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Lis

6 In Vida em Casa

Limpar a casa todo dia 15 minutos

Limpar a casa todo dia 15 minutos: mais um tema do vida em casa que eu nunca pensei em escrever!

Mas, gosto assim! Quando o conteúdo começa no stories e rende pra cá!

Comecei contando que comprei algumas coisas para me ajudar na rotina de casa. O texto que explico tudo da minha meta de vida em casa é esse aqui: Limpar casa, um desafio vida real!

Desde o primeiro stories que postei, não imaginei que teria tanto retorno. Recebi mensagens de mulheres que trabalham, cuidam da casa e tem a mesma dificuldade.

Fiz uma enquete perguntando se esse tipo de conteúdo vida real de dona de casa é interessante. Me espantei que 98% das respostas foram SIM*.

Por isso vou responder as perguntas e dar mais detalhes da minha rotina de limpar a casa todo dia 15 minutos.

Essa minha rotina é inspirada no método FlyLady que eu acho bem bacana, mas não é 100% pra mim.

FlyLady é um método de organização baseado em rotinas pré-estabelecidas. Foi criado por uma dona de casa americana há mais de 20 anos. Se você puder ler sobre o método vale muito a pena conhecer.

O método acabou se tornando quase uma filosofia de vida para algumas mulheres ao redor do mundo. A meu ver, seguir ele a risca só funciona para quem passa a maior parte do tempo em casa.

Adaptei algum dos conceitos do método e outras técnicas no meu dia a dia. Contei aqui no texto sobre limpeza e organização da casa todos os detalhes de como eu organizo essas tarefas. Como faço faxina quinzenal, a limpeza diária é mais rápida, para manter a casa em ordem.

A minha meta é tirar, pelo menos 15 minutos para limpar a casa, todo dia.

Algumas atitudes facilitam o hábito de limpar a casa todo dia por só 15 minutos.

  • Guardar as coisas nos seus devidos lugares.
  • Não acumular papéis ou embalagens vazias.
  • Todos os dias lavar e guardar a louça.
  • Mantenha a casa prática, muitos enfeites, excesso de decoração e etc, só dificultam.

Na parte de guardar as coisas eu tenho me policiado para melhorar. Mas, pensei meus móveis para serem cleans e fáceis de limpar e já não gosto de bibelôs, isso ajuda muito.

No dia a dia eu sou flexível na rotina de limpeza.

Mas, minha meta é, toda semana até quinta-feira, ter terminado a limpeza básica da suíte, banheiro e lavabo, cozinha e sala. No final de semana faço a limpeza pesada ou chamo a empresa de limpeza profissional.

Minha rotina para limpar a casa todo dia 15 minutos:

  1. Espanar o pó.
  2. Passar um pano nos móveis.
  3. Aspirar o chão.
  4. Passar pano com o mop.

Esses 4 passos por dia deram tão certo que ontem eu fiz uma faxina pesada só na suíte e pensaram que eu havia limpado a casa toda.

Produtos de limpeza:

Tenho borrifadores com misturinhas para não ter que carregar um monte de coisas pela casa.

  • Misturo álcool perfumado, detergente neutro e água para a limpeza de vidros, portas, eletrodomésticos, cooktop e etc.
  • O lustra móveis que compro é esse da embalagem cinza que é multi-superfícies, uso em madeira, aço inox e vidro.
  • Para limpar o chão, coloco no reservatório do mop: desinfetante, detergente neutro e água. Essa mistura posso usar tanto no piso laminado quanto no porcelanato.
  • Deixo um spray mais forte com removedor, água e cloro para rejuntes, gordura e banheiros.

Limpar a casa todo dia 15 minutos

Para ajudar, tenho os “acessórios” que fizeram sucesso no stories.

O mop spray não é barato, mas eu comprovei o quanto é prático. Minha casa tem três lances de escada, é muito cansativo carregar rodo, baldes, panos e etc. Com o mop ganho em tempo e em esforço na hora de limpar a casa.

O aspirador vertical salva minha vida! Esse modelo é 2 em 1, tem a opção de usar sem a base vertical. Uso para aspirar sofá, poltronas e estofados que os gatos amam e aposentei a vassoura no dia a dia.

Para essa limpeza rápida de 15 minutos (até 25 minutos) os dois super dão conta do recado.

O que gerou mais dúvidas no Instagram foi o Mop, se é fácil de achar, se é resistente e etc…

Minhas considerações sobre o Mop:

  • Eu achei resistente, tem um tecido grosso, quase uma espuma. Mesmo assim deu pra limpar dois cômodos grandes sem ter que parar pra torcer.
  • É leve para carregar e parece ser resistente, tem argolas de metal e plástico.
  • É bem articulado para limpar cantinhos, só não encaixa bem em móveis muito rentes ao chão (cama box, por exemplo).
  • O fabricante diz na embalagem que pode lavar e secar na máquina, o que facilita ainda mais a vida.
  • A marca é Bettanin o modelo é o Noviça Mop Spray, vende online na Leroy Merlin, mas eu comprei no Sam’s Club por R$ 99. Os refis do tecido eu ainda não vi no mercado, mas no site da marca tem.

Espero ajudar outras manas que moram sozinhas, são mães, cuidam da casa ou que buscam ideias para facilitar o dia a dia.

É isso, hoje ainda tenho que fazer a minha limpeza rapidinha pra fechar o dia 🙂

*Analisei o perfil das três pessoas que responderam NÃO na enquete: Uma é uma seguidora que mora no Canadá e (acho) que é dona de casa em tempo integral. Uma mana de 22 anos que mora com os pais e estuda, a terceira, uma mana de 23 anos que mora com os pais e trabalha em escritório.
1 In Vida em Casa

Limpar casa, um desafio vida real!

limpar casa - desafio

Limpar casa não é das coisas que mais amo nessa vida, sempre que posso, pago pra fazerem isso por mim.

Tenho uma faxina quinzenal, mas é impossível que a casa fique limpa sem fazer mais nada.
Mesmo quando eu ficava fora e só dormia em casa casa, os gatos curtiam o espaço e a limpeza não durava os 15 dias de intervalo.

Graças a Deus tenho uma casa grande, com vida, dois gatos e etc. mas, ela não é auto-limpante ainda. Whyyyy?

Hoje eu valorizo ainda mais e agradeço todos os dias pela vida da minha mãe. Mesmo sendo faxineira, trabalhando no pesado todo dia e morando em casas ruins com mofo, sem piso… Ela cuidava tão bem de tudo e todos!

Foi com a minha mãe que aprendi tudo que sei sobre limpar casa, mesmo sendo uma péssima aluna. Já contei, aqui no texto Como ser Independenteque esse ano um dos meus desafios foi mudar forçadamente minha vida em todos os sentidos.

Entre outras coisas, precisei pegar gosto de novo pela minha casa e por tudo que inclui ser dona do meu próprio nariz. Tudo mesmo, até lavar, passar, limpar casa…

Até o final desse ano quero criar o hábbito de fazer a rotina de limpar casa ser menos massante no pouco tempo que tenho.

Já tentei seguir o método Fly Lady, as rotinas de limpeza dos blogs de organização mas, nada funcionou na minha vida real.

Por isso, decidi me desafiar e fazer essas rotinas de dona de casa se tornarem um bom hábito.

Afinal, eu não sou a dona da P* toda? Então!

Eu perdi completamente o prazer de viver na casa que comprei – e tô pagando. Faz tempo que olhar pra cada móvel que eu mesma desenhei e mandei fazer não trazia mais nenhuma satisfação.

As coisas físicas e materiais se tornaram só coisas e não foi só nesse último ano. Foi com o tempo, com o cansaço da rotina de trabalho e o desgaste de manter o meu foco em outras coisas.

Mas, foi com as lições que esse ano me trouxe que eu parei para respirar e ver minha casa como parte de quem eu sou!

Mesmo sendo um espaço físico transitório, entendi que ninguém vive com plenitude a experiência de ter uma casa (ou bens materiais) de verdade sem cuidar deles fisicamente. Não é só o desfrutar que nos faz ter um lar, é construir esse lar, é cuidar, manter e isso inclui limpar casa, passar roupa, organizar…

O que fazia das casinhas que morei com minha família ser um lar era o amor e cuidado da minha mãe. Mesmo na casa mais simples que moramos, que tinha paredes mofadas, ratos, baratas e etc a minha mãe cuidava como se fosse um palácio. Ela cuida até hoje da casa dela com um esmero que eu desejo ter na vida!

Graças a Deus, fiquei muito mais próxima da minha mãe nesse momento difícil que passei e ela me fez entender que o espaço físico que vivo reflete meu estado interior.

Cuidar daquilo que tenho, por mais simples que seja, é essencial para que eu sinta gratidão. O usufruir é ótimo, mas é o cuidar que toca nossa alma e nos faz ser gratos de verdade.

Não pensem que isso é apego a bens materiais, eu acredito que tudo é muito temporário. Em um instante as coisas que conquistamos podem nos ser tiradas. Por isso, cuidar delas, mesmo que um pouquinho, não deve ser um sacríficio, mas sim motivo de alegria e satisfação.

É parte da minha filosofia de vida buscar brilho em todas as coisas, mesmo nas pequenas e não agradáveis.

Osho diz que tudo que fazemos pode ser uma forma de meditação e conexão com o sagrado.

Amo ficar sentada no sofá fazendo vários nadas e isso não vai mudar. Mas, percebi que ter só isso pra fazer todo dia quando chego em casa é quase como morrer lentamente.

Passei a acreditar que o pouco tempo que tenho para cuidar da minha casa, é também uma forma de meditar, de me acalmar da loucura que é a vida.

É movimento! Movimento deixa nossa cabeça mais sã e nossa energia mais canalizada.

Aqui eu falo com mulheres das mais diversas realidades, por isso adianto que não vou dar somente dicas para limpar casa. Vou falar de como essas pequenas tarefas ajudam a lidar com problemas maiores, como a depressão, a raiva e outras coisas que vivi na pele.

Como coisas pequenas do dia a dia, podem ser responsáveis por mudanças na nossa energia e em quem somos, no que temos e até no que desejamos.

A medida que vou me adaptando a essa rotina, aprendendo e testando, vou escrever e compartilhar dentro da categoria Vida em Casa, que já tem textos de decoração e tudo que envolve casa.

Para começar o que eu já fiz até aqui:

  • Eu havia cancelado o serviço de limpeza profissional, mas vi que não consigo fazer tudo sozinha.
  • Optei por contratar um serviço de limpeza quinzenal que fosse mais barato, mesmo sabendo que eu perderia em qualidade.
  • Me acostumei a lavar e passar roupas também a cada 15 dias.
  • Cancelei a lavanderia por um tempo e estou aprendendo a cuidar das minhas roupas mais “caras” e difíceis.
  • Tenho usado lavanderia profissional para casacos, vestidos de festa e edredons, somente.
  • Criei o hábito de usar a lava louças, uma vez ao dia, sempre antes de dormir (se tiver jantado em casa). Minha mãe sempre disse que pia limpa deixa a cozinha mais arrumada.
  • Tento, pelo menos uma vez na semana, zerar uma tarefa que só dependa de mim. Minhas roupas, limpar eletrodomésticos e as coisas dos gatos, por exemplo.
  • Descobri coisas que podem me ajudar muito nessas tarefas com o tempo curto que tenho. Desde produtos, cheiros e até equipamentos.

Mostrei ontem no stories a compra de “dona de casa”, foi um MOP spray que eu pesquisei por meses até me decidir que valia a pena. No stories eu mostro tudo em tempo real, algumas dicas de como faço as coisas e produtos que tenho usado.

O que eu ganhei com isso:

  • Mais dinheiro na conta. Fato: fazer as tarefas de casa é mais econômico.
  • Tenho gostado de passar mais tempo em casa e curtido muito mais as coisas materiais que tenho.
  • Parei de reclamar por não poder mais ter a empresa que gostava limpando a casa, por não poder ter mais a lavanderia.
  • Passei a olhar cada centímetro da casa que tenho como sendo um paraíso que me foi emprestado por um tempo.
  • Estou mais calma e mais feliz.
  • Tenho descoberto gostos, sonhos e até talentos que eu desconhecia em mim.

Hoje é segunda, seria o dia da empresa vir limpar e eles me deram um bolo. Mas, antes de reclamar eu acho que foi providencial: vou colocar minha rotina a prova.

Me segue no Instagram @lis.life pra acompanhar meus “momentos blogueirinha da vida real”. Eu falo de tudo, papo de casa, maquiagem, beleza, carro, roupas, vida e claro mostro meus gatinhos!

1 In Estilo de Vida

The Handmaid’s Tale e Black Mirror

The Handmaid's Tale e Black Mirror

The Handmaid’s Tale e Black Mirror são mais do que puro entretenimento, acho até que elas passam longe disso!

Comecei a assistir The Handmaid’s Tale sabendo que era uma série intensa e tão densa quanto Black Mirror. As duas são muito comparadas, dizem que se você digeriu uma, vai gostar da outra.

Não sou de dar spoilers nas minhas resenhas de série e seguirei assim. Mas, deixo um aviso de gatilho (Trigger Warning). As séries mostram cenas de violência, humilhação, suicídio, assassinato, estupro e racismo.

Recomendo que você só assista se esses gatilhos não te afetarem de forma alguma. As séries são muito pesadas para pessoas que já viveram algo similar ou que podem ter emoções a partir dessas cenas.

As duas séries não tem nada em comum, na forma narrativa e nos formatos. Mas, as duas dão um nó no estômago e na cabeça de quem assiste.

The Handmaid’s Tale e Black Mirror são distopias, que se aproximam MUITO da realidade.

Por isso causam interesse instantâneo e se tornaram sucesso de crítica. As duas séries foram as grandes vencedoras do Emmy 2017.

Black Mirror pega situações reais e eleva ao extremo do comportamento humano. Tudo isso me faz, enquanto o expectadora, questionar o que eu faria?

Black Mirror

O episódio The National Anthem, o primeiro da série, é chocante e dá náuseas. Ao saber que pode ter algo de verdade nele minhas tripas reviram em mim, reportagem: História envolvendo primeiro-ministro britânico e porco traz ‘Black Mirror’ para o mundo real.

Eu me recuso a postar fotos da cena chocante desse episódio de Black Mirror. Só de ver a imagem no Google Images me deu um arrepio de lembrar do episódio, um revirado no estômago. Não quero causar em vocês essa sensação.

Mas, esquecendo a bizarrice da reportagem e da cena, eu pergunto. Numa situação extrema, o que a sociedade espera que um homem, um primeiro ministro, faça? A primeira vista, que ele cumpra seu dever e seja o herói! Destruindo sua vida pessoal e sanidade…

Já The Handmaid’s Tale é uma ficção que se passa em um futuro próximo. Uma ficção que mostra o que o extremo das crenças e poder. Mostra a fé como pano de fundo para criar uma sociedade pura e nova a partir da segregação e subjugamento dos mais fracos. Nada diferente da realidade né?

The Handmaid’s Tale

Assim que assisti os primeiros episódios da série eu fiquei em choque. Em tempos de cura gay, extremismo de Trump, misoginia e intolerância religiosa que vivemos… A Coreia do Norte, gente! Gilead não é tão longe quanto parece!

A qualidade de fotografia, narrativa, elenco das séries nem precisa ser citada. Apesar dos temas pesados as séries tem uma construção que torna “digerível” um episódio de 50 minutos. As narrativas são rápidas, por isso cada episódio precisa de atenção aos detalhes e simbolismos.

Black Mirror eu não consegui assistir mais que um episódio por dia, às vezes, por semana. Já The Handmaid’s Tale terminei a primeira temporada em uma semana. Não por ser mais leve, mas por ser mais fácil digerir que é uma ficção de livro.

São séries que prendem nossa atenção e valem a reflexão depois por horas a fio.

8 In Empoderamento

5 TED Talks para inspirar!

5 TED Talks para inspirar sua vida

TED talks são palestras curtas feitas por personalidades das mais inspiradoras possíveis ao redor do mundo.

Se você busca conhecimento e auto melhoramento contínuo TED Talks são uma excelente ferramenta. Além de temas como ciência, tecnologia, comunicação e psicologia, os Talks ainda trazem histórias de vida reais e inpiradoras.

Cada pessoa vai assistir e tirar proveito do conteúdo de acordo com sua vivência, crenças e maturidade. Eu, por exemplo, já assisti esses mesmos Talks várias vezes e ainda me surpreendo com o que retiro de cada um deles.

Sempre que busco esse tipo de conteúdo tento fazer um paralelo com a minha vida, com situações que vivi e tento analisar onde posso amadurecer a partir desse conhecimento.

Essa lista é o top five TED Talks que mais me tocaram nos últimos tempos.

São os que eu assisto para reforçar ideias que me inspiram e me colocam em movimento!

We should all be feminists – Chimamanda Ngozi Adichie

Se você ouviu a música Flawless da Beyonce deve ter decorado a frase: “Feminist: a person who believe in the social, political and economic equality of the sexes”, que é um trecho dessa palestra.

Constantemente, associam algum comportamento meu ou minha personalidade com o termo feminista. Sempre ouço comentários negativos sobre “quando baixa a feminista cangaceira” em mim. Em geral, vem como ofensa de algum homem com o ego fragilizado pelo meu comportamento…

Hoje quando assisti pela milésima vez esse vídeo eu lembrei que essas são algumas das as melhores características do meu comportamento. Exatamente as que me fizeram chegar até aqui, contrariando as estatísticas.

Como Chimamanda explica no vídeo, a criação dos homens dá “por direito” à eles satisfações e pretextos tão ridículos que oprimem eles mesmos. Moldam desvios de caráter no comportamento masculino que acabam oprimindo mulheres, mas também, homens. São comportamentos que parecem pequenos, mas que são tão enraízados na sociedade que moldam a cultura de opressão que afeta a forma como homens e mulheres são educados.

Exatamente por isso, todos deveríamos ser feministas!

Toda vez que assisto essa palestra eu me lembro que tenho que lutar muito, todo dia, só por ter nascido sob o gênero feminino da moeda. Já assisti milhares de vezes, mas assisto de novo e de novo! Para me lembrar da raiva e da não conformismo que é preciso ter para não me curva e criar um mundo melhor pra Isa e para as mulheres que virão depois de mim.

“Você pode ser ambiciosa, mas não muito. Você deve desejar ser bem sucedida, mas não muito. Caso contrário, você vai ameaçar os homens.
Se você for o arrimo em seu relacionamento com um homem, você tem que fingir que não é, especialmente em público ou você vai “castrá-lo”.
Porque sou do sexo feminino, esperam que eu almeje o casamento, esperam que eu faça as escolhas da minha vida. Mas, sempre tendo em mente que o casamento é o mais importante. O casamento pode ser uma fonte de alegria, amor e apoio mútuo. Mas, por que ensinamos as meninas a ansiar ao casamento e não ensinamos a mesma coisa para os meninos?
Criamos as meninas para serem concorrentes. Não para empregos ou para conquistas, o que pode ser uma coisa boa. Mas, para disputar a atenção dos homens!”

My philosophy for a happy life – Sam Berns

Assistam! Assim no imperativo. É um talk rápido, com uma fala simples e leve.

Sam traz lições que eu, constantemente, preciso me lembrar para não me deixar abater pela negatividade na dificuldade.

Ele abre com a frase: “a vida passa muito rápido. Se você não parar e olhar ao redor, de vez em quando, você pode perdê-la”.

Tem feito muito sentido na minha vida pensar desse modo. Tenho reconhecido muito mais felicidade no meu caminho, mesmo em meio as dores.

Nunca houve em mim uma busca pela felicidade externa, padronizada ou inatingível. Mas, já tive meus momentos de cegueira onde não vi a felicidade genuína presente na minha vida.

Pra mim, a grande lição aqui é a simplicidade de viver o melhor que se pode aceitando as dores e delícias da vida, como gosto de dizer. Vivendo e estando de fato presente é possível manter a firme esperança de que, em pequenas coisas, a vida se faz plena, mas não perfeita.

Associo essa filosofia ao texto que postei no stories essa semana:

Se as pessoas se separam tem uma série de incovenientes, se as pessoas não se separam tem uma série de incovenientes. Se as pessoas ficam juntas, tem algumas vantagens, se as pessoas não ficam juntas, também tem vantagens.

Qualquer opção é sempre uma opção dentro do samsara. O samsara é caracterizado por: tem algumas coisas das quais eu gosto, tem algumas coisas das quais eu não gosto, a gente quer o que gosta, não quer o que não gosta. Isso é o samsara. Não temos possibilidade de obter êxito nisso. Porque aquilo que a gente quer e parece favorável dali a pouco apresenta problemas. E aquilo que a gente não quer é desfavorável, é penoso, mas dali a pouco apresenta algumas vantagens. É assim. É melhor desistir disso. Não criticar o samsara. O samsara tem essa característica. – Lama Padma Samten.

Become who you really are | Andrea Pennington

O pior momento da minha vida foi quando eu percebi que as frases: “Podemos ser funcionais, mas não estamos realizados. Podemos ser bem sucedidos, mas não estamos satisfeitos” descreviam a minha realidade.

Eu já conhecia esse TED Talks e já havia tido as minhas experiência com fundo do poço e grandes adversidades. Mas, pouco tempo atrás o fundo do poço ficou mais fundo. Não por erro meu, mas por que alguém foi lá e cavou. Entendem a metáfora?

Revendo essa palestra eu encontrei o entendimento para a sensação de vazio, de falta, que eu vivi por algum tempo e que preencheu uma relação que era boa, mas se tornou ruim com o tempo.

Foi refletindo sobre ser eu mesma que comecei a ver que eu não tinha culpa elo que estava acontecendo e encontrei algumas respostas valiosas até sobre o comportamento alheio.

Esse vídeo é um super material de apoio para a terapia, viu? Mas, te adianto que pode ser um tanto too much autoajuda para pessoas céticas, como eu 😀

How to stop screwing yourself over | Mel Robbins

Eu resumo meu mantra motivador da vida com: faça o que tem que ser feito! Começo meus dias, bons e ruins, repetindo esse mantra.

Nesse talk Mel Robins soma a energia de “comece a fazer o básico”, ao comportamento adulto que é preciso ter quando se é um adulto (oras) e a outros comportamentos que ela vai explicando com bom humor.

Ela fala tudo com uma clareza hilária e dá tapas na cara do nosso comodismo. Todos os pensamentos desse discurso vem de encontro a minha crença de que o que estraga a nossa vida somos nós mesmos, com o nosso comportamento.

The Secret of Becoming Mentally Strong | Amy Morin

Todos os pensamentos desse TED podem ser aplicados em tantas áreas da nossa vida, tantos comportamentos, que nem sei numerar.

Amy começa explicando que o preço dos nossos pequenos hábitos/atitudes é o que rouba nossa saúde mental e emocional.

O que mais me tocou nesse TED Talks foi a história pessoal de Amy. Ela relata uma situação extrema da vida onde ela viu que ter bons hábitos/comportamentos não era o suficiente. Eu passei por alguns processos doloridos e tive as mesmas constatações.

Se manter de pé, fazendo o que é preciso ou até mais que isso, às vezes, não é o suficiente. É preciso ter força de não alimentar o que nos faz mal para nos mantermos fortes nos momentos mais necessários.

Ela explica que o segredo para ser mentalmente forte é abandonar de vez os pequenos mau hábitos, mau comportamentos, desde os menores e imperceptíveis que nos seguram no lugar que estamos ou nos fazem retroceder.

O top five mais autoajuda ever, eu sei!

Essa lista é bem pessoal e fala muito dos momentos recentes da minha vida, de coisas que superei ou não. Mas, cada um desses vídeos me ajudou tanto, que fazer esse compilado é uma forma de não esquecer os aprendizados.

Por mais que sejam simples a gente precisa desse reforço, né?

 

TED  é uma organização sem fins lucrativos que defende as “ideias que merecem ser compartilhadas”. Há 26 anos as conferências TED dão espaço para ideias que tem impacto positivo na sociedade; os eventos sob o nome TEDx são a versão independente e licenciada do TED, são eventos locais que reúnem um número limitado de pessoas para compartilhar experiências. TED é a abreviação de Technology, Entertainment and Design, mas os assuntos abordados nas TED Talks vão muito além disso.

 

6 In Empoderamento

Como foi o 2° papo na piscina do F-utilidades?

Me dei um final de semana diferente e fui na pool party do Papo na Piscina do blog F-utilidades.

Uma das experiências aleatórias que quis fazer nesse ano, por isso vale o texto-diário.

Numa reunião com a Tayra e a Laila elas me contaram que blogs grandes estavam se reposicionando pra falar da vida real, sem padrões e com uma pegada muito mais essência que aparência. A reunião era justamente pra falar de como eu tão pequenininha me achava o patinho feio dos blogs e queria uma visão comercial do mercado.

Elas me apresentaram o F-utilidades, comentaram do reposicionamento das meninas e me colocaram no grupo de discussões no Facebook.

Fiquei um mês só lendo, observando e vendo se era de verdade ou só mais um marketing bem feito.

Bom, se eu fui de São Paulo até o Rio, vocês podem imaginar o que eu conclui né?

O papo na piscina e o piquenique do Futi – que fui no começo do ano – são eventos que elas promovem para celebrar o mote do blog: um papo sobre autoestima.

Mais que eventos e marketing esse tema é uma causa que criou uma comunidade de mulheres e que precisa ser espalhada e conhecida pelo mundo.

O que acontece ao redor dessa comunidade que o F-utilidades uniu é TUDO DE VERDADE! Ninguém entra ali pra babar ovo de blogueiras* ou colocar o ego num pedestal.

*Explicando: quando comentei que iria viajar para um evento de um blog que eu leio, me perguntaram se eu estava virando Fã da Kéfera. Fazendo alusão ao comportamento de fãs de pessoas famosas da internet que gastam dinheiro para ver seus ídolos mesmo que só atrás de um vidro.

Não era esse o caso, mas era sim uma viagem bem diferente dos programas que costumo fazer e mostrar aqui.

  • Lá na festa…

Agora é o meu momento querido diário, não tirei fotos, fiz poucos stories e passei a maior parte do tempo olhando e admirando todas as mulheres maravilhosas que estavam ali. Foi sorte meu celular estar com pouca bateria e não ter tomadas disponíveis, eu gravei na memória muitas coisas que observei sem julgamentos.

Judgment free <3

Como foi o 2° papo na piscina do F-utilidades?

Eu perdi a primeira edição por pura bobeira, mas nessa edição eu quis viver o combo completo!

Fiz questão de me hospedar no hotel com o código de desconto do F-utilidades. Fiz questão de interagir em todos os posts sobre a festa, até dos patrocinadores e marcas, o que sou bem relutante em fazer, viu?

Fiz questão por que não vejo outros influenciadores grandes falando com tanta verdade de empoderamento, aceitação e autoestima como a Carla e a Joana. Sei que comprando dos patrocinadores e usando os códigos do Futi ajudo as meninas a mostrar para as grandes marcas que a causa é relevante e isso se reverte em ações pra elas e mais conteúdo empoderador pra internet.

A comunidade que se criou no grupo do Facebook só existe por que o Futi nos deixa livres para sermos nós mesmas. Sem diferenciação entre as donas do Futi, sua equipe e amigas blogueiras do restante das participantes.

Na festa eu não conhecia nenhum funk se quer – eu avisei que só sabia Furacão 2000 e Axé bahia 1999 – mas, fiquei na pista com todo mundo, curtindo a alegria e a liberdade de estar num local seguro e aberto para nós mulheres sermos nós mulheres!

O preciosismo da equipe do Futi em levar presentes, ter tudo do bom e do melhor para nós na festa foi notável! Na preparação da festa vimos em cada post da equipe que elas estavam ralando pra ter patrocínios bacanas e que não só se alinham com o discurso do blog, mas que se esforcem para fazer do empoderamento feminino algo real.

Não tenho parâmetros para provar, mas acho que nunca vi um blog fazer algo assim sem ter como objetivo a auto promoção. O que o Futilidades ganha em monetização comercial com o papo sobre autoestima, papo na piscina e piquenique do futi e a audiência do grupo não é o objetivo, é consequência da exposição real e sem máscaras, sem ser forçado, sem pedestal!

Por isso que até uma pessoa cética com influenciadores e pé atrás com marcas, como eu, está dando audiência pra elas! Mais que isso, eu compro dos patrocinadores do Futi só por que acho que isso ajuda o Futi e a causa.

Uma observação: causas reais unem e engajam muito mais que discursos e imagens vazias! Desde quando me especializei em comunicação e marketing eu sentia que esse seria o futuro das interações. Vivemos, cada dia mais, a era da verdade e a busca por essência. Pessoas buscam conexões através de valores essenciais e vão buscar a cada dia mais marcas, produtos, blogs e comunidades que tenham ou apoiem essas conexões.

O mundo vai mudar, por isso tomo todo cuidado com discursos vazios, blogs que surfam essa onda e marcas que usam a imagem alheia sem profundidade.

SP Squad <3

  • Além da Carla e da Joana, outras blogueiras famosas estavam na festa, viu?

No meu stories umas cinco pessoas me perguntaram especificamente sobre como eram as “blogueiras famosas” que estavam na festa.

Vivemos tempos insanos onde a internet afeta o comportamento das pessoas dos dois lados, quem publica e quem acompanha. O sentimento de conhecer uma pessoa que nunca vimos na vida só por assistir/ler o que ela posta todos os dias vem acompanhado da curiosidade de saber se aquilo é mesmo real, se a pessoa é legal, bonita, sorridente e etc.

Mas, eu sou jeca gente, não tenho essa visão de que blogueira/gente famosa é bicho diferente de nós mortais. Nem se fossem as maiores estrelas de Hollywood. Talvez só com o Papa, os Obama, Sheryl Sandberg e poucas pessoas eu teria uma sensação de “OMG eles são reais!”.

Algumas bloggers que estavam na festa eu realmente nunca tinha visto, nem escutado falar nessa internet. Outras eu já havia esbarrado por que Carla e Joana sempre marcam as amigas, indicam blogs, textos e etc.

Foi ótimo ver que as blogueiras que o Futi indica e se relaciona são bem parecidas com a Carla e a Joana na humanidade que eu tanto me identifico.

*Eu não falei nem tirei foto com nenhuma delas, não sou dessas coisas, mas vou contar o que vi.

Eu comecei a seguir a Maraísa Fidelis no Instagram por que a Joana tagueou ela em algo e amei ver que ela é mesmo essa entidade elegantérrima, que fala com uma classe que a gente até se espanta e ela parece ser uma pessoa muito divertida.

Aliás, quando Maraísa quiser dar aulas para ensinar a ser blogueira e fazer fotos sendo diva eu serei a primeira inscrita!!!

O blog Coisas de Diva já leio há anos, mas só seguia de perto a Sabrina, que adoro e quero ser amiga de infância! Mas, a Thais estava na festa e ver ela trabalhando foi muito bacana, me deu a real noção do quanto eu não sou, nem seria blogueira nessa vida. Ela estava ali pra curtir, mas também a trabalho, né? Mesmo no frio que estava sábado ela tirou as fotos que precisava de biquíni, sorrindo e brincando com a equipe. A Thais ficou uma eternidade com as pernas pra cima numa foto, eu teria desistido da ideia depois de um minuto, quando terminou interagiu de boas com todo mundo que a procurou.

Das surpresas boas: Nina Gabriella, Nathalie Barros e Fala Dantas – um trio e tanto de cacheadas! Eu já tinha visto coisas delas por aí. Acho que já até segui por um tempo, mas voltei a seguir hoje justamente por vê-las na festa.

As três são lindas, mesmo, igual nas fotos. Mas, são muito mais que isso. Parecem gente boníssimas! Dançaram o tempo todo, estavam ali gente como a gente e elas exalam autoestima!

Sério, que autoestima da porra! Sabem a definição de exalar autoestima? Então é Nina Gabriella, Nathalie Barros e Fala Dantas!

A Ju Romano é uma das minas daqui de São Paulo que merecem ter cada vez mais espaço na mídia, que docilidade ela tem na voz minha gente! Dá vontade de abraçar ♥ Carla Lemos, Constanza Fernandez, devo ter esquecido mais blogueiras que estavam ali apoiando a causa, mas, foi lindo ver que blogueiras enormes como elas se apoiam mutuamente.

Por um mundo com mais apoio e menos competição!

Como foi o 2° papo na piscina do F-utilidades (1)

Quero registrar que conheci outras blogueiras através do grupo do Futi, ainda não tão famosas, mas que valem o follow e a admiração: Cinderela de Mentira e Renata Arrudas mandam muito bem nas fotos, postagens e fizeram uma linda cobertura da festa. A Lu Mich, que pude me aproximar mais nessa festa, é um mulherão role model, elegante, segura, consciente e ainda empodera as amigas com suas falas e conselhos.

Foi lindo ver mulheres que viajaram para estar ali juntas, dançando, bebendo e vivendo livremente por 4 horas.

Quer saber o que o empoderamento, a aceitação e a força do coletivo podem fazer? Podem inspirar, dar força e nos encorajar a viver mudanças internas tão grandes que faz até quem tem trauma de água e não sabe nadar se jogar na piscina!

Como foi o 2° papo na piscina do F-utilidades (2)

 

Ta aí uma experiência que quero repetir mais vezes e vale o investimento <3

PS: se eu conseguir fotos melhores eu venho aqui trocar, essas foram do celular.