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Lis

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Liderança para a vida real | 8 lições que ouvi do Flávio Augusto!

Destaques de um final de semana para ouvir sobre liderança para a vida real!

Dica de leitura dos meus textos:

  • Se você gosta de história, leia esse texto inteiro, mesmo com preguiça.
  • Se quer entender por cima, leia os destaques em negrito.
  • Se quer a versão resumida, vá no meu LinkedIn 🙂.

O tema liderança para a vida real parece um mix de autoajuda com igreja pentecostal. Mas, hoje todos somos liderados e lideramos em alguma esfera da vida.

Seja em casa, na igreja, comunidades, empresas e redes sociais. Todos somos influenciadores e, por consequência, líderes em algum momento.

Ainda mais com o advento de coaches e gurus que vivemos. Aposto que você já se viu na situação que Mateus 15:14 descreve:

“…São guias cegos guiando cegos. Se um cego conduzir outro cego, ambos cairão no buraco.”.

Por isso que quando eu soube que o Flávio Augusto (@geracaodevalor) estaria em um evento, não pensei duas vezes! Fui conferir a energia desse cara que acompanho na internet há 8 anos!

O Flávio foi generoso ao falar de vida pessoal e carreira, sempre de um modo leve como um papo entre amigos.

Impossível não admirar a doce história de amor pela Luciana, sua esposa, e como construíram juntos o caminho “certo”. Mas, também o peso nas palavras duras com quem espera um “salvador” para todos os seus problemas. Em contrapartida esbanjando insights que provam que que liderança é uma habilidade necessária para todos. E, não poupando lições, ao falar de temas “indigestos” citando exemplos da vida dele a cada tópico.

Aqui reuni a lições que, para mim, fizeram sentido pensando numa liderança para a vida real!

1. Se você está em posição de influência/liderança, você é responsável pela vida das pessoas ao seu redor.

Não importa se você tem holofote ou cargo. Você é responsável e tem que saber o seu efeito nas pessoas e famílias a seu redor.

Lideranca para a vida real_ Flavio Augusto_Geracao_de_Valor (1)

Me choca ver homens falando sobre família, carreira e sucesso. Ainda mais sabendo o quanto o mercado corporativo e de TI (onde atuo) pode ser podre.

A maioria das pessoas quer fugir da responsabilidade e seus efeitos. Ser responsável pelo “lado humano” é algo grandioso. Há quem prega que ninguém é responsável pelo que o outro entende, sente ou faz para poder justificar suas “mau carátices“.

Outro ponto que me fez pensar muito, foi um dado que ele compartilha ainda pensando sobre famílias.

2. No Brasil, uma família que está hoje nos 10% mais pobre da população, leva 9 gerações para subir para uma classe mediana.

No caso da minha família estamos na 3° geração. Considerando que eu ainda tô lutando pelo pão nosso de cada dia, mas, saímos da linha da pobreza lá pelos meus 20 anos.

O soco no meu estômago veio em forma de conselho:

3. Não se deixe vencer pelo vitimismo.

O Flávio é taxativo pra ninguém esperar meritocracia e não sentar na posição de vitima, viu?

Justiça e meritocracia não existe e ponto, ele conhece a desvantagem que é nascer pobre e diz isso com todas as letras.

Ele fala com todas as letras que NUNCA vai existir meritocracia enquanto um estagiário vai pro trabalho tendo estudado inglês a vida toda, fácil acesso a transporte competir com outro que nem se quer se alimentou.

Sem as mesmas bases, as oportunidades nunca serão iguais! Com esse pensamento ele reforça o que sintetiza a minha gana por estudar AINDA MAIS nos últimos anos.

Contando a história dos pais dele, Flávio reforça que a mobilidade social vem pelo estudo e que hoje o acesso ao conhecimento é um caminho sem volta.

“Mobilidade social só existe com acesso ao estudo, seja formal ou informal (autodidata).”

Trazendo pra minha realidade, eu sei que meritocracia não existe na vida real. Eu ouço pelo menos uma vez ao dia que não existe justiça e o mundo corporativo é assim… Não me acostumo, mas não sento pra ver o que acontece.

Abre aspas, para quem não me conhece:

Cresci dividindo roupa pra ir pra escola, quando minha irmã estava de blusa, eu passava frio. Vice-versa. Estudar sem material e com fome. Ir pra escola pelo lanche, trabalhar/brigar pelo básico todo dia. Sei o que são 3 horas de transporte público para chegar ao trabalho e ser humilhada por isso.

Mesmo hoje, que subi um pouco na “cadeia alimentar”, a meritocracia ainda não existe…

Eu ainda tenho que ralar muito todos os dias para compensar a minha falta de base, de estudo e de marcas no currículo. Nem vou falar o quanto a dificuldade aumenta sendo mulher de “personalidade forte”, não estando no padrão de “feminilidade” esperada. Hoje não é mais com a fome que eu luto todo dia, graças a Deus. Mas, ainda luto pra ter onde morar, como me locomover e estruturar a minha base da pirâmide [de Maslow]. Isso, tenho certeza que poucos no meu ambiente corporativo vivem.

4) Sucesso é uma medida pessoal.

Dentro do que o Flávio entende ser sucesso, respeito é vital. Ele fala que não adianta ter o respeito de colegas de trabalho e não da sua família, vice-versa. Não existe bom profissional e péssima pessoa, uma hora isso se cruza, seus valores e caráter ficam expostos.

Ele conta várias histórias que provam o quanto o respeito das pessoas que vivem perto da essência dele é mais importante do que cargo. Mesmo tendo tanto sucesso e dinheiro, ele afirma que o respeito da família ainda é a maior métrica dele. Ele fala o quanto não arriscar esse respeito e suas bases de valor moral é fundamental para uma carreira longa e uma vida plenamente feliz.

5) Escolha bem a empresa e as pessoas com quem trabalha.

Aliado a isso, a importância de ter a nossa palavra sempre apoiada no nosso caráter e ações. Ele exemplifica falando da “re-compra” da Wiseup somente para reerguer a rede após a venda para o Grupo Abril.

Ah, ainda sobre essa negociação ele fala muito sobre cumprir nossa palavra doa a quem doer (mesmo em nós).

6) Ter de fato uma palavra honrada é o diferencial de um bom líder (de si e outros).

Líderes que tem palavra, conduzem empresas/pessoas de modo honrado. Mesmo num mundo competitivo e cheio de sujeira pelo dinheiro, status e etc.

7) Liderar é ser alguém que compartilha conhecimento por generosidade e impulso de doação.

Uma pessoa que não retém o que é bom pra si é um líder nato.

Por isso, o compartilhar ideias, conhecimento e informação é um motivador pessoal. Esse blog prova isso 🙂.

8) Quando ninguém der nada pra você, dê a si mesmo!

Tento me policiar para não ser a pessoa que aponta o dedo sem olhar pro meu umbigo. Acredito que única e melhor maneira me tornar líder de mim é investindo no meu aperfeiçoamento e fazendo por mim. Para que a minha cegueira não me condene eu me mantenho uma eterna aprendiz. Valorizo cada oportunidades de ouvir quem tem mais estrada e percorreu outros caminhos. São experiências como dessa palestra que me possibilitam ver um viés diferente e muitas vezes, mais motivador, que o meu dia a dia.

Só para ilustrar quando o Flávio Augusto, em carne e osso, falou sobre engolir o julgamento e a descrença, eu me vi representada e me emocionei!

Fazer por mim, criar as minhas oportunidades mesmo sem “tapinha nas costas” é o que tento fazer todo dia e não tem mesmo outro jeito, 32 anos contrariando as estatísticas!

Posso dizer que no meu caminho de ser líder da minha vidinha essa palestra foi um bálsamo de ânimo!

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Zen Project: reeducação alimentar na vida real!

O Zen Project é meu projeto pessoal para manter o foco na reeducação alimentar que comecei anos atrás.

Lembram que eu entrei numa transformação de saúde, que refletiu no meu corpo e mente positivamente? Compartilhei tudo aqui no blog e me fez bem escrever, falar dos dilemas com a saúde como um todo.

Esse ano eu notei um aumento representativo nas buscas pelos meus cardápios aqui no blog e achei bacana dividir o que eu faço hoje. Como tenho mantido a saúde e a sanidade depois de ter sofrido um bocado.

Reconheci no Zen Project uma forma de manter tudo que aprendi e apliquei para curar meu corpo, por isso faz sentido escrever aqui sobre ele.

Muito além do reflexo positivo no corpo e autoestima, eu mudei meu paladar e decidi como gosto de me alimentar. Com equilíbrio e flexibilidade, respeitando meu corpo e minhas vontades.

No meu processo eliminei 20 kg e controlei uma síndrome metabólica. 

Foi no dia a dia corrido e mudanças emocionais que não me deram trégua que eu encontrei no Zen um modelo que reforçou minha saúde e minha autoestima.

Eu explico nos posts de reeducação alimentar que controlar glúten, açúcar e gorduras é o que eu devo fazer pra sempre. Por isso, me adaptei ao Zen e sinto que dividir ele aqui faz muito sentido para ajudar quem quer começar.

A abordagem do Zen Project é idêntica ao tratamento que fiz numa famosa clínica de São Paulo.

Meu tratamento passado focou em recuperar meu metabolismo, controlar índice glicêmico e hormônios. Por isso a perda de peso foi necessária no processo para que eu ficasse saudável.

Tenho no Zen Project as mesmas suplementações que comprava com o endócrino, exceto pela injeção que eu tomava no consultório. Mas, era uma necessidade pontual dos meus hormônios.

Sigo o mesmo modelo de reeducação que me ajudou anos atrás usando meus cardápios simples. Lembra do cardápio de 600 calorias por dia?

O conceito alimentar é o mesmo, mas bem menos restritivo, muito mais tranquilo de seguir!

Hoje não preciso ir ao endócrino todo mês, nem na nutricionista toda semana, pois faço meu acompanhamento semestral, mas o Zen Project não tem restrições para pessoas saudáveis.

A diferença é que hoje não preciso mais pagar absurdamente caro pelo acompanhamento e medicação do endócrino. Graças a Deus meu check-up está lindo, sou saudável e com o Zen Project consigo seguir a reeducação alimentar que aprendi tranquilamente.

Quer fazer o Zen Project comigo?

Para conhecer o que é o Zen Project e como aplicar os três pilares você pode:

 

E, claro, não precisa comprar nada, eu sigo o Zen Project porque conheci e gostei. Pela confiança nos resultados que tive no passado e com toda segurança e confiança do meu médico. O mais importante é você conhecer e aplicar os ensinamentos para sua vida, tá?

O Zen Project tem três pilares: reduzir o apetite, queimar gordura e ganhar massa.

Fases do Zen Project

De Fevereiro desse ano até aqui eu me vi com um apetite imenso, comendo muito doce, mais do que eu estava acostumada. Refletiu na minha imunidade e no meu exame de sangue.

Era uma fome mais emocional e de ansiedade do que física, mas mesmo sabendo disso eu exagerei na minha liberdade.

Por isso, vou fazer o Zen Project certinho, do zero. Preciso reiniciar meu metabolismo e meu cérebro, como fiz no passado. Quero cortar a necessidade de comer doce ou muito sempre que estou ansiosa.

Claro que não é um trabalho só físico, é mental e emocional. Mas, como no passado a mudança levantou tantas outras coisas boas, hoje eu só posso agradecer a Deus por ter vivido!

Aliás, eu deveria ter prestado atenção em todos os sinais antes, teria sofrido bem menos. Apesar dos surtos e mudanças surreais dos últimos anos, eu sigo agradecendo. Agradeço até muito mais hoje que me vejo tão mais capaz, mais forte, mais inteira!

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Maquiagem para durar o dia todo – NV Maquiagem Jeunesse

Enfim, uma maquiagem para durar o dia todo sem muito esforço nem investimento.

Olha eu falando de maquiagem em pleno 2019! (face palm)

Eu me encantei com uma maquiagem que passou no meu teste vida real de longa duração, DE VERDADE!

Eu realmente valorizo ter uma maquiagem para durar o dia todo!

TER QUE retocar a maquiagem no meio do dia nunca funcionou pra mim, mesmo que meu dia tenha 35 horas!

É parte dos meus hacks de produtividade não perder tempo ao longo do dia. No passado, era por conta da correria da vida de consultoria que não tinha mesa fixa, nem agenda, nada de “conforto” com mochila, trens e etc. Hoje, criei o hábito de me maquiar no carro pra usar melhor meu tempo no trânsito (3 horas por dia).

No meu combo de todo dia tinha primer, base + 2 corretivos + blush + fixador. Tudo para ficar, pelo menos, 14 horas por dia fora de casa, maquiada e sem retocar!

Maquiagem para durar o dia todo - NV Maquiagem Jeunesse Lis Life

Fotos: sem maquiagem, recém aplicados os 3 produtos e depois de assentar ainda sem corretivo.

Confesso que quando resolvi testar essa linha de maquiagem Jeunesse, não esperava uma duração tão boa.

O vídeo abaixo, é da Pamela Ferrari e me ajudou a tomar a decisão de comprar. Ela aplica MUITO PRODUTO e ainda assim o acabamento não fica com aspecto de carro encerado.

Nenhum airbrush que conheço, mesmo de marcas ótimas, é tão simples de dar acabamento assim. A maioria mancha e seca tão rápido que só profissionais conseguem usar.

 

Achei interessante testar para ver se não era fake news :D. Comprei o kit da linha NV de maquiagem Jeunesse com 3 produtos e não uso nem 1/3 disso que ela aplica, tá?

A linha de maquiagem Jeunesse tem princípios anti-idade e se adapta a pele ao longo do dia. É livre de parabenos, sulfatos, talco e óleo. Tem ação hidratante e calmante com Aloe Vera e não obstrui os porros.

A marca diz que pode até dormir com a maquiagem, mas evito. Eu venho relatando aqui no blog a crise com as espinhas depois de 1 ano sem hormônios. Senti que usando a linha de maquiagem Jeunesse as espinhas não aumentaram, mesmo no período do mês que elas tendem a piorar.

Senti a minha pele mais bonita, sedosa e as espinhas secando mais rápido.

Minha pele é oleosa, de verdade e o calor tá de matar, mesmo com a pele brilhando a maquiagem se manteve incrivelmente bem.

Ou seja, é a linha de maquiagem para durar o dia todo perfeita para peles super oleosas.

Quando postei as fotos no stories óbvio que as amigas se interessaram. Por isso, fui entender melhor para escrever e me surpreendi de novo.

Maquiagem para durar o dia todo - NV Maquiagem Jeunesse Lis Life

Toda a sequência do dia.

Como tenho alergia tento ser fiel as marcas que não me deixam na mão. Tenho usado bases e corretivos da MAC, Shiseido, Revlon e Maybelline.

Por opção, sempre usei bases em creme com o pincel e me assustei um pouco com o spray.  Fiquei com medo de manchar e não conseguir usar de modo prático.

Mas, a NV promete e entrega o acabamento perfeito de airbrush com aplicação simples que não mancha!

Uso a NV com pincel, depois corretivo Revlon líquido, blush MAC, ao longo do dia removo a oleosidade com papel e pronto.

Para ser mais clara, eu borrifo 2 vezes o produto no pincel e faço uma camada. Espero 10 segundos e faço nova camada. São 4 borrifadas de produto para ficar assim.

Maquiagem para durar o dia todo - NV Jeunesse

 

No dia dessas fotos fiquei das 6:30 da manhã até quase meia-noite fora de casa. Sem retocar, só tirando excesso com papel e passei corretivo somente nas olheiras e ao redor do nariz.

Essa coragem de postar tanta selfie cagada assim, é sinal que eu gostei mesmo, viu? Publiquei até foto sem maquiagem e com luz branca que reforça até os defeitos que não tenho.

Dá pra ver que saiu do nariz e ao redor da boca, o que pra quem almoça, bebe café, lanche da tarde, escova os dentes pelo menos 3 vezes ao longo do dia… Tá perfeito, sim!

Algumas considerações: aplicar o bronzer foi estranho, a cara na foto foi real, parece que vai estragar tudo. Mas, ao espalhar com o pincel ele esfuma e dá um efeito suave de cor.

Uso o bronzer pro contorno e acho o efeito de brilho dele lindo! Só cuidado para não pesar a mão, eu ainda estou aprendendo a dosar e esfumar bem a aplicação dele.

Na foto abaixo dá pra ver o efeito imediato ao aplicar e depois de espalhar e ele some. Você vai reforçando como quiser.

Maquiagem para durar o dia todo - NV Maquiagem Jeunesse Lis Life

Sendo bem justa eu acho que essa base vai durar uma vida aqui em casa. Imagina? Só quatro borrifadas do spray no pincel já uniformiza a pele do jeito que eu gosto. Fica leve para o dia a dia e quando quero algo mais perfeito é só acrescentar camadas.

O único aspecto que não é bom, é o cheiro do Primer ao aplicar. De todo modo ele não fica no rosto, nem dá pra considerar negativo.

Já testei bons primers, mesmo assim, usava o fixador da Make Up Forever todo dia para fechar o acabamento da maquiagem. Veja bem eu disse usava, por quê com esses 3 produtos eu consegui a fixação ideal. Sem esforço, sem fixador e sem pó.

Como eu sei que todo mundo vem aqui pela credibilidade, fiz questão de registrar a hora que as fotos foram tiradas.

Maquiagem para durar o dia todo - NV Maquiagem Jeunesse

Dá pra ver como a pele ficou ao longo do dia? Aumenta o zoom da sua página pra ver o horário nas fotos 🙂

Outro detalhe é que o primer e base não tem acabamento ou função matificante, o que não chega a incomodar.

Eu acho o valor bem em conta, pelo conjunto que entrega.  A marca explica que a maquiagem NV tem fatores de célula tronco, que em contato com a pele rejuvenescem e reparam os danos. Então não é só maquiagem, entendem?

Já falei que realmente minha pele ficou mais macia e as espinhas deram uma controlada? Além da aplicação airbrush super simples e sem manchar, etc… Pagando o mesmo preço compro marcas que só entregam maquiagem sem tratamento e em creme.

Uma base que dá para comparar em acabamento e qualidade é a Clé de Peau Radiant Fluid Foundation, que custa o dobro da NV sem impostos e não vende no Brasil.

São 9 tonalidades de base, a cor que estou usando é a W5 Warm Sand, que me parece bem adequada.

No site da Jeunesse tem o Easy Match para descobrir sua cor. Você coloca a cor atual e a marca que usa para ver a cor sugerida

Esse post não foi patrocinado por marcas ou empresas. Os links do post são indicações pessoais e você e ajuda a manter o blog quando compra algo por esses links. É uma forma de me incentivar a manter esse espaço e conteúdo sempre vida real!
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Ada Tina Sustent C Antirrugas

Ada Tina Sustent C Antirrugas_lis life_capa

Prazer, sou a louca da vitamina C!

Sigo cuidando da pele pós efeito rebote e uma rodada de hormônios + viagens + pele enlouquecida! Inclui o Ada Tina Sustent C Antirrugas na rotina após o surto e mesmo com muita dificuldade consegui testar os efeitos dele.

Pra explicar, ele não tem nada a ver com pele oleosa, acne ou etc…

O Ada Tina Sustent C Antirrugas é um concentrado antirrugas, antioxidante com altíssima concentração de Vitamina C e Resveratrol que promete aumentar a produção de colágeno e elastina reduzindo rugas e linhas de expressão.

Fui entender o que é o Resveratrol: “um poderoso antioxidante que protege da ação dos radicais livres”.

Esse composto é encontrado na uva (vinho e etc) e estimula o corpo a produzir antioxidantes, na pele aumenta as defesas contra as agressões do dia a dia.

Entendi, e o que isso diz do Ada Tina Sustent C Antirrugas?

Diz que ele é um potenciador da rotina de cuidados, porque parte do milagre de um antioxidante é reparar os efeitos visíveis do desgaste da pele como rugas, perda de firmeza e densidade.

Minha experiência de uso do Ada Tina Sustent C Antirrugas

Gosto da textura leve dele, um creme gel fluído e bem suave. A pele fica leve, nada grudenta e costumo usar depois de tonificar a pele e antes do protetor solar. Especialmente em dias quentes eu prefiro usar coisas leves para não piorar a sensação de oleosidade da pele.

Agora efeitos na pele, a longo prazo a minha pele ficou mais macia, especialmente depois de um surto de acne isso é ótimo! As manchas eu não vi mudança, mas esse não é o foco dele. Então, uso como um hidratante leve no dia a dia.

Para quem tem pele sensível e não consegue usar vitamina C pura ou ácidos, eu acredito que começar por ele é o caminho. Mas, vá no dermatologista colega!

Outro ponto positivo é que ele pode ser usado ao longo do dia e tem fator de proteção solar.

Vale a compra? Se você não tem nenhum hidratante leve, mas potente em benefícios, vale sim!

Esse post não foi patrocinado por marcas ou empresas. Os links do post são indicações pessoais e não tem nenhum vínculo ou compensação financeira para o blog.

A Kutiz confia na minha avaliação real dos produtos que me envia, por isso ela não tem responsabilidade no texto aqui escrito. O texto reflete somente minha opinião pessoal e nenhuma compensação financeira foi recebida por ele.
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Sobre 2019 por Isaac Asimov

Sobre 2019, por Isaac Asimov

35 anos atrás, Isaac Asimov foi convidado pelo The Star para prever o mundo de 2019.

Sobre 2019 por Isaac Asimov

Aqui está o que ele escreveu:

*tradução livre

Se olharmos para como o mundo pode ser no final de outra geração, digamos 2019? Daqui a 35 anos, será o mesmo número de anos desde 1949. Quando o [livro] 1984 de George Orwell foi publicado pela primeira vez. Três considerações devem dominar nossos pensamentos:

1. guerra nuclear. 2. Informatização. 3. Utilização do espaço.

Se os Estados Unidos e a União Soviética divergirem a qualquer momento entre agora e 2019, não há absolutamente nenhuma utilidade em discutir como será a vida naquele ano! Poucos de nós, nossos filhos e netos, estaremos vivos para que haja algum ponto em descrever a condição precisa da miséria global naquele momento futuro.

Suponhamos, portanto, que não haverá guerra nuclear – não necessariamente uma suposição segura – e continuemos daí.

A informatização, sem dúvida, continuará inevitavelmente. Os computadores já terão se tornado essenciais para os governos das nações industrializadas e para a indústria mundial. Agora, em 2019, estarão começando a se sentir confortáveis dentro das casas.

Como um produto secundário essencial, o objeto computadorizado móvel, ou robô, estará inundando a indústria e, no decorrer da próxima geração, penetrará nas casas.

Certamente haverá resistência à marcha dos computadores, mas, salvo uma revolução ludita bem-sucedida, que não aparece nas cartas, a marcha continuará.

A crescente complexidade da sociedade tornará impossível passar sem os robôs, exceto cortejando o caos. As partes do mundo que ficam para trás a esse respeito sofrerão tão obviamente que seus dirigentes clamarão pela informatização como agora clamam por armas.

O efeito imediato da intensificação da informatização será, naturalmente, mudar totalmente nossos hábitos de trabalho. Isso já aconteceu antes.

Antes da Revolução Industrial, a grande maioria da humanidade estava engajada na agricultura e indiretamente nas profissões aliadas. Após a industrialização, a mudança da fazenda para a fábrica foi rápida e dolorosa.

Com a informatização, a nova mudança da fábrica para algo novo será ainda mais rápida e, em conseqüência, ainda mais dolorosa.

Não é que a informatização signifique menos empregos como um todo. Pois o avanço tecnológico sempre criou, no passado, mais empregos do que destruiu. Não há razão para pensar que isso não será verdade também [em 2019].

No entanto, os empregos criados não são idênticos aos empregos que foram destruídos. Em casos semelhantes no passado, a mudança nunca foi tão radical.

Sobre 2019, destruindo nossas mentes…

Os empregos que desaparecerão tenderão a ser apenas aqueles trabalhos rotineiros clericais e de linha de montagem que são simples o bastante, repetitivos e estupidificantes a ponto de destruir as mentes finamente equilibradas daqueles seres humanos desafortunados o suficiente para terem sido forçados a passar anos fazendo isso para ganhar a vida, mas ainda complicados o suficiente para ficar acima da capacidade de qualquer máquina que não seja um computador ou nem computadorizada.

São estes os computadores e os robôs para os quais eles são perfeitamente projetados.

Os trabalhos que aparecerão envolverão, inevitavelmente, o design, a fabricação, a instalação, a manutenção e o reparo de computadores e robôs, e a compreensão de novas indústrias que essas máquinas “inteligentes” tornarão possíveis.

Isso significa que uma grande mudança na natureza da educação deve ocorrer, e populações inteiras precisam ser “alfabetizadas em computadores” e devem ser ensinadas a lidar com um mundo de “alta tecnologia”.

Mais uma vez, esse tipo de coisa já aconteceu antes.

Uma força de trabalho industrializada deve, necessariamente, ser mais instruída do que a agrícola. As mãos de campo podem se dar bem sem saber ler e escrever. Os funcionários da fábrica não podem.

Consequentemente, a educação pública em larga escala teve que ser introduzida nas nações industrializadas no decorrer do século XIX.

A mudança, no entanto, é muito mais rápida desta vez [em 2019] e a sociedade deve trabalhar muito mais rápido; talvez mais rápido do que eles podem. Isso significa que a próxima geração será de transição difícil, pois milhões de pessoas destituídas se encontram impotentes para fazer os trabalhos que mais precisam.

No ano de 2019, no entanto, devemos descobrir que a transição está acabada. Aqueles que podem ser retreinados e reeducados terão sido. Aqueles que não podem ter sido colocados para trabalhar em algo útil, ou onde os grupos dominantes são menos sábios, terão sido apoiados por algum tipo de arranjo relutante de bem-estar social.

Em todo caso, a geração da transição estará desaparecendo, e haverá uma nova geração crescendo que terá sido educada para o novo mundo. É bastante provável que a sociedade, então, tenha entrado em uma fase que pode ser mais ou menos permanentemente melhorada em relação à situação, como agora existe por uma variedade de razões.

Primeiro: A população continuará a aumentar por alguns anos após o presente e isso tornará as dores da transição ainda mais sofridas.

Os governos não conseguirão esconder de si mesmos o fato de que nenhum problema pode ser resolvido enquanto continuarem a ser intensificados pela adição de números maiores [de pessoas] mais rapidamente do que podem se resolver.

Esforços para impedir que isso aconteça incentivando uma taxa de natalidade menor se tornarão cada vez mais extenuantes. É de se esperar que, em 2019, o mundo como um todo esteja se esforçando para alcançar um patamar populacional.

Segundo: As conseqüências da irresponsabilidade humana em termos de desperdício e poluição se tornarão mais aparentes e insuportáveis ​​com o passar do tempo e as tentativas de lidar com isso se tornarão mais árduas.

É de se esperar que, até 2019, os avanços na tecnologia colocarão ferramentas em nossas mãos que ajudarão a acelerar o processo pelo qual a deterioração do meio ambiente será revertida.

Terceiro: O esforço mundial que deve ser investido nisso e em geral para aliviar as dores da transição pode, assumindo a presença de um nível mínimo de sanidade entre os povos do mundo – mais uma vez não é uma suposição segura – enfraquecer em comparação as causas que alimentaram as disputas consagradas pelo tempo entre e dentro das nações sobre o ódio e as suspeitas mesquinhas.

Em suma, haverá crescente cooperação entre as nações e entre os grupos dentro das nações. Não por qualquer crescimento súbito de idealismo ou decência, mas de uma percepção a sangue-frio de que qualquer coisa menos do que isso significará destruição para todos.

Então, em 2019, pode ser que as nações estejam se dando bem o suficiente para permitir que o planeta viva sob a aparência de um governo mundial por meio da cooperação, mesmo que ninguém admita sua existência.

Além desses avanços negativos – a derrota próxima da superpopulação, poluição e militarismo -, haverá avanços positivos também.

A educação, que deve ser revolucionada no novo mundo, será revolucionada pela própria agência que requer a revolução – o computador.

As escolas, sem dúvida, ainda existirão, mas uma boa professora não pode fazer mais do que inspirar a curiosidade que um aluno interessado pode satisfazer em casa no console de seu computador.

Haverá finalmente uma oportunidade para todos os jovens e, na verdade, todas as pessoas, aprenderem o que querem aprender. Em seu próprio tempo, a sua própria velocidade, a seu próprio modo.

A educação tornar-se-á divertida, porque surgirá a partir de dentro e não será forçada de fora.

Enquanto os computadores e robôs estarão fazendo o trabalho escravo da sociedade para que o mundo, em 2019, pareça cada vez mais estar “correndo”, mais e mais seres humanos se encontrarão vivendo uma vida rica em lazer.

Isso não significa lazer para não fazer nada, mas lazer para fazer algo que se quer fazer. Ser livre para se envolver em pesquisa científica, na literatura e nas artes, para buscar interesses recônditos e hobbies fascinantes de todos os tipos.

E, se parece impossivelmente otimista supor que o mundo poderia estar mudando nessa direção em meros 35 anos, (apenas mudando, é claro, e não necessariamente tendo alcançado a mudança totalmente), então adicione o item final à mistura.

Adicione minha terceira frase: utilização do espaço.

Não é provável que abandonemos o espaço, tendo chegado até aqui. E, se o militarismo se enfraquecer, faremos mais com ele do que torná-lo outra arena para a guerra. Não vamos simplesmente só fazer viagens através dele.

Nós vamos entrar no espaço para ficar.

Com o foguete como veículo, construiremos uma estação espacial e lançaremos as bases para tornar o espaço um lar permanente para um número crescente de seres humanos.

Em 2019, estaremos de volta à lua com vigor. Não haverá apenas americanos, mas uma força internacional de algum tamanho. Não apenas para coletar rochas lunares, mas estabelecer uma estação de mineração que processe o solo lunar e leve-o a lugares no espaço onde ele possa ser fundido em metais e cerâmicas, vidro e concreto. Materiais de construção para as grandes estruturas que serão colocadas em órbita sobre a Terra.

Uma dessas estruturas, que muito provavelmente poderia estar concluída em 2019, seria o protótipo de uma estação de energia solar, equipada para coletar energia solar, convertê-la em microondas e transmiti-la à Terra.

Seria o primeiro de um cinturão desses dispositivos instalados no plano equatorial da Terra. Seria o começo do tempo em que a maior parte da energia da Terra virá do Sol sob condições que não farão dela propriedade de nenhuma nação, mas do globo em geral.

Tais estruturas serão, em si mesmas, garantias de paz mundial e contínua cooperação entre as nações. A energia será tão necessária para todos e tão claramente entregue somente se as nações permanecerem em paz e trabalharem juntas, que a guerra se tornaria simplesmente impensável – pela demanda popular.

Além disso, observatórios serão construídos no espaço para aumentar nosso conhecimento do universo de forma incomensurável. Como laboratórios, onde podem ser realizados experimentos que podem ser inseguros, ou impossíveis, na superfície da Terra.

Mais importante, em um sentido prático, seria a construção de fábricas que pudessem fazer uso das propriedades especiais do espaço – altas e baixas temperaturas, radiação pesada. Vácuo ilimitado, gravidade zero – para fabricar objetos que poderiam ser difíceis ou impossíveis de fabricar na Terra, para que a tecnologia do mundo pudesse ser totalmente transformada.

Na verdade, os projetos podem até estar nas diretorias de planejamento em 2019 para colocar as indústrias em órbita de maneira ampla. O espaço, você vê, é muito mais volumoso que a superfície da Terra e, portanto, é um repositório muito mais útil para o lixo que é inseparável da indústria.

Nem há coisas vivas no espaço para sofrer com o influxo de lixo. E os resíduos nem sequer permaneceriam na vizinhança da Terra, mas seriam varridos para longe, além do cinturão de asteroides, pelo vento solar.

A Terra estará então em posição de livrar-se dos efeitos colaterais da industrialização e, no entanto, sem se livrar de suas vantagens necessárias. As fábricas vão embora, mas não muito longe, apenas alguns milhares de milhas para cima.

E humanidade, não apenas suas estruturas. acabará por estar no espaço. Em 2019, o primeiro assentamento espacial deve estar nas pranchetas e talvez esteja em construção real.

Seria o primeiro de muitos em que os seres humanos poderiam viver às dezenas de milhares. Em que poderiam construir pequenas sociedades de todos os tipos, dando à humanidade uma nova virada de opções.

Na verdade, embora o mundo de 2019 tenha mudado muito em relação ao mundo atual de 1984, isso será apenas um barômetro de mudanças muito maiores planejadas para os anos que ainda estão por vir.

Nota original do Editor

Como e por que o The Star conseguiu que Asimov escrevesse em 1983?

Vian Ewart, que era editor do Insight, diz que a ideia de uma série da Orwell veio naturalmente, e ele relembra o projeto com carinho até hoje. Ele montou uma equipe incluindo um escritor (Ellie Tesher), um ilustrador e designer de layout.

“Asimov era popular na época” por sua ficção científica, diz Ewart, “então eu simplesmente telefonei para ele em sua casa em Nova York e perguntei a ele. Ele adorou a idéia de uma série de 1984 e ficou satisfeito por ser “o escritor de abertura”. Ele era um homem muito gracioso e cobrava US $ 1 por palavra. ”

Sobre 2019, por Isaac Asimov

Minha pergunta lendo esse texto é será que evoluímos como humanidade e sociedade ou só estamos repetindo os passos dos nossos antepassados ainda muito vagarosamente, só mudando a tecnologia em questão?

Texto originalmente publicado em 31 de dezembro de 1983 no Toronto Star, o maior jornal diário do Canadá. Fiz uma tradução livre e adicionei links interessantes para contextualizar.