!

Com o tempo e o conhecimento vi que a pesquisa era machista e o texto, mesmo bem intencionado, não cabia mais aqui!

Mas, eu amo dirigir e o assunto carros sempre aparece nas minhas redes sociais.

Dias atrás me despedi de mais um carro e algumas @s me perguntaram sobre os carros que eu já mostrei no stories.

Como o assunto é interessante quis fazer uma lista de recordação dos carros de 2017.

Que tive, dirigi, emprestei, aluguei e etc… Modelos bem diferentes, de preço e estilo!

Se você estiver pensando em comprar carro em 2017 vale ler as observações sobre cada um, do seguro ao uso no dia a dia.

Vou começar com meu eterno xodó, o Kia Picanto.

Foi o primeiro modelo de carro zero que comprei na vida. Sou suspeita pra falar dele. Tive um preto 2016/2017 e um branco 2017. Entre os dois modelos mudavam só pequenos detalhes.

Meu Picanto era automático, 1.0, pequeno, confortável e completo. É um carro super econômico, com um seguro na média de R$ 3 mil realidades (pro meu perfil). Escolhi ele depois de muita pesquisa e test drive, não me arrependo em nada.

É um modelo simples, mas como eu pego muito trânsito era ideal pro bolso. Além de caber em qualquer vaguinha na rua! Não pense que 1.0 automático deixa na mão na estrada, que nada, bravinho o motor viu? Eu tenho o pé pesado  e o bichinho andava, Rodoanel tá aí de prova!

Que me desculpe meu Uninho – Fiat Uno – meu primeiro carro da vida! Mas, o Picantinho tem lugar no meu coração.

Na lista dos que eu amei dirigir esse ano não poderia faltar o Kia Cerato.

Apesar de ser de uso compartilhado e eu só usar ele em dia de rodízio. Eu  escolhi o modelo e até a cor, um branco especial da Kia que parecia ter glitter.

Um motor 1.6, forte e não beberrão! Bom de estrada, 3 modos de ajuste da direção e um espaço interno excelente – o oposto do Picantinho . Eu só dirigia no modo conforto, o de fazer manobras e amava!

Melhor arranque, suave na troca de marcha e anda bem!

Só o seguro do Cerato é puxado, de R$ 4 a 5 mil dependendo do perfil. Roubaram as rodas de liga leve uma vez, aí comprei uma trava de segurança que evita esse tipo de roubo comum no ABC Paulista.

Sou a prova de que mulheres são parte decisava na compra dos carros da casa, como em qualquer outra compra! Influenciei não só familiares, como amigos a conhecerem os carros da Kia e da Nissan, por exemplo.

Foi nesses dois carros que eu gravei a maior parte dos meus talk shows matinais do stories!

Depois deles quero falar de dois populares que eu dirigi, ainda dirijo às vezes, na cidade e curti muito.

O Ford Ka, manual, leve e com um sistema de embreagem que não deixa o carro voltar nas ladeiras! Só esse sistema já me ganha num carro manual. Gostei do sistema de bluetooth e do painel bonitão azul da Ford.

Anda bem na cidade, acho que faz 10/13km por litro. Não acho que é um carro visado para roubos e o preço de venda dele é bem acessível.

Outro carro de 2017, popular e acessível foi o Onix 1.6, automático.

Era uma das minhas opções de compra em 2016, minha irmã – a mais velha – teve e adorava o carro.

O kit de conectividade é maneiro, áudio bem legal e a posição de dirigir altinha do jeito que eu gosto.

O modelo mais completo, com bancos com costura diferente e kit sport é um pouco salgado. Mas, é um carro bonito e bem confortável pra quem pega estrada ou trânsito.

Ah, o espaço interno dele é bom, a cadeirinha da Isa (que é um bebê grandão) ficava tranquilamente confortável.

A lista dos carros que emprestei esse ano é pequena, mas de respeito.

Um colega deixou eu dirigir o Honda Fit dele que era uma paixão antiga. Eu acho o design Honda  bonito e o Fit me chama a atenção desde os primeiros modelos.

O Fit na cor vermelha chama a atenção na rua, além de ser confortável e alto pra dirigir. Uma coisa que percebi é que ele consome mais que o normal na cidade, não sei por que… Motorização e tempo da embreagem, talvez?

Sem dúvida o Fit é um dos hatchs mais bonitos do mercado hoje.

Depois do Fit foi a vez do Fox, um pequeno robusto. Um carro mais simples no acabamento, sem um painel bonitão, mas muito confiável.

É altinho – como eu gosto de dizer – mas, bate muito. Não acho ele tão confortável quanto o Picanto, por exemplo.

O seguro gente, aqui no ABC, é caro! Acho que VW é visado na região por conta das peças, é o que dizem…

Agora, um carro que roubou meu coração: o Sentra.

Eu já havia tido Nissan Livina, mas o Sentra. O SENTRA! Que carrão! É outro nível de carro, de potência, de preço.

Mesmo sendo pesadão o motor 2.0 é incrível pra dirigir. Na estrada é a estabilidade em forma de carro, todo completo e enorme.

carros de 2017

cliquem na foto para ler a legenda de quando foi postada 🙂

Fiquei por dois meses com o modelo mais completo dele e mesmo sendo um carro menos moderno – na estética – me ganhou.

É um carro enorme, mas a direção é a mais confortável do mundo. Fiquei por 2 meses com a versão mais completa do Sentra e ele tem o melhor kit de acessórios!

Aí veio o tratorzinho, a Duster!

Foram meses de muita alegria, passeios, viagens e o tratorzinho me ganhou. Achava ele secão, sem nada de muito bonito.

Mas, o carro que passou enchente, alagamento, subiu em calçada pra sair de situação de risco, merece meu amor.

carros de 2017

Clique na foto para ler a legenda 🙂

Apesar de um defeito absurdo: o step do lado de fora numa gaiola super fácil de quebrar.

Lá se foi o step, contei aqui no post sobre ser independente um pouco dos perregues que passei com o Tratorzinho.

Mas, em compensação, melhor posição de dirigir! Não só na altura, mas no espaçamento do banco do motorista. Eu tenho as pernas longas, não é todo carro que meus braços e pernas ficam confortáveis de verdade.

O motor 1.6 chegou aqui amarrado, mas pego tanta estrada que ele amaciou e mesmo sendo um carro pesado o tanque de álcool rendia bem.

Agora os irmãos gêmeos – como diz a Isa – o HB20 e HB20s.

Tirando a traseira do sedan os dois são idênticos. São bonitos, confortáveis e bem servidos de acessórios nas versões básicas e medianas.

Só acho que eles são baixos demais! Tanto que refizeram o asfalto da minha rua e ele raspa na entrada da garagem o.O

Veja bem, a regulagem de altura do Picanto e Cerato é ótima, o assento realmente fica alto. Mesmo o Cerato tendo rodas de aro 16″ e suspensão mais baixa, por ser sport, eu não tinha a sensação de estar dirigindo perto do chão.

Nem no Sentra que também é um sedan e, na Duster então, eu tava nas nuvens!

Mas, os HB20’S me lembram a sensação que eu tinha no Civic rebaixado do meu cunhado. Tenho aflição de andar em carros que arrastam no chão.

Sem dúvida os HB merecem o sucesso que fazem, são lindos por dentro e por fora. Motor que dizem ser o mesmo padrão do Cerato, acelera bem e por ser um carro leve, ele voa nas saídas.

Um dia vou entender mais de motorização, quesitos de direção e escrever mais do que somente minha percepção de gosto.

Acho que nessa nova fase da minha vida vou fazer um curso de mecânica básica e quem sabe conseguir trocar um pneu sozinha? Tenho poucas amigas que conseguem, mas eu chego lá!

Uma lista grande de carros de 2017! Mas, também o tanto que eu dirigi esse ano não tá escrito…

Memórias de quando eu estava a procura de carro 🙂

Usar gênero no desenvolvimento de produtos, como carros, explora implícita ou explicitamente, um estereótipo.  O “isto é coisa para mulheres”, a visão binária de “homem” e “mulher”, segrega e reforça padrões negativos na sociedade.

Se você gosta do carro X, compre! Simples assim! Essa de carros para mulheres, já deu né?

2 In Estilo de Vida

Roteiro de 2 dias em Curitiba, pra querer voltar logo!

Uma visita relâmpago, mas o roteiro de 2 dias em Curitiba foi eficiente para conhecer os pontos altos da cidade!

A ideia dessas férias de última hora era sair de Santo André sentido Sul. Conhecer Laguna e ir parando pra curtir o trajeto.

Sem muitos planos, toda a viagem foi guiada pelas sugestões dos pouco mais de 16k de amigos do blog no Instagram.

Em cada cidade eu parava, abria aplicativos de viagem e pegava as dicas que recebi nas DM’s e comentários. Achava quarto pra dormir, onde comer e passear tudo assim na hora.

  • Vou escrever um texto especial sobre a experiência de fazer uma viagem sem, ou quase, planejamento, com todos os apps e dicas para não cair em roubadas na estrada.

Minha primeira parada foi Curitiba que fica a 5 horas de São Paulo pela Régis Bittercourt. A estrada é boa e fui por ela do Paraná até Santa Catarina como vocês vão ver nos textos dessa viagem de carro.

Curitiba merece pelo menos 3 dias inteiros só para ela, mas dessa vez eu não tinha esse tempo. Mesmo assim não quis deixar de conhecer o básico da cidade.

Cheguei pelo bairro Jardim Botânico e achei um hotel a 5 minutos do Centro. Exatamente entre os bairros Água Verde e Batel que são bem conhecidos.

A boa localização ajudou a otimizar o tempo e ter mais opções de locais para visitar.

A lista de lugares para conhecer em Curitiba é longa, mas o básico que me indicaram foi:

Parque Barigui, Museu Oscar Niemeyer, Jardim Botânico, Praça do Japão, Bosque Alemão, Parque Tanguá, Ópera de Arame, Torre Panorâmica, Museu do Holocausto, Castelo Hauer, Bairro Santa Felicidade, Vinícola Duringan, Centro Histórico.

Para comer em Curitiba as indicações foram: Restaurante Mandalosso, Bar do Alemão, Officina Bistro e Forneria Copacabana.

Organizei meu roteiro de 2 dias em Curitiba por ordem de interesse.

Curitiba tem um city tour de ônibus que passa pelos principais pontos turísticos da cidade que seria perfeito pra mim, mas, infelizmente não estava funcionando na data.

Eu amo ver a arquitetura urbana, parar em frente aos prédios e tentar entender a história da cidade através deles. Passei pela Primeira Igreja Batista de Curitiba e pelo Castelo do Batel dois prédios que mereceram uns minutos de atenção mesmo estando fechados.

Clique nas fotos para ler sobre os prédios, tá?

Foto: Fotografando Curitiba

O Castelo do Batel é lindo mesmo de longe, olhando dos portões.  Passei ainda pelo Castelo a noite e é quase um sonho com a iluminação.

Foto: Castelo Batel Eventos

Parei na Praça do Japão e os monumentos pela Paz realmente me deixaram com a sensação de paz. As fontes, as carpas, o silêncio e o gramado bem aparado com pequenos bonsais é encantador. Tudo limpo e bem conservado.

 Roteiro-de-2-dias-em-Curitiba_2017

Na praça este prédio é uma loja de artesanato local, com memórias dos imigrantes e algumas informações sobre a construção da praça.

Roteiro de 2 dias em Curitiba

Andando pelos bairros cheguei na Torre Panorâmica, que estava fechada. Não era um bom dia de fazer turismo em Curitiba 🙁 mas, passei pelo Bosque Alemão, Bosque Italiano e subi até o Bairro Santa Felicidade.

Quis almoçar no Restaurante Madalosso, o segundo maior restaurante do mundo! Famoso por servir mais de 4 mil mesas simultaneamente, em dias de festa. Um restaurante familiar que desde 1963 serve um rodízio de pratos simples, mas delicioso e bem servido.

Roteiro de 2 dias em Curitiba

Apesar de não ser nada típico italiano, como imaginei, eu gostei da comida. Tinha um frango a passarinho que estava maravilhoso. Os salões amplos lembram as churrascarias rodízio de São Paulo, o atendimento foi rápido e bem gentil.

Comecei a me sentir de férias de verdade nesse almoço 🙂

Roteiro de 2 dias em Curitiba

Andando por Curitiba vi muitas praças que a Paulista aqui ficava impressionada com o quanto eram limpas e bem cuidadas. Até as menores e mais afastadas!

Uma passadinha na Vinícola Durigan para degustar alguns todos os vinhos deles e trouxe algumas garrafas pra casa, além de ter feito muitos stories de terror com as estátuas do local.

Roteiro de 2 dias em Curitiba

 

Oficialmente o Natal chega a cada ano mais cedo, mas estando de férias eu nem me irritei com isso. Claro que a gente ignora o coelho da Páscoa ali, faz parte da decoração. 🙂

Roteiro de 2 dias em Curitiba

 

Os parques de Curitiba vão ser um ponto polêmico da minha resenha!

Achei todos melhores que o Ibirapuera! Sorry São Paulo, eu te amo, mas… Não só pela amizade que fiz com as Capivaras, mas tudo é muito mais bonito e bem cuidado.

A foto abaixo poderia ser do ~laguinho~ do Ibira, mas é do Parque Barigui mesmo!

Roteiro de 2 dias em Curitiba

O que mais me chamou a atenção na cidade é como tudo parece funcionar!

Falando a real: não fico sossegada tirando foto com o tripé em parque nenhum de Santo André e muito menos em São Paulo. No Barigui eu fiz foi logo um book #LOL

Agora solta a trilha sonora romântica….

Logo ao chegar na cidade meu olho encheu de lágrima e o coração saltou nos olhos. O Jardim Botânico todo cor de rosa foi lindo de ver.

Me emocionei por estar em mais uma cidade conhecendo mais um cartão postal.

Roteiro de 2 dias em Curitiba

 

Nenhuma foto faz jus ao amor que senti nesse curto roteiro de 2 dias em Curitiba!

Ah, como eu não tinha certeza se iria esticar para Santa Catarina eu fui conhecer o Bar do Alemão no Centro Histórico. O Bar fica no Largo da Ordem, onde também tem a famosa feira de artesanato e a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, a mais antiga de Curitiba.

O chão de tijolos é bem característico e a noite a movimentação é intensa nos bares.

Roteiro de 2 dias em Curitiba_2017_iPhone-4

Foi só a primeira pratada de comida Alemã da viagem! O Bar é muito bacana, mas o chopp é Itaipava. Não que seja ruim, mas poxa… Um bar alemão né?

O ambiente lembra uma taberna e conserva desde 1979 os móveis rústicos, lanternas e decoração que dão o charme.

Não provei o Submarino, bebida carro chefe da casa, mas provei a carne de Onça que não é de Onça e o Apfelstrudel!

Uma tristeza: não fiz o tour do Museu Oscar Niemayer, mas se o prédio do museu já é apaixonante imagina o tour guiado?

O que eu achei de Curitiba

Dória aprenda, por favor, com eles o que é cidade limpa de verdade! Mais do que paredes sem pichação, vi em Curitiba boeiros limpos, cestos de lixo disponíveis a cada 100 metros, todos limpos e com opção de separar o lixo orgânico.

Monumentos e locais públicos são iluminados e conservados, calçadas e guias todas bem cuidadas. Vi muitas rampas de acesso para cadeirantes e guias condutoras para deficientes visuais. Quase não vi policiamento, mas ainda assim me senti muito segura na cidade.

Fui ao cinema, uma sessão que acabou quase 1 da manha e voltei andando para o hotel. Duas quadras, mas que no Centro de São Paulo ou Santo André, eu jamais caminharia nesse horário.

  • mesmo morando em um dos “bairros bons” de Santo André, que daria pra ir andando em todos os melhores restaurantes e bares da cidade e ainda assim não faço isso!

Gostei do ar de interior dos bairros, mas com a cara de metrópole do Centro. População educada, pelo menos parece ao ver que param mesmo para pedestres na faixa e que preservam a limpeza em toda a cidade. Fora que tem muitas opções de passeios diversas e gratuitas, é de apaixonar.

Nesse roteiro de 2 dias em Curitiba  consegui ver os principais monumentos da cidade, experimentei a vida noturna e fiquei com gostinho de quero mais.

Conheci 80% de tudo que me indicaram, um special thanks para a mariparaujo que me deu ótimas dicas da cidade!

Voltarei Curitiba, um dia, espero eu.

Se quiser saber onde me hospedei e outros lugares onde passei confere meu perfil no TripAdvisor que eu vou avaliando tudo por lá.

4 In Estilo de Vida

Viajar de carro, sem destino, sem planos…

No dia 30 de outubro saí para viajar de carro, sem destino e sem planos…

Logo eu a louca do planejamento que sou tão organizada que não faço quase nada sem ter um mínimo planejamento aceitável.

Mas, né?

Esse ano não pude planejar minhas férias, entre ficar em casa e sair por aí, eu preferi sair…

O destino inicial era Curitiba no Paraná, com uma ideia de ir conhecer Laguna em Santa Catarina. Mas, como eu sempre digo o blog me traz sempre as melhores experiências (ou lições)!

No Instagram a viagem ganhou outro corpo, outra cara, outra pegada!

Contei que iria viajar de carro rumo a região Sul do Brasil, começando por Curitiba.

Entre uma dica e outra, fui para praias desertas, restaurantes deliciosos e novas cidades…

Tudo seguindo as dicas das @’s amigas do blog! Estou no oitavo dia de viagem e passei por 7 cidades só seguindo dicas recebidas no Instagram, aproveita e me segue no lis.life!

Viajar de carro, sem destino, sem planos virou uma aventura com outra conotação.

Mais do que falando stories pra dividir estou mostrando onde vocês me mandaram ir. 😃 Até agora não teve uma dica furada!

Desde restaurantes até passeios: todos acertaram em cheio e tem sido delicioso compartilhar.

Tirando o fato da internet não funcionar aqui, minha rede 4G pelo visto só alcança até Curitiba. 😔

Como não pude subir todos os vídeos, postar todas as fotos, eu estou escrevendo sobre a viagem. Registrando no meu bloco de notas e vou publicar assim que voltar pra casa.

Já são tantas memórias pra escrever! Até um desejo que compartilhei no stories, no início da viagem. se concretizou.

Existe uma fonte de vinho! E não foi só piada minha 😀

A viagem vai durar mais alguns dias, mas já estou seguindo na rota sentido São Paulo.

Sem dúvida, está sendo uma das melhores experiências desse ano!